Redes Sociais: quais as que melhor se adaptam ao seu negócio?

As redes sociais são uma das melhores, mais eficazes e mais baratas ferramentas de marketing que as empresas têm ao seu dispor. Elas contribuem para aumentar a visibilidade e a notoriedade das empresas, para aproximá-las dos clientes, para comunicar e partilhar informações de forma fácil e rápida, para criar publicidade direcionada para um determinado público-alvo, entre outras finalidades.

Ao longo dos últimos anos foram surgindo várias redes sociais e, com tantas opções, pode ser difícil avaliar quais as mais importantes para o seu negócio (ao mesmo tempo que pode ser tentador pensar que tem de estar em todas). Então a grande questão é: quais as redes sociais que deve prioritizar e quais trarão mais retorno para o seu negócio?

Antes de escolher, existem três elementos que deve conhecer bem:

  • O seu negócio: as características da sua empresa e da sua área de negócio, os seus objetivos, o posicionamento da marca, etc.
  • O seu público-alvo: dependendo das características das pessoas que constituem o seu target (sexo, idade, localização, profissão, interesses), elas podem utilizar mais determinadas redes sociais ao invés de outras.  
  • As redes sociais: cada plataforma tem as suas particularidades (partilha de texto, de imagem ou de vídeo, recomendações, sistema de reservas, compras online, etc) e tem de entendê-las bem para que possa tirar partido delas.

Neste sentido, apresentamos algumas características das principais redes sociais e as áreas de negócio para as quais podem ser mais adequadas: 

1 – Facebook: é a rede social com mais utilizadores ativos em todo o mundo, sendo que é tendencialmente mais usada por pessoas mais velhas (o número de utilizadores jovens tem decrescido nos últimos anos). No Facebook é possível segmentar as suas comunicações por idade, género, profissão, interesses, comportamentos de compra, etc, o que lhe permite alcançar exatamente a audiência que pretende com as suas publicações.

Para quem: é mais vantajosa para empresas B2C, isto é, que disponibilizam produtos diretamente ao consumidor final. Ao mesmo tempo, pode ser útil para empresas cujo target sejam pessoas mais velhas, para atingir mercados internacionais ou pequenos nichos de mercado (através dos grupos do Facebook). 

2 – Instagram: é uma plataforma que dá primazia às imagens e aos vídeos, pelo que é importante produzir conteúdos de qualidade para se destacar nesta rede social. Ao contrário do Facebook, é maioritariamente composta por utilizadores mais jovens.

Para quem: pode ser especialmente importante para negócios que vendem produtos físicos e que vivem muito do poder da imagem (por exemplo, indústria da moda, restauração, turismo). É a rede social onde deve estar caso o seu target sejam jovens (adolescentes e millenials – pessoas nascidas entre 1981 e 1996) ou especificamente mulheres, que são estatisticamente mais ativas no Instagram do que os homens. 

3 – LinkedIn: é uma rede social voltada para o universo profissional na qual os utilizadores partilham o seu percurso académico e profissional e as empresas promovem os seus serviços, a sua cultura organizacional e oportunidades de emprego, por exemplo. É uma excelente ferramenta para alcançar uma audiência mais especializada. 

Para quem: é ideal para empresas de recrutamento ou para todas as empresas que atuem num mercado B2B (ou seja, cujo público-alvo seja empresarial e não o consumidor final).

4 – Twitter: ao contrário do Instagram, no Twitter são os conteúdos de texto que predominam, sendo possível encontrar consumidores que estão à procura de algo que a sua empresa pode oferecer (através da utilização de hashtags, por exemplo).

Para quem: tal como o Instagram, é uma rede social mais popular entre os jovens e com maior expressão em países como os EUA ou o Brasil, por exemplo. 

5 – Pinterest: o Pinterest é uma rede social na qual os utilizadores (ou utilizadoras, já que a maioria de utilizadores ativos são mulheres) procuram ideias de receitas, de conjugações de roupa e acessórios, de decoração para casa, etc. Essa procura de inspirações pode resultar, muitas vezes, numa compra efetiva.

Para quem: se o seu negócio está relacionado com alguma indústria criativa (moda, artes, alimentação, decoração, etc) ou se está mais direcionado para mulheres, então o Pinterest é uma rede social onde vai querer estar presente. 

Como vimos, cada rede social tem a sua identidade e características próprias. É fundamental perceber aquela ou aquelas que nos podem ajudar a comunicar melhor com o nosso público-alvo e a alcançar os objetivos do nosso negócio.

Contacte-nos caso pretenda desenvolver uma estratégia de Social Media Marketing para a sua empresa!

Responsabilidade Social Corporativa: mais do que uma Estratégia de Marketing

Parece indiscutível que a opinião que o público desenvolve sobre uma empresa é um fator determinante para o seu sucesso. Um dos elementos que contribui, geralmente, para a formação de uma opinião positiva sobre uma determinada organização é o seu envolvimento em ações de responsabilidade social.

A responsabilidade social corporativa (RSC) consiste em adotar um conjunto de práticas que tenham um impacto positivo na comunidade envolvente em termos sociais, económicos ou ambientais. Trata-se de procurar que a conduta da empresa demonstre, de maneira geral e concertada, alguma preocupação com o impacto que a sua atividade tem nos clientes, nos colaboradores, nos restantes stakeholders, nas comunidades locais, no ambiente e na sociedade em geral.

Exemplos de ações de RSC: 

A responsabilidade social corporativa pode ser levada a cabo de diferentes formas:

  • Redução do impacto ambiental: independentemente da dimensão das empresas, estas têm sempre algum impacto no meio ambiente. Qualquer esforço no sentido de reduzir este impacto (a chamada pegada de carbono) será considerado positivo tanto para a organização como para a sociedade. 
  • Filantropia: consiste em doar dinheiro, bens ou serviços que possam ser úteis a determinadas causas sociais, humanitárias ou associações sem fins lucrativos, por exemplo. 
  • Ética laboral: as empresas também demonstram a sua responsabilidade social ao tratarem os seus colaboradores com justiça, ética e equidade.
  • Voluntariado: participar em ações de voluntariado que tenham um impacto positivo junto da comunidade revela um compromisso da organização com o meio envolvente. 

Benefícios: 

Como é possível perceber, a responsabilidade social corporativa traz consigo vantagens  relevantes para as empresas. A principal prende-se com o facto de contribuir para uma melhoria da imagem, notoriedade e reputação organizacionais. As práticas de responsabilidade social acabam, eventualmente, por ser uma forma de divulgação da empresa sem existir um investimento direto em publicidade. 

Paralelamente, podem ter um contributo importante para o aumento da motivação dos colaboradores e para uma maior capacidade de atrair profissionais, parceiros, etc. 

Mais do que uma estratégia de Marketing: 

Embora se possa entender que a responsabilidade social corporativa anda de mãos dadas com o marketing, classificá-la simplesmente como uma estratégia de marketing seria demasiado redutor. Apesar de estas ações contribuirem para melhorar a imagem da empresa e aumentar o envolvimento de todos os stakeholders com a organização, estes não devem ser os objetivos pelos quais se assume um compromisso com uma política de responsabilidade social.

As práticas de responsabilidade social corporativa devem ser genuínas e autênticas. Se o motivo para a sua execução for apenas uma questão de marketing estas acabarão por ficar aquém do seu verdadeiro potencial. Trata-se de fazer o que está certo, não apenas pelos resultados que daí podem advir, mas porque esses valores estão efetivamente enraizados na cultural organizacional. Apenas dessa forma a empresa irá transmitir credibilidade e confiança.

Um programa consistente de responsabilidade social corporativa é uma oportunidade para as empresas se destacarem, não só junto do seu público-alvo como de toda a comunidade. Podemos ajudá-lo a desenvolver uma estratégia relevante de responsabilidade social para a sua empresa. Não hesite em contactar-nos!

Marketing Interno: O que é e como pode determinar o sucesso de uma Empresa

Os colaboradores são um dos ativos mais importantes de uma empresa, senão mesmo o mais importante. Eles são o espelho da organização e a fonte da sua vantagem competitiva. São eles que desenvolvem o seu produto, que o promovem, que se relacionam com os seus clientes e que estão presentes em todos os processos.

Neste sentido, é fundamental fomentar o entusiasmo, a motivação, a satisfação e a competência a nível interno de forma a que estes fatores se reflitam a nível externo. Envolver os colaboradores e comprometê-los com a estratégia da organização irá contribuir para que esta alcance mais facilmente os seus objetivos comerciais.

É neste contexto que nasce o conceito de marketing interno, ou endomarketing, que alia valências dos recursos humanos e do marketing com o objetivo de fortalecer o vínculo entre os colaboradores e a organização. Trata-se de promover internamente a missão, a visão e os valores da empresa, os seus produtos e serviços de forma a que os funcionários estejam alinhados com a cultura organizacional e contribuam ativamente para alcançar os objetivos corporativos. 

No fundo, mais não é do que “vender” a empresa, do que promover as suas ideias de forma consistente ao longo do tempo, só que aos colaboradores em vez de ser aos clientes. Profissionais motivados, satisfeitos e envolvidos produzem mais e melhor e podem tornar-se, eles próprios, embaixadores da empresa na qual trabalham.

Como desenvolver uma estratégia de marketing interno:

  • Crie canais de comunicação interna: ao ter meios de comunicação acessíveis assegura que os seus colaboradores são ouvidos e que consegue transmitir-lhes todas as informações que lhes dizem respeito. Além disso, uma boa comunicação interna garante que os objetivos corporativos são divulgados e compreendidos a todos os níveis da organização. 
  • Estimule o feedback e o envolvimento: incentive os seus colaboradores a participarem nos processos da empresa, a contribuirem com as suas ideias para eventuais mudanças ou melhorias. Ao encorajar a partilha de opiniões, os colaboradores sentem-se mais envolvidos e comprometidos e acreditam que são parte importante da estratégia global da empresa. 
  • Invista na formação e qualificação: organize palestras, reuniões e ações de formação que favoreçam a partilha de ideias e conhecimento junto dos colaboradores. Estas oportunidades de formação e de progressão na carreira devem ser dadas aos trabalhadores de todos os departamentos da organização. Investir no capital humano da sua empresa significa dotá-la de profissionais cada vez mais qualificados e preparados para levá-la a outro nível de eficiência.
  • Desenvolva meios de compensação e reconhecimento: os colaboradores devem sentir que o contributo que dão à empresa é reconhecido e devidamente recompensado. Este reconhecimento deve ser visível em termos monetários, sendo que os funcionários devem ser pagos proporcionalmente à sua experiência e às responsabilidades que detêm dentro da empresa. Adicionalmente à remuneração, pode implementar outras ações, como  prémios de produtividade, admitir um cumprimento mais flexível de horários ou praticar um horário mais reduzido no Verão, dar o dia de aniversário do colaborador, entre outras. 

Quando os colaboradores acreditam na empresa e estão envolvidos e comprometidos com as suas iniciativas tornam-se, invariavelmente, pessoas mais motivadas e mais leais e começam a promover, elas próprias, a mensagem da organização junto do seu público externo. É por este motivo que o marketing interno é um elemento crucial para o sucesso de qualquer organização.

Na PIS Marketing podemos ajudá-lo a implementar uma estratégia de marketing interno na sua empresa. Não hesite em contactar-nos!

Programas de Fidelização de Clientes: Exemplos e Vantagens

Atualmente vivemos num contexto no qual temos à nossa disposição uma quantidade quase ilimitada de opções quando pretendemos adquirir um produto ou serviço. Ao mesmo tempo que pode tornar-se um desafio para os clientes decidirem o que escolher, a dificuldade do lado dos comerciantes é conseguirem manter a sua oferta relevante e destacarem-se face à concorrência. 

Paralelamente, a generalidade das empresas constata que é muito mais difícil e mais caro adquirir um novo cliente do que manter um cliente já existente. Por essa razão é crucial que as marcas consigam garantir que os seus clientes estão satisfeitos ao ponto de se manterem fiéis e de continuarem a preferir os seus produtos/serviços em detrimento dos da  concorrência. 

Uma estratégia que muitas empresas têm adotado com o objetivo de fomentarem a lealdade dos seus clientes e de aumentarem a sua frequência de compra está relacionada com os chamados programas de fidelização. Um programa de fidelização tem o propósito de incentivar o consumidor a comprar várias vezes em troca de um determinado benefício oferecido pela empresa. Esse benefício pode ser um desconto numa compra futura, o acesso a prémios ou ofertas exclusivas, entre outros. 

Os programas de fidelização são amplamente usados por empresas de diferentes áreas de negócio. Em Portugal temos, por exemplo, o caso da TAP, que oferece descontos às pessoas que vão acumulando milhas, do Continente, que permite acumular um valor em cartão para descontar em compras futuras, ou da Prozis, que oferece pontos que podem ser trocados por diversas ofertas. Estes programas são também muito comuns em áreas como a restauração ou a estética, por exemplo. Todas estas ações possibilitam a criação de uma relação mais duradoura entre o consumidor e a marca, convertendo clientes pontuais em clientes mais recorrentes.

Vantagens dos Programas de Fidelização

  • Aumento do retorno: um cliente fiel que já tenha confiança na empresa está mais propenso a gastar mais.
  • Crescimento nas vendas: na expectativa de terem acesso aos benefícios, os clientes realizam compras mais frequentes.
  • Novos clientes: quando os clientes estão satisfeitos com uma determinada marca tendem a partilhar a sua experiência positiva com os seus amigos (e costuma dizer-se que a melhor publicidade é o “boca a boca”). Além disso, muitas empresas baseiam a sua estratégia de fidelização em programas de recomendação de novos clientes, o que também contribui para o surgimento do novos clientes. 
  • Diferenciação em relação à concorrência: um programa de fidelização aproxima o cliente da empresa, que desenvolve a ideia de que esta lhe traz mais vantagens do que as restantes. 
  • Custo reduzido: uma estratégia de fidelização é geralmente de fácil implementação e mais barata do que outras ações de marketing cujo objetivo seja atrair novos clientes. 

Ideias para Programas de Fidelização

1 – Sistema de pontos: é a estratégia mais comum, na qual os clientes vão ganhando pontos à medida que vão fazendo compras e que podem, posteriormente, trocar por um desconto ou por uma oferta especial. 

2 – Parcerias com outras marcas: podem ser uma boa opção quando pretende oferecer benefícios que geram valor para o cliente mas que vão além daquilo que a sua empresa pode oferecer. Por exemplo, imaginando que tem uma loja de roupa desportiva, pode criar uma parceria com um ginásio que ofereça um mês de livre-trânsito aos seus clientes. 

3 – Jogos e desafios: os programas de fidelização podem ter como base um concurso ou passatempo, o que pode tornar o processo de compra mais divertido e envolvente. 

Criar um programa de fidelização pode ser uma forma relevante de manter a lealdade dos clientes e de gerar valor de forma consistente ao longo do tempo. Não hesite em contactar-nos caso pretenda desenvolver uma estratégia de fidelização para a sua empresa!

Marketplaces: O que são e como podem potenciar o seu negócio

Não se pode dizer que seja uma realidade nova mas tem, sem dúvida, registado um crescimento nos últimos meses, sobretudo se pensarmos na realidade portuguesa. Marcas como a FNAC, a Worten e o KuantoKusta apostaram neste tipo de plataformas e, mais recentemente, foi a vez da Sonae e dos CTT se juntarem à lista de marketplaces já existentes no mercado com o Dott. 

Mas o que é, então, um marketplace? Marketplace remete-nos para um conceito coletivo de vendas, sendo uma espécie de shopping online no qual é possível encontrar diversas categorias de produto e várias marcas que disponibilizam os seus produtos. No fundo, é como se fosse um centro comercial mas num universo digital, sem espaço físico. Os marketplaces colocam ao dispor dos consumidores uma grande quantidade de produtos de várias lojas num único local (neste caso, num único website). 

Um marketplace distingue-se de um site de e-commerce (pode reler aqui o nosso artigo sobre e-commerce) na medida em que, no caso dos sites de e-commerce, nós entramos na loja virtual da marca e compramos um produto que é vendido e enviado por essa mesma marca – por exemplo, vamos ao site do El Corte Inglés e compramos uns ténis. Num marketplace entramos num site que pertence a uma empresa mas o produto que compramos é vendido e enviado por outra loja – por exemplo, vamos ao KuantoKusta e compramos uns ténis que são vendidos e expedidos pelo El Corte Inglés. 

Benefícios dos Marketplaces

Para os consumidores, um marketplace significa mais comodidade, uma vez que estes têm a possibilidade de ver ofertas de várias empresas e comparar preços e produtos numa única plataforma. Além disso, ao adquirirem produtos de diferentes fornecedores, efetuam um pagamento único, ao invés de passarem por múltiplos processos de pagamento em vários sites. 

Para os vendedores, as vantagens associadas à presença num marketplace também são consideráveis: 

  • Visibilidade: as empresas obtêm maior divulgação e notoriedade, conseguindo alcançar potenciais clientes que poderiam não conhecer os seus produtos por outra via nem chegar diretamente à sua loja. Além disso, podem conseguir atingir pessoas que iam à procura de outros produtos mas que, por acaso, viram os seus e ficaram interessados (tal como acontece num shopping convencional). 
  • Diversificação dos canais de venda: um marketplace é um recurso útil para as empresas alavancarem as suas vendas na Internet, uma vez que constitui um canal adicional através do qual é possível fazer chegar os produtos aos consumidores. Este novo canal pode ter um impacto significativo no volume de vendas e de faturação. 
  • Investimento reduzido: existe uma certa facilidade de entrada nestas plataformas e, geralmente, sem custos fixos associados (são apenas cobradas comissões por cada transação). Adicionalmente, vender num marketplace afasta custos relacionados com desenvolvimentos informáticos – uma vez que a loja virtual e todos os processos inerentes já estão montados – e não exige tantos esforços com marketing e publicidade.
  • Possibilidade de internacionalização do negócio: um marketplace pode ser uma forma relativamente simples de comercializar os produtos para qualquer parte do mundo, como é o caso de vender na Amazon, por exemplo. 

Têm sido atribuídas, igualmente, algumas desvantagens aos marketplaces, que estão relacionadas com o facto de os produtos serem disponibilizados por inúmeros fornecedores. Isso faz com que, muitas vezes, a informação dos produtos não seja comparável e os prazos de entrega variem muito entre si, o que pode resultar numa má experiência para os utilizadores.

Ainda assim, as potencialidades de estar presente num marketplace são significativas e não devem ser descuradas do ponto de vista da visibilidade e lucratividade que podem representar para as empresas.

Nesse sentido, caso pretenda saber mais sobre a venda de produtos num marketplace, não hesite em contactar-nos!

Jornada do Consumidor: O que é e como mapear

Já tínhamos mencionado aqui o mapeamento da jornada do consumidor como uma das principais tendências para o ano de 2019 em termos de marketing digital. Mas o que será, então, a jornada do consumidor? E qual a sua importância para a definição de uma estratégia de marketing eficaz?

A jornada do consumidor é uma representação do caminho que um cliente, ou potencial cliente, percorre até alcançar um determinado objetivo estabelecido pela sua empresa, sendo o mais comum a compra. Trata-se de conseguir identificar todos os touchpoints (pontos de contacto) através dos quais o cliente interage com o seu negócio, desde o momento em que surge a necessidade (por exemplo, “quero trocar de carro”) até ao momento em que concretiza a compra do automóvel no seu stand.  

Atualmente, existe uma grande diversidade de pontos de contacto através dos quais os clientes ou potenciais clientes podem interagir com o nosso negócio, pelo que é fundamental percebermos se estamos a atuar de forma eficaz em cada um deles. Por exemplo, estamos a disponibilizar de forma clara e acessível os contactos da nossa empresa quando o cliente os procura na Internet? Estamos a prestar um apoio ao cliente esclarecedor quando nos faz questões no Facebook ou noutras redes sociais? Estamos a garantir um bom serviço de pós-venda depois de o cliente comprar o nosso produto/serviço?

Como mapear?

Mapear a jornada do consumidor ajuda as empresas a terem uma noção mais exata das motivações e das necessidades dos seus clientes, permitindo, se necessário, ajustar a estratégia desenvolvida em cada etapa dessa jornada no sentido de maximizar o sucesso.

E mapear significa, efetivamente, materializar estas ideias numa tabela ou num esquema. A sua estrutura pode variar em função da área de negócio da empresa ou da natureza dos produtos/serviços em questão. Não existe uma maneira certa nem errada de fazê-lo. 

Ainda assim, propomos um exemplo de mapa em tabela que pode ser um template útil. Esta tabela desdobra a jornada do consumidor em cinco fases: i) a descoberta (de que existe uma necessidade), ii) a pesquisa (de produtos/serviços que satisfaçam essa necessidade), iii) a compra, iv) a entrega e v) o pós-venda

Para cada uma dessas etapas importa clarificar os seguintes pontos: 

  1. Tarefas: O que é que o cliente pretende alcançar nesta fase? Por exemplo, saber mais informações, comprar o produto, trocar ou devolver o produto, etc.
  2. Questões: O que é que o cliente pretende saber nesta fase? Por exemplo, o preço do produto, as suas características técnicas, se tem garantia, etc.
  3. Touchpoints: Como é que o cliente interage com a empresa nesta fase? Por exemplo, através do website da empresa, das redes sociais, da loja física, dos comerciais, etc.
  4. Emoções: Como é que o cliente se sente nesta fase? Por exemplo, frustrado com o preço elevado, satisfeito com a qualidade do produto, etc.
  5. Fraquezas: Em que aspetos é que a empresa dececiona o cliente nesta fase? Por exemplo, os nossos produtos são caros, não temos informação suficiente no nosso website, não temos uma loja online, não temos um bom serviço de apoio ao cliente por telefone, etc.
  6. Influências: Quem ou o quê está a ajudar no processo de decisão do cliente nesta fase? Por exemplo, outros clientes que já compraram o produto e recomendaram, uma newsletter que receberam ou um anúncio que viram, etc. 
Fig. 1: Exemplo de mapeamento da jornada do consumidor.

Definir a jornada do consumidor significa colocar o cliente no centro do pensamento estratégico da organização. O que, no fundo, deveria acontecer sempre, uma vez que a preocupação central de cada empresa deve ser resolver os problemas/necessidades dos clientes e incentivá-los a desenvolverem uma relação relevante e duradoura com os seus produtos ou serviços.

Não hesite em contactar-nos caso tenha interesse em mapear a jornada do consumidor do seu negócio!

Google Ads: o que é e a sua Importância para as Empresas

Qualquer pessoa que já tenha acedido à Internet já efetuou, muito provavelmente, uma pesquisa no Google. O Google é o maior motor de busca do mundo e a página online mais acedida em Portugal.

Todos os dias são realizadas milhões de pesquisas. E, por detrás dessas pesquisas, estão pessoas que procuram soluções para necessidades que a sua empresa pode, eventualmente, satisfazer. Ao ajudar estas pessoas a encontrarem aquilo que procuram, é provável que estas optem pelos seus produtos/serviços em detrimento dos seus concorrentes. 

Para isso é necessário que a informação da sua empresa apareça nos primeiros resultados do Google. E, caso isso não aconteça nos resultados orgânicos (veja aqui o nosso artigo sobre SEO), então poderá começar a querer ponderar pagar para aparecer nos anúncios do topo da página de resultados.   

O que é o Google Ads?

O Google Ads é uma plataforma de publicidade paga da Google que permite a cada anunciante apresentar anúncios aos utilizadores que pesquisam por determinadas palavras-chave relacionadas com o seu negócio. 

Através desta plataforma, é possível exibir links patrocinados a clientes e potenciais clientes no exato momento em que estes pesquisam pelos seus produtos e/ou serviços, direcionando-os para o seu website. 

Por exemplo, imaginando que tem um restaurante vegetariano em Leiria, pode configurar um anúncio para gerar tráfego para o seu website quando as pessoas pesquisam “restaurantes vegetarianos em Leiria”. 

A cobrança do valor dos anúncios no Google Ads é feita através do modelo PPC (pay-per-click, ou seja, custo por clique), o que significa que paga apenas quando alguém clica no seu anúncio e não por todas as pessoas que o visualizam. 

Para que seja possível distinguir os anúncios dos resultados orgânicos que aparecem na página de resultados, o Google coloca uma etiqueta a verde a dizer “Anúncio”.

Tipos de Campanhas

No Google Ads é possível desenvolver cinco tipos de campanhas distintos: 

1 – Anúncios da Rede de Pesquisa: são os anúncios de texto que aparecem no topo da página de resultados do Google e, algumas vezes, também no final. A sua principal vantagem relaciona-se com o facto de serem exibidos apenas a pessoas que estão a pesquisar pelos seus produtos/serviços e que, por conseguinte, estão tendencialmente mais interessadas e propensas a visitar o seu site. 

2 – Anúncios da Rede de Display: a rede de Display engloba milhares de websites que fazem parte da rede de parceiros do Google e nos quais é possível divulgar anúncios de texto, imagens e vídeos. Pode escolher exibir estes anúncios em contextos específicos (em websites de saúde e bem-estar, por exemplo) ou a públicos-alvo específicos (como compradores de carros novos, por exemplo).

3 – Anúncios de Shopping: são anúncios que permitem promover os seus produtos caso tenha uma loja online. Aparecem no topo da página de resultados do Google com o nome do produto, a imagem e o preço, fomentando uma compra mais imediata. 

4 – Anúncios de Vídeo: caso queira divulgar anúncios em formato de vídeo, poderá exibi-los no YouTube. 

5 – Anúncios para a Instalação de Aplicações: este tipo de campanha é apropriado para empresas que possuem uma aplicação móvel e que pretendem que potenciais clientes a descarreguem e instalem.

Além da localização e do formato do anúncio, é possível escolher a idade, a localização geográfica e o idioma dos clientes aos quais queremos exibir os anúncios. É, igualmente, possível escolher as horas e os dias da semana nos quais os anúncios são apresentados.

O Google Ads traz inúmeras vantagens às empresas, uma vez que permite que estas tenham maior visibilidade online e consigam atrair potenciais clientes que estão à procura dos seus produtos/serviços.

Quer que o seu website tenha mais destaque nos motores de busca? Não hesite em contactar-nos.

SMS Marketing: Tire Partido das Mensagens de Texto para Aumentar as Vendas

O SMS Marketing é uma estratégia de marketing que consiste em enviar mensagens de texto através do telemóvel e que as empresas utilizam com o objetivo de promoverem o seu negócio, aumentarem as vendas e manterem contacto com os seus clientes. 

É uma estratégia que permite divulgar novos produtos e/ou serviços, criar comunicações segmentadas, aproximar-se dos clientes e reverter momentos de menor volume de vendas. O SMS Marketing pode potenciar as suas vendas através da oferta de cupões de desconto, da divulgação de promoções relâmpago e ofertas exclusivas, do envio de mensagens personalizadas de aniversário, do convite para eventos, etc.

Porquê adotar uma estratégia de SMS Marketing?

1 – Alcance: uma vez que, hoje em dia, quase toda a gente tem telemóvel, esta estratégia permite-nos alcançar o nosso público-alvo sem grandes restrições. Além disso, o envio de mensagens de texto não exige uma conexão à Internet, pelo que qualquer telemóvel pode recebê-las. 

2 – Baixo investimento: o custo de implementação de uma estratégia de SMS Marketing é relativamente baixo. Existem inúmeras soluções de softwares no mercado que permitem enviar mensagens de forma rápida e simples a um elevado número de destinatários, sendo apenas necessário escolher a mais vantajosa. 

3 – Caráter imediato: nenhuma outra estratégia se compara ao SMS Marketing em termos de rapidez. Assim que a mensagem é enviada chega instantaneamente ao seu target.

4 – Elevadas taxas de abertura: além de serem imediatos, os SMS tem excelentes taxas de abertura, que rondam praticamente os 100%. Isto significa que a probabilidade de os seus clientes verem a informação que lhes pretende transmitir é quase total (por oposição aos e-mails, por exemplo, que contam com taxas de abertura bastante mais reduzidas). 

Como iniciar uma estratégia de SMS Marketing?

1 – Defina os seus objetivos: como em qualquer outra ação de marketing, o primeiro passo deve ser clarificar os seus objetivos. Quer aumentar as vendas no geral? Quer promover um produto específico? Quer retomar o contacto com clientes que não realizam uma compra há algum tempo? É importante que os objetivos estejam claros para depois ser possível aferir a eficácia da campanha. 

2 – Construa a base de dados: tenha em consideração o Regulamento Geral da Proteção de Dados e comunique apenas com clientes que tenham autorizado expressamente ações de marketing da sua empresa. Além disso, não caia na tentação de enviar todas as mensagens a todos os seus contactos: segmente as suas comunicações em função dos interesses de cada pessoa.

3 – Escolha um software de envio: existem diversos softwares que permitem, não só, enviar as mensagens como também personalizar os remetentes, receber relatórios de entrega, etc. Opte por aquele que cumpre melhor as suas necessidades.

4 – Elabore o conteúdo da mensagem: conhecendo o seu público-alvo, deverá conseguir criar conteúdos relevantes e impactantes. As mensagens deverão estar bem escritas e apelativas, de modo a que as pessoas tenham interesse em lê-las até ao fim. Adicionalmente, deverão incluir um “call to action” (ou seja, um apelo à ação), levando os clientes a tomar a ação desejada, como visitar o seu website ou deslocar-se à sua loja física para usufruir de um desconto, por exemplo. Por último, deverão incluir a opção de opt-out, caso as pessoas queriam deixar de receber as comunicações da sua empresa.

5 – Decida os dias/horas de envio: crie um calendário de envios de acordo com os seus objetivos, tendo sempre em mente que não deverá enviar mensagens com demasiada frequência. Relativamente ao horário de envio, este deve ser apropriado e não deve ser considerado invasivo por quem recebe a mensagem (idealmente entre as 8h e as 20h).

5 – Avalie os resultados: analise os resultados da sua campanha, usando métricas como a taxa de cliques ou a taxa de conversão. Assim poderá identificar o que correu bem e mal e ajustar possíveis melhorias na sua estratégia.

Como podemos perceber, o SMS Marketing exige um baixo investimento e obtém uma receptividade elevada, pelo que poderá ser uma estratégia a considerar no plano de ações da sua empresa. Caso pretenda apoio para iniciar uma estratégia de SMS Marketing não hesite em contactar-nos.

Linkedin para Empresas: Como utilizá-lo para promover o seu negócio.

O LinkedIn é uma rede social que reúne profissionais e empresas de diversas áreas de negócio com o objetivo de aumentarem a sua visibilidade, a sua produtividade e o seu sucesso profissional. Uma vez que é uma rede social voltada para o universo empresarial, o LinkedIn pode ser uma ferramenta poderosa no sentido de ajudar as empresas a estabelecerem novas conexões, a gerarem oportunidades de negócio (leads) e a potenciarem a sua marca.

Esta rede social permite que as empresas partilhem informações sobre os seus produtos/serviços, divulguem oportunidades de emprego e, em última instância, aumentem a sua notoriedade e reputação. É uma plataforma que pode trazer benefícios substanciais para o seu negócio, uma vez que é um local onde pode alcançar potenciais clientes, potenciais parceiros e ainda potenciais colaboradores.

Passos para ter um perfil da sua empresa no LinkedIn:

1 – Crie uma conta: aceda ao LinkedIn para soluções empresariais aqui e insira o nome da sua empresa. Escolha, também, o URL que irá ser utilizado para encontrar ao seu perfil no LinkedIn. 

2 – Adicione o seu logotipo e uma imagem de capa: utilize o logotipo da sua empresa para colocar na foto de perfil e escolha uma imagem atrativa e ilustrativa do seu negócio para exibir na foto de capa. 

3 – Insira uma descrição do seu negócio: descreva o que a sua empresa faz de maneira sucinta mas envolvente. Além disso, adicione keywords relacionadas com o seu negócio e que representem a sua indústria, os seus produtos e serviços. É através destas palavras-chave que os outros utilizadores do LinkedIn irão encontrar a sua página. 

4 – Complete os detalhes da sua empresa: indique, por exemplo, o URL do seu website, a indústria na qual atua, o número de colaboradores, o ano de início de atividade, entre outras informações.

5 – Publique a página e comece a otimizá-la: uma vez criado o perfil, é altura de começar a potenciá-lo junto da sua rede. Apresentamos-lhe, de seguida, algumas ideias de como poderá fazê-lo. 

Dicas para tirar partido do LinkedIn:

  • Incentive a sua equipa a conectar-se com o perfil da empresa:encoraje os seus colaboradores a adicionarem a sua posição na empresa aos seus perfis pessoais. Dessa forma, a conta da empresa ficará ligada aos perfis dos trabalhadores, o que  lhe permitirá aumentar consideravelmente o seu alcance. 
  • Publique conteúdos relevantes: a melhor maneira de fazer crescer a sua audiência e de manter os seus seguidores é disponibilizando regularmente conteúdos valiosos e de qualidade. Partilhe conteúdos gerados na sua empresa ou mesmo de fontes externas, desde que sejam pertinentes. Isto irá ajudar a ampliar as suas conexões e, eventualmente, a estabelecer-se como uma autoridade na sua indústria. 
  • Inclua imagens e vídeos: como já vimos, por exemplo, neste artigo sobre as tendências de marketing digital para 2019, os conteúdos visuais têm cada vez mais primazia nas redes sociais, e o LinkedIn não é exceção. Os posts com imagens ou vídeos geram mais engagement (mais reações e comentários) do que publicações que contenham apenas texto. 
  • Tire partido dos grupos do LinkedIn: participe ativamente num ou mais grupos que lhe permitam estar em contacto com outros profissionais e outras empresas da sua área de atuação. Esta presença irá também atrair mais pessoas para a página da sua empresa. 
  • Pondere utilizar anúncios: o LinkedIn oferece diversas soluções de publicidade, como os conteúdos patrocinados (para que as suas publicações alcancem uma audiência mais alargada), os anúncios de texto (que aparecem na homepage, nos perfis, nos grupos, etc) e ainda as mensagens patrocinadas (que permitem enviar mensagens personalizadas para a caixa de entrada dos membros do LinkedIn).

Como pudemos perceber, o LinkedIn é uma rede profissional que permite estabelecer novas conexões, atrair clientes e colaboradores e divulgar conteúdos relevantes com o objetivo de aumentar a credibilidade e a notoriedade da empresa. Por essa razão, uma presença ativa e planeada no LinkedIn pode ser um elemento importante na estratégia de marketing da sua empresa. 

Não hesite em contactar-nos caso pretenda criar e estruturar um perfil para a sua empresa no LinkedIn.

Tem um Negócio com Espaço Físico? Saiba o que é o Google My Business.

Um dos aspetos mais importantes de qualquer negócio local é ser facilmente encontrado por novos clientes. E, atualmente, ser encontrado não se traduz apenas em termos físicos, mas também na Internet, quando esses potenciais clientes realizam uma pesquisa. 

Por essa razão, é decisivo que, quando alguém procura pelo seu negócio no Google, este apareça com a informação o mais completa, precisa e otimizada possível. É necessário garantir que as informações da sua empresa estejam disponíveis e visíveis para os consumidores antes mesmo de eles chegarem ao seu website ou às suas redes sociais. Nesse sentido, ter um perfil no Google My Business deve ser um dos primeiros passos que os proprietários de negócios locais devem dar para consolidarem a sua presença online. 

O que é o Google My Business?

O Google My Business é a ferramenta gratuita da Google que ajuda os negócios a aumentarem a sua visibilidade online, garantindo a sua listagem no motor de busca mais popular no mundo – o Google -, tanto nos resultados como no Google Maps. 

O seu perfil no Google My Business irá permitir que potenciais clientes vejam rapidamente o nome da sua empresa, uma pequena descrição daquilo que faz, a morada, o horário de funcionamento e fotos do espaço. Adicionalmente, estes podem deixar comentários ou até fazer uma reserva online, quando aplicável. 

Passos para ter um perfil no Google My Business:

1 – Criar uma conta ou assumir o seu negócio

A primeira etapa para ter um perfil no Google My Business é criando conta ou assumindo a posse de uma conta, caso ela já exista. A melhor maneira de saber já tem um perfil criado é pesquisando pelo nome da sua empresa no Google. Se o perfil do seu negócio aparecer nos resultados, o que deve fazer é reclamar o negócio como sendo seu e, depois, verificar se todos os dados estão corretos e atualizados. 

Caso o Google não devolva nenhuma informação sobre o seu negócio, então é porque ainda não existe nenhuma conta da sua empresa e deverá criá-la em https://www.google.com/business/

2 – Verificar o seu negócio

Depois de criar o seu perfil, ou de assumir a posse de um perfil já existente, o Google exige uma verificação do mesmo. Geralmente essa verificação é feita por correio, sendo uma forma de o Google garantir que a morada do negócio existe mesmo e está correta. É enviada uma carta com um código que deve ser colocado no seu perfil e que lhe permite ter, a partir daí, todo o controlo sobre a gestão da sua conta Google My Business. 

3 – Otimizar a informação

Uma vez verificada a conta, pode começar a geri-la e otimizá-la. Insira o máximo de informação possível: a categoria do seu negócio, fotos do seu estabelecimento, o horário de funcionamento, atributos (como wi-fi grátis, por exemplo), o ano de início de atividade, o URL do seu website, entre outras informações. Depois disso, pode editar esses dados a qualquer momento. 

Vantagens do Google My Business:

  • Melhora o SEO: Como já mencionámos neste artigo sobre SEO, aparecer nos primeiros resultados do Google é determinante para qualquer empresa e ter um perfil no Google My Business irá permitir-lhe aparecer mais facilmente nos resultados de pesquisa de forma orgânica, ao mesmo tempo que também aparece no Google Maps. 
  • Acrescenta valor ao cliente: O Google My Business é uma forma rápida de potenciais clientes acederem a informações úteis do seu estabelecimento, como o número de telefone ou a morada. Caso estejam a pesquisar no telemóvel, podem até ligar diretamente ou obter direções a partir do Google.
  • Permite aumentar a reputação: Uma vez que é possível deixar comentários à sua empresa, isso permite-lhe ter uma reputação positiva junto de potenciais clientes que pesquisem pelo seu negócio e vejam as opiniões de outras pessoas no seu perfil no Google. 

Quando usado corretamente, o Google My Business torna-se um meio poderoso de otimizar a presença online e alcançar novos clientes. Caso queira saber mais sobre esta ferramenta não hesite em contactar-nos!