O que é uma Landing Page e como funciona?

Uma landing page, ou uma “página de destino”, é uma página web criada especificamente para um determinado propósito de marketing. É uma página tipicamente mais simples e mais sucinta do que um website comum (que possui várias páginas com diversos conteúdos e ligações), tendo menos elementos do que uma página tradicional e focando-se, apenas, num objetivo específico.

Integradas numa estratégia de marketing digital, as landing pages servem, geralmente, dois objetivos bem definidos: por um lado, a geração de leads (de novas oportunidades de negócio, de potenciais clientes) e, por outro, a conversão em vendas.  

Quando existe um desejo de que os utilizadores realizem uma determinada ação, certos textos, imagens ou menus de um website normal podem tornar-se acessórios. Assim, o facto de as landing pages conterem menos elementos faz com que os visitantes não se distraiam com informação desnecessária e executem, mais facilmente, a ação desejada.

Por vezes, as empresas direcionam as suas campanhas – de e-mail, nas redes sociais ou nos motores de busca, por exemplo – para a homepage dos seus websites, o que pode ser uma oportunidade perdida. As homepages são, normalmente, demasiado genéricas e com muita informação, podendo levar os visitantes a abandonarem o site sem sequer visitarem outras páginas. Direcionar os utilizadores para uma landing page customizada pode aumentar a probabilidade de converter o tráfego do site em clientes.

Isso acontece porque as landing pages estão focadas em conteúdos mais específicos e que devem estar em concordância com os anúncios ou publicações nos quais as pessoas clicaram para chegar até elas.

Assim, os principais elementos que devem estar presentes numa landing page são: 

1 – A Oferta: conheça o seu público-alvo e aquilo que pode ser mais relevante para ele, incluindo uma oferta que seja suficientemente atrativa ao ponto de os visitantes converterem ou deixarem os seus dados pessoais.  

2 – Um Título: deixe claro qual é o conteúdo da página de forma a que as pessoas fiquem interessadas, usando um título apelativo, simples, compreensível e suficientemente esclarecedor. 

3 – Um CTA: os call to action são aqueles botões que incitam as pessoas a realizarem uma determinada ação como subscrever uma newsletter, agendar uma reunião, aceder a produtos exclusivos, descarregar conteúdos, entre outras. 

4 – Uma Descrição: deve transmitir, de forma breve, clara e informativa, qual é a oferta e quais os benefícios que os utilizadores podem obter dela. 

5 – Conteúdos visuais: ajudam a complementar o título e a descrição da landing page de forma mais atrativa e efetiva, sendo um auxílio importante à conversão. 

6 – Um formulário: são um aspeto crucial numa landing page uma vez que é através deles que os visitantes deixam as suas informações pessoais (nome, e-mail, telefone ou outros dados) e a partir daí que se convertem em potenciais clientes.  

O que torna as landing pages tão importantes é o facto de, uma vez recolhidos os dados pessoais dos potenciais clientes, poder começar a “nutrir” a relação da sua empresa com estes através de comunicações relevantes e personalizadas. Deste modo, o desenvolvimento de landing pages revela-se uma estratégia determinante quando o objetivo é atrair novos clientes online. 

Caso pretenda saber mais sobre como funcionam as landing pages não hesite em contactar-nos! 

Google Analytics: Meça os Resultados das suas Estratégias de Marketing Digital

Quando falamos de marketing digital, a avaliação de resultados é uma das etapas mais imprescindíveis. Uma vez que os recursos são limitados, é natural que as empresas pretendam que o seu investimento em marketing seja o mais rentável possível. E uma das vantagens de apostar no marketing digital é que este permite medir os resultados das campanhas de forma muito mais fácil e rigorosa do que colocar um outdoor ou fazer um anúncio na rádio, por exemplo. 

Neste sentido, foram surgindo inúmeras ferramentas de análise de dados no universo digital. O Google Analytics é, provavelmente, a mais conhecida e amplamente utilizada. 

O Google Analytics é uma plataforma gratuita da Google que permite analisar inúmeros dados de um determinado website, recolhe informações sobre as utilizadores e elabora relatórios com esta informação. É uma ferramenta que possibilita uma análise precisa do desempenho de um determinado site, loja online ou blog, uma vez que monitoriza o comportamento dos utilizadores nos sites e guarda alguns atributos como a sua idade, o género, a localização, etc. 

Uma vez que o website de uma empresa é nuclear na sua presença digital – ainda mais se o seu negócio se basear em vendas online – é essencial que acompanhe quem é que visita o seu site, com que frequência, quais as páginas onde navega e de que forma interage.  

Descubra, de seguida, algumas das métricas que o Google Analytics permite analisar: 

  1. Páginas mais vistas do site: o facto de perceber quais as páginas mais vistas permite-lhe saber quais os conteúdos que mais interessam o público. 
  2. Número de visitantes: é possível saber quantas pessoas visitam o seu site, se estão a visitá-lo pela primeira vez ou se são utilizadores recorrentes, etc. 
  3. Dados dos visitantes: informações como a idade, o género, os interesses, a localização, o dispositivo utilizado e mesmo o browser que utilizaram para aceder ao site são guardadas no Google Analytics. 
  4. Número de conversões: número de vezes que cada utilizador concretiza alguma ação desejada, como preencher um formulário de contacto, adicionar um produto aos favoritos ou, a mais óbvia, realizar uma compra na sua loja online. 
  5. Origens do tráfego: o Google Analytics permite-lhe distinguir se os visitantes chegaram ao seu site por meio de uma publicação no Facebook, se procuraram no Google ou através de um e-mail que enviou, por exemplo.
  6. Taxa de rejeição: diz respeito ao número de vezes que os utilizadores abandonam o seu site logo na primeira página que visitam.
  7. Termos de pesquisa: também é possível saber o que é que os visitantes do seu site pesquisam na barra de pesquisa (caso ela exista), o que lhe permite perceber o que é que as pessoas procuram. 
  8. Melhor horário para ações de marketing: uma vez que consegue saber em que dias e horários o seu site recebe mais visitas, pode ajustar as suas ações de marketing para que decorram nestes períodos.

Estas são apenas algumas das potencialidades do Google Analytics, que possui muitas outras vantagens. Atualmente, qualquer gestor ou profissional de marketing deve dominar esta ferramenta, uma vez que entender o comportamento dos utilizadores é essencial para adotar estratégias de marketing mais eficazes. 

Caso pretenda saber mais sobre o Google Analytics e como analisar os dados dos visitantes do seu website não hesite em contactar-nos!

Google Trends: Descubra Tendências Importantes para o seu Negócio

Estar dentro das tendências de mercado e de consumo é fundamental para quem tem um negócio e, em particular, para quem trabalha na área do marketing. Uma ferramenta importante que nos pode ajudar a esse nível é o Google Trends (https://trends.google.pt/trends/?geo=PT).

Como o próprio nome indica, trata-se de uma plataforma da Google que compara – de forma gratuita – as principais tendências de pesquisa ao longo do tempo. Esta ferramenta monitoriza e analisa os termos de pesquisa utilizados no Google nas várias línguas e localizações geográficas, conseguindo determinar quais as mais populares e fornecendo, assim, dados importantes sobre os assuntos e palavras-chave mais pesquisados pelos utilizadores.

O Google Trends permite-nos perceber com que frequência uma determinada palavra-chave é pesquisada, em que regiões/países é mais pesquisada ou ainda comparar o número de pesquisas entre várias palavras-chave diferentes. Além disso, podemos filtrar os dados por categoria – desporto, empresas, entretenimento, artes, etc. No fundo, é como se fosse um diretório de tudo o que é mais pesquisado na Internet (ou no Google, neste caso, que é o motor de busca mais utilizado em todo o mundo). 

Por exemplo, imaginando que tem uma loja de artigos em cortiça e que tem interesse em começar a exportar ou em criar uma loja online com envios internacionais. O Google Trends poderá fornecer-lhe informações sobre quais os países onde as pessoas mais procuram por esse tipo de produtos no motor de busca. 

Assim, pode utilizar o Google Trends para: 

  • Pesquisar tendências num determinado período ou altura do ano: por exemplo, ver se existem meses em que as pesquisas sobre produtos em cortiça aumentam ou diminuem; 
  • Comparar a popularidade de diferentes palavras-chave: é possível ver, por exemplo, se existem mais pesquisas de produtos em cortiça ou de produtos em pele;
  • Perceber tendências geográficas: ver em que regiões do país ou em que países existem maiores ou menores volumes de pesquisa relacionados com produtos em cortiça; 
  • Encontrar tendências relacionadas com o seu negócio: ao procurar tendências relacionadas com artigos em cortiça pode perceber que as pessoas pesquisam bastante um determinado produto do qual não tinha noção. 

Todos estes insights são preponderantes para definir ou ajustar a sua estratégia de marketing: para apostar mais num determinado produto ou serviço em detrimento de outros, para disponibilizar envios do seu produto para determinados países, para criar um blog com artigos sobre determinadas temáticas que as pessoas valorizam, para fazer campanhas promocionais numa determinada altura do ano mais favorável, para criar anúncios no Google ou nas redes sociais devidamente segmentados para as pessoas que pretendemos impactar, etc.

Neste contexto, o Google Trends pode ser uma ferramenta importante para tornar as estratégias de marketing mais focadas, precisas e eficazes.

Caso tenha alguma questão sobre como utilizar o Google Trends não hesite em contactar-nos. 

As Redes Sociais como um canal de Serviço ao Cliente

As redes sociais foram criadas sob a premissa do diálogo. E, ao mesmo tempo que se foram tornando armas poderosas da publicidade e do marketing, afirmaram-se como um importante canal de serviço de apoio ao cliente.

Muitos consumidores recorrem às redes sociais das marcas para colocarem uma questão, esclarecerem uma dúvida ou darem feedback sobre algum produto/serviço. Nesse sentido, a questão já não é se a sua empresa deve ou não dar atenção ao que os consumidores têm a dizer, mas sim como dá atenção e, ainda mais importante, como responde. 

Apresentamos, por isso, algumas das boas práticas para proporcionar um bom serviço ao cliente nas redes sociais: 

  1. Responda o mais rápido possível:

Enquanto no apoio ao cliente por e-mail, por telefone ou presencialmente pode não ser um fator tão importante, nas redes sociais a rapidez supera tudo. A própria natureza “acelerada” das redes sociais cria nos utilizadores a expetativa de uma resposta rápida, quase instantânea. Por isso faça um esforço no sentido de responder assim que possível. Um tempo de resposta demasiado longo pode levar as pessoas a partilharem a experiência negativa com amigos e familiares, a não recomendarem os seus produtos ou serviços, a comprarem menos no futuro ou até a reclamarem publicamente nas redes sociais. 

  1. Perceba o que deve dizer em público e em privado:

Nem todos os assuntos podem ser respondidos ou resolvidos numa esfera pública. Nos casos em que uma resposta tenha de ser mais longa, exija alguma pesquisa prévia ou envolva um determinado assunto mais sensível, por exemplo, poderá optar por fazê-lo usando outro meio. É perfeitamente legítimo que peça o e-mail ou o telefone do cliente em questão e que transfira o assunto da rede social na qual ele teve início para um canal de comunicação mais privado. 

  1. Responda a todas as questões e comentários:

Esta é uma das regras mais básicas mas que nem todas as empresas cumprem. Ao fazerem um comentário, uma questão ou uma recomendação, os consumidores pretendem ser ouvidos. E, da mesma maneira que não iria ignorar um cliente na sua loja física ou no seu escritório, também não deve fazê-lo nos seus canais de comunicação digitais. 

  1. Inclua uma saudação e a sua identificação:

Caso consiga perceber o nome da pessoa que está do outro lado (através do seu perfil), não hesite em usar esse nome para se dirigir a ela. O facto de dizer “Olá [nome]” irá conferir um tom mais próximo e pessoal à sua resposta. Além disso, humanize as suas mensagens terminando-as com a identificação do seu próprio nome ou das suas iniciais -Joana ou -JS. Estes dois aspetos irão fazer com que o utilizador sinta que foi ouvido por uma pessoa real. 

  1. Defina o seu tom de voz:

O tom com o qual se dirige aos clientes é crucial para que eles tenham uma experiência positiva com a sua empresa. Tente adotar um discurso que gere empatia, que seja suficientemente esclarecedor e informativo ao mesmo tempo que pode ter algum sentido de humor. Tente, igualmente, responder num tom positivo, mesmo quando o contexto é negativo. Por último, e caso existam vários colaboradores responsáveis pelo suporte ao cliente nas redes sociais, garanta que a linguagem utilizada por todos é coerente. 

  1. Monitorize o serviço ao cliente:

Uma vez que as redes sociais nunca fecham – mas o mais provável é que a sua empresa não tenha recursos humanos disponíveis para responder 24/7 -, existem algumas ferramentas que podem notificá-lo quando alguém mencionou a sua marca ou mesmo responder de forma automática a determinadas questões colocadas frequentemente. 

Em resumo, ter um bom serviço de suporte nas redes sociais é um fator essencial para construir relações mais sólidas e duradouras com os clientes e potenciais clientes, aumentando a sua retenção e lealdade em relação à marca. 

Caso necessite de algum apoio na gestão das suas comunidades nas redes sociais não hesite em contactar-nos!

Redes Sociais: quais as que melhor se adaptam ao seu negócio?

As redes sociais são uma das melhores, mais eficazes e mais baratas ferramentas de marketing que as empresas têm ao seu dispor. Elas contribuem para aumentar a visibilidade e a notoriedade das empresas, para aproximá-las dos clientes, para comunicar e partilhar informações de forma fácil e rápida, para criar publicidade direcionada para um determinado público-alvo, entre outras finalidades.

Ao longo dos últimos anos foram surgindo várias redes sociais e, com tantas opções, pode ser difícil avaliar quais as mais importantes para o seu negócio (ao mesmo tempo que pode ser tentador pensar que tem de estar em todas). Então a grande questão é: quais as redes sociais que deve prioritizar e quais trarão mais retorno para o seu negócio?

Antes de escolher, existem três elementos que deve conhecer bem:

  • O seu negócio: as características da sua empresa e da sua área de negócio, os seus objetivos, o posicionamento da marca, etc.
  • O seu público-alvo: dependendo das características das pessoas que constituem o seu target (sexo, idade, localização, profissão, interesses), elas podem utilizar mais determinadas redes sociais ao invés de outras.  
  • As redes sociais: cada plataforma tem as suas particularidades (partilha de texto, de imagem ou de vídeo, recomendações, sistema de reservas, compras online, etc) e tem de entendê-las bem para que possa tirar partido delas.

Neste sentido, apresentamos algumas características das principais redes sociais e as áreas de negócio para as quais podem ser mais adequadas: 

1 – Facebook: é a rede social com mais utilizadores ativos em todo o mundo, sendo que é tendencialmente mais usada por pessoas mais velhas (o número de utilizadores jovens tem decrescido nos últimos anos). No Facebook é possível segmentar as suas comunicações por idade, género, profissão, interesses, comportamentos de compra, etc, o que lhe permite alcançar exatamente a audiência que pretende com as suas publicações.

Para quem: é mais vantajosa para empresas B2C, isto é, que disponibilizam produtos diretamente ao consumidor final. Ao mesmo tempo, pode ser útil para empresas cujo target sejam pessoas mais velhas, para atingir mercados internacionais ou pequenos nichos de mercado (através dos grupos do Facebook). 

2 – Instagram: é uma plataforma que dá primazia às imagens e aos vídeos, pelo que é importante produzir conteúdos de qualidade para se destacar nesta rede social. Ao contrário do Facebook, é maioritariamente composta por utilizadores mais jovens.

Para quem: pode ser especialmente importante para negócios que vendem produtos físicos e que vivem muito do poder da imagem (por exemplo, indústria da moda, restauração, turismo). É a rede social onde deve estar caso o seu target sejam jovens (adolescentes e millenials – pessoas nascidas entre 1981 e 1996) ou especificamente mulheres, que são estatisticamente mais ativas no Instagram do que os homens. 

3 – LinkedIn: é uma rede social voltada para o universo profissional na qual os utilizadores partilham o seu percurso académico e profissional e as empresas promovem os seus serviços, a sua cultura organizacional e oportunidades de emprego, por exemplo. É uma excelente ferramenta para alcançar uma audiência mais especializada. 

Para quem: é ideal para empresas de recrutamento ou para todas as empresas que atuem num mercado B2B (ou seja, cujo público-alvo seja empresarial e não o consumidor final).

4 – Twitter: ao contrário do Instagram, no Twitter são os conteúdos de texto que predominam, sendo possível encontrar consumidores que estão à procura de algo que a sua empresa pode oferecer (através da utilização de hashtags, por exemplo).

Para quem: tal como o Instagram, é uma rede social mais popular entre os jovens e com maior expressão em países como os EUA ou o Brasil, por exemplo. 

5 – Pinterest: o Pinterest é uma rede social na qual os utilizadores (ou utilizadoras, já que a maioria de utilizadores ativos são mulheres) procuram ideias de receitas, de conjugações de roupa e acessórios, de decoração para casa, etc. Essa procura de inspirações pode resultar, muitas vezes, numa compra efetiva.

Para quem: se o seu negócio está relacionado com alguma indústria criativa (moda, artes, alimentação, decoração, etc) ou se está mais direcionado para mulheres, então o Pinterest é uma rede social onde vai querer estar presente. 

Como vimos, cada rede social tem a sua identidade e características próprias. É fundamental perceber aquela ou aquelas que nos podem ajudar a comunicar melhor com o nosso público-alvo e a alcançar os objetivos do nosso negócio.

Contacte-nos caso pretenda desenvolver uma estratégia de Social Media Marketing para a sua empresa!

Responsabilidade Social Corporativa: mais do que uma Estratégia de Marketing

Parece indiscutível que a opinião que o público desenvolve sobre uma empresa é um fator determinante para o seu sucesso. Um dos elementos que contribui, geralmente, para a formação de uma opinião positiva sobre uma determinada organização é o seu envolvimento em ações de responsabilidade social.

A responsabilidade social corporativa (RSC) consiste em adotar um conjunto de práticas que tenham um impacto positivo na comunidade envolvente em termos sociais, económicos ou ambientais. Trata-se de procurar que a conduta da empresa demonstre, de maneira geral e concertada, alguma preocupação com o impacto que a sua atividade tem nos clientes, nos colaboradores, nos restantes stakeholders, nas comunidades locais, no ambiente e na sociedade em geral.

Exemplos de ações de RSC: 

A responsabilidade social corporativa pode ser levada a cabo de diferentes formas:

  • Redução do impacto ambiental: independentemente da dimensão das empresas, estas têm sempre algum impacto no meio ambiente. Qualquer esforço no sentido de reduzir este impacto (a chamada pegada de carbono) será considerado positivo tanto para a organização como para a sociedade. 
  • Filantropia: consiste em doar dinheiro, bens ou serviços que possam ser úteis a determinadas causas sociais, humanitárias ou associações sem fins lucrativos, por exemplo. 
  • Ética laboral: as empresas também demonstram a sua responsabilidade social ao tratarem os seus colaboradores com justiça, ética e equidade.
  • Voluntariado: participar em ações de voluntariado que tenham um impacto positivo junto da comunidade revela um compromisso da organização com o meio envolvente. 

Benefícios: 

Como é possível perceber, a responsabilidade social corporativa traz consigo vantagens  relevantes para as empresas. A principal prende-se com o facto de contribuir para uma melhoria da imagem, notoriedade e reputação organizacionais. As práticas de responsabilidade social acabam, eventualmente, por ser uma forma de divulgação da empresa sem existir um investimento direto em publicidade. 

Paralelamente, podem ter um contributo importante para o aumento da motivação dos colaboradores e para uma maior capacidade de atrair profissionais, parceiros, etc. 

Mais do que uma estratégia de Marketing: 

Embora se possa entender que a responsabilidade social corporativa anda de mãos dadas com o marketing, classificá-la simplesmente como uma estratégia de marketing seria demasiado redutor. Apesar de estas ações contribuirem para melhorar a imagem da empresa e aumentar o envolvimento de todos os stakeholders com a organização, estes não devem ser os objetivos pelos quais se assume um compromisso com uma política de responsabilidade social.

As práticas de responsabilidade social corporativa devem ser genuínas e autênticas. Se o motivo para a sua execução for apenas uma questão de marketing estas acabarão por ficar aquém do seu verdadeiro potencial. Trata-se de fazer o que está certo, não apenas pelos resultados que daí podem advir, mas porque esses valores estão efetivamente enraizados na cultural organizacional. Apenas dessa forma a empresa irá transmitir credibilidade e confiança.

Um programa consistente de responsabilidade social corporativa é uma oportunidade para as empresas se destacarem, não só junto do seu público-alvo como de toda a comunidade. Podemos ajudá-lo a desenvolver uma estratégia relevante de responsabilidade social para a sua empresa. Não hesite em contactar-nos!

Marketing Interno: O que é e como pode determinar o sucesso de uma Empresa

Os colaboradores são um dos ativos mais importantes de uma empresa, senão mesmo o mais importante. Eles são o espelho da organização e a fonte da sua vantagem competitiva. São eles que desenvolvem o seu produto, que o promovem, que se relacionam com os seus clientes e que estão presentes em todos os processos.

Neste sentido, é fundamental fomentar o entusiasmo, a motivação, a satisfação e a competência a nível interno de forma a que estes fatores se reflitam a nível externo. Envolver os colaboradores e comprometê-los com a estratégia da organização irá contribuir para que esta alcance mais facilmente os seus objetivos comerciais.

É neste contexto que nasce o conceito de marketing interno, ou endomarketing, que alia valências dos recursos humanos e do marketing com o objetivo de fortalecer o vínculo entre os colaboradores e a organização. Trata-se de promover internamente a missão, a visão e os valores da empresa, os seus produtos e serviços de forma a que os funcionários estejam alinhados com a cultura organizacional e contribuam ativamente para alcançar os objetivos corporativos. 

No fundo, mais não é do que “vender” a empresa, do que promover as suas ideias de forma consistente ao longo do tempo, só que aos colaboradores em vez de ser aos clientes. Profissionais motivados, satisfeitos e envolvidos produzem mais e melhor e podem tornar-se, eles próprios, embaixadores da empresa na qual trabalham.

Como desenvolver uma estratégia de marketing interno:

  • Crie canais de comunicação interna: ao ter meios de comunicação acessíveis assegura que os seus colaboradores são ouvidos e que consegue transmitir-lhes todas as informações que lhes dizem respeito. Além disso, uma boa comunicação interna garante que os objetivos corporativos são divulgados e compreendidos a todos os níveis da organização. 
  • Estimule o feedback e o envolvimento: incentive os seus colaboradores a participarem nos processos da empresa, a contribuirem com as suas ideias para eventuais mudanças ou melhorias. Ao encorajar a partilha de opiniões, os colaboradores sentem-se mais envolvidos e comprometidos e acreditam que são parte importante da estratégia global da empresa. 
  • Invista na formação e qualificação: organize palestras, reuniões e ações de formação que favoreçam a partilha de ideias e conhecimento junto dos colaboradores. Estas oportunidades de formação e de progressão na carreira devem ser dadas aos trabalhadores de todos os departamentos da organização. Investir no capital humano da sua empresa significa dotá-la de profissionais cada vez mais qualificados e preparados para levá-la a outro nível de eficiência.
  • Desenvolva meios de compensação e reconhecimento: os colaboradores devem sentir que o contributo que dão à empresa é reconhecido e devidamente recompensado. Este reconhecimento deve ser visível em termos monetários, sendo que os funcionários devem ser pagos proporcionalmente à sua experiência e às responsabilidades que detêm dentro da empresa. Adicionalmente à remuneração, pode implementar outras ações, como  prémios de produtividade, admitir um cumprimento mais flexível de horários ou praticar um horário mais reduzido no Verão, dar o dia de aniversário do colaborador, entre outras. 

Quando os colaboradores acreditam na empresa e estão envolvidos e comprometidos com as suas iniciativas tornam-se, invariavelmente, pessoas mais motivadas e mais leais e começam a promover, elas próprias, a mensagem da organização junto do seu público externo. É por este motivo que o marketing interno é um elemento crucial para o sucesso de qualquer organização.

Na PIS Marketing podemos ajudá-lo a implementar uma estratégia de marketing interno na sua empresa. Não hesite em contactar-nos!

Programas de Fidelização de Clientes: Exemplos e Vantagens

Atualmente vivemos num contexto no qual temos à nossa disposição uma quantidade quase ilimitada de opções quando pretendemos adquirir um produto ou serviço. Ao mesmo tempo que pode tornar-se um desafio para os clientes decidirem o que escolher, a dificuldade do lado dos comerciantes é conseguirem manter a sua oferta relevante e destacarem-se face à concorrência. 

Paralelamente, a generalidade das empresas constata que é muito mais difícil e mais caro adquirir um novo cliente do que manter um cliente já existente. Por essa razão é crucial que as marcas consigam garantir que os seus clientes estão satisfeitos ao ponto de se manterem fiéis e de continuarem a preferir os seus produtos/serviços em detrimento dos da  concorrência. 

Uma estratégia que muitas empresas têm adotado com o objetivo de fomentarem a lealdade dos seus clientes e de aumentarem a sua frequência de compra está relacionada com os chamados programas de fidelização. Um programa de fidelização tem o propósito de incentivar o consumidor a comprar várias vezes em troca de um determinado benefício oferecido pela empresa. Esse benefício pode ser um desconto numa compra futura, o acesso a prémios ou ofertas exclusivas, entre outros. 

Os programas de fidelização são amplamente usados por empresas de diferentes áreas de negócio. Em Portugal temos, por exemplo, o caso da TAP, que oferece descontos às pessoas que vão acumulando milhas, do Continente, que permite acumular um valor em cartão para descontar em compras futuras, ou da Prozis, que oferece pontos que podem ser trocados por diversas ofertas. Estes programas são também muito comuns em áreas como a restauração ou a estética, por exemplo. Todas estas ações possibilitam a criação de uma relação mais duradoura entre o consumidor e a marca, convertendo clientes pontuais em clientes mais recorrentes.

Vantagens dos Programas de Fidelização

  • Aumento do retorno: um cliente fiel que já tenha confiança na empresa está mais propenso a gastar mais.
  • Crescimento nas vendas: na expectativa de terem acesso aos benefícios, os clientes realizam compras mais frequentes.
  • Novos clientes: quando os clientes estão satisfeitos com uma determinada marca tendem a partilhar a sua experiência positiva com os seus amigos (e costuma dizer-se que a melhor publicidade é o “boca a boca”). Além disso, muitas empresas baseiam a sua estratégia de fidelização em programas de recomendação de novos clientes, o que também contribui para o surgimento do novos clientes. 
  • Diferenciação em relação à concorrência: um programa de fidelização aproxima o cliente da empresa, que desenvolve a ideia de que esta lhe traz mais vantagens do que as restantes. 
  • Custo reduzido: uma estratégia de fidelização é geralmente de fácil implementação e mais barata do que outras ações de marketing cujo objetivo seja atrair novos clientes. 

Ideias para Programas de Fidelização

1 – Sistema de pontos: é a estratégia mais comum, na qual os clientes vão ganhando pontos à medida que vão fazendo compras e que podem, posteriormente, trocar por um desconto ou por uma oferta especial. 

2 – Parcerias com outras marcas: podem ser uma boa opção quando pretende oferecer benefícios que geram valor para o cliente mas que vão além daquilo que a sua empresa pode oferecer. Por exemplo, imaginando que tem uma loja de roupa desportiva, pode criar uma parceria com um ginásio que ofereça um mês de livre-trânsito aos seus clientes. 

3 – Jogos e desafios: os programas de fidelização podem ter como base um concurso ou passatempo, o que pode tornar o processo de compra mais divertido e envolvente. 

Criar um programa de fidelização pode ser uma forma relevante de manter a lealdade dos clientes e de gerar valor de forma consistente ao longo do tempo. Não hesite em contactar-nos caso pretenda desenvolver uma estratégia de fidelização para a sua empresa!

Marketplaces: O que são e como podem potenciar o seu negócio

Não se pode dizer que seja uma realidade nova mas tem, sem dúvida, registado um crescimento nos últimos meses, sobretudo se pensarmos na realidade portuguesa. Marcas como a FNAC, a Worten e o KuantoKusta apostaram neste tipo de plataformas e, mais recentemente, foi a vez da Sonae e dos CTT se juntarem à lista de marketplaces já existentes no mercado com o Dott. 

Mas o que é, então, um marketplace? Marketplace remete-nos para um conceito coletivo de vendas, sendo uma espécie de shopping online no qual é possível encontrar diversas categorias de produto e várias marcas que disponibilizam os seus produtos. No fundo, é como se fosse um centro comercial mas num universo digital, sem espaço físico. Os marketplaces colocam ao dispor dos consumidores uma grande quantidade de produtos de várias lojas num único local (neste caso, num único website). 

Um marketplace distingue-se de um site de e-commerce (pode reler aqui o nosso artigo sobre e-commerce) na medida em que, no caso dos sites de e-commerce, nós entramos na loja virtual da marca e compramos um produto que é vendido e enviado por essa mesma marca – por exemplo, vamos ao site do El Corte Inglés e compramos uns ténis. Num marketplace entramos num site que pertence a uma empresa mas o produto que compramos é vendido e enviado por outra loja – por exemplo, vamos ao KuantoKusta e compramos uns ténis que são vendidos e expedidos pelo El Corte Inglés. 

Benefícios dos Marketplaces

Para os consumidores, um marketplace significa mais comodidade, uma vez que estes têm a possibilidade de ver ofertas de várias empresas e comparar preços e produtos numa única plataforma. Além disso, ao adquirirem produtos de diferentes fornecedores, efetuam um pagamento único, ao invés de passarem por múltiplos processos de pagamento em vários sites. 

Para os vendedores, as vantagens associadas à presença num marketplace também são consideráveis: 

  • Visibilidade: as empresas obtêm maior divulgação e notoriedade, conseguindo alcançar potenciais clientes que poderiam não conhecer os seus produtos por outra via nem chegar diretamente à sua loja. Além disso, podem conseguir atingir pessoas que iam à procura de outros produtos mas que, por acaso, viram os seus e ficaram interessados (tal como acontece num shopping convencional). 
  • Diversificação dos canais de venda: um marketplace é um recurso útil para as empresas alavancarem as suas vendas na Internet, uma vez que constitui um canal adicional através do qual é possível fazer chegar os produtos aos consumidores. Este novo canal pode ter um impacto significativo no volume de vendas e de faturação. 
  • Investimento reduzido: existe uma certa facilidade de entrada nestas plataformas e, geralmente, sem custos fixos associados (são apenas cobradas comissões por cada transação). Adicionalmente, vender num marketplace afasta custos relacionados com desenvolvimentos informáticos – uma vez que a loja virtual e todos os processos inerentes já estão montados – e não exige tantos esforços com marketing e publicidade.
  • Possibilidade de internacionalização do negócio: um marketplace pode ser uma forma relativamente simples de comercializar os produtos para qualquer parte do mundo, como é o caso de vender na Amazon, por exemplo. 

Têm sido atribuídas, igualmente, algumas desvantagens aos marketplaces, que estão relacionadas com o facto de os produtos serem disponibilizados por inúmeros fornecedores. Isso faz com que, muitas vezes, a informação dos produtos não seja comparável e os prazos de entrega variem muito entre si, o que pode resultar numa má experiência para os utilizadores.

Ainda assim, as potencialidades de estar presente num marketplace são significativas e não devem ser descuradas do ponto de vista da visibilidade e lucratividade que podem representar para as empresas.

Nesse sentido, caso pretenda saber mais sobre a venda de produtos num marketplace, não hesite em contactar-nos!

Jornada do Consumidor: O que é e como mapear

Já tínhamos mencionado aqui o mapeamento da jornada do consumidor como uma das principais tendências para o ano de 2019 em termos de marketing digital. Mas o que será, então, a jornada do consumidor? E qual a sua importância para a definição de uma estratégia de marketing eficaz?

A jornada do consumidor é uma representação do caminho que um cliente, ou potencial cliente, percorre até alcançar um determinado objetivo estabelecido pela sua empresa, sendo o mais comum a compra. Trata-se de conseguir identificar todos os touchpoints (pontos de contacto) através dos quais o cliente interage com o seu negócio, desde o momento em que surge a necessidade (por exemplo, “quero trocar de carro”) até ao momento em que concretiza a compra do automóvel no seu stand.  

Atualmente, existe uma grande diversidade de pontos de contacto através dos quais os clientes ou potenciais clientes podem interagir com o nosso negócio, pelo que é fundamental percebermos se estamos a atuar de forma eficaz em cada um deles. Por exemplo, estamos a disponibilizar de forma clara e acessível os contactos da nossa empresa quando o cliente os procura na Internet? Estamos a prestar um apoio ao cliente esclarecedor quando nos faz questões no Facebook ou noutras redes sociais? Estamos a garantir um bom serviço de pós-venda depois de o cliente comprar o nosso produto/serviço?

Como mapear?

Mapear a jornada do consumidor ajuda as empresas a terem uma noção mais exata das motivações e das necessidades dos seus clientes, permitindo, se necessário, ajustar a estratégia desenvolvida em cada etapa dessa jornada no sentido de maximizar o sucesso.

E mapear significa, efetivamente, materializar estas ideias numa tabela ou num esquema. A sua estrutura pode variar em função da área de negócio da empresa ou da natureza dos produtos/serviços em questão. Não existe uma maneira certa nem errada de fazê-lo. 

Ainda assim, propomos um exemplo de mapa em tabela que pode ser um template útil. Esta tabela desdobra a jornada do consumidor em cinco fases: i) a descoberta (de que existe uma necessidade), ii) a pesquisa (de produtos/serviços que satisfaçam essa necessidade), iii) a compra, iv) a entrega e v) o pós-venda

Para cada uma dessas etapas importa clarificar os seguintes pontos: 

  1. Tarefas: O que é que o cliente pretende alcançar nesta fase? Por exemplo, saber mais informações, comprar o produto, trocar ou devolver o produto, etc.
  2. Questões: O que é que o cliente pretende saber nesta fase? Por exemplo, o preço do produto, as suas características técnicas, se tem garantia, etc.
  3. Touchpoints: Como é que o cliente interage com a empresa nesta fase? Por exemplo, através do website da empresa, das redes sociais, da loja física, dos comerciais, etc.
  4. Emoções: Como é que o cliente se sente nesta fase? Por exemplo, frustrado com o preço elevado, satisfeito com a qualidade do produto, etc.
  5. Fraquezas: Em que aspetos é que a empresa dececiona o cliente nesta fase? Por exemplo, os nossos produtos são caros, não temos informação suficiente no nosso website, não temos uma loja online, não temos um bom serviço de apoio ao cliente por telefone, etc.
  6. Influências: Quem ou o quê está a ajudar no processo de decisão do cliente nesta fase? Por exemplo, outros clientes que já compraram o produto e recomendaram, uma newsletter que receberam ou um anúncio que viram, etc. 
Fig. 1: Exemplo de mapeamento da jornada do consumidor.

Definir a jornada do consumidor significa colocar o cliente no centro do pensamento estratégico da organização. O que, no fundo, deveria acontecer sempre, uma vez que a preocupação central de cada empresa deve ser resolver os problemas/necessidades dos clientes e incentivá-los a desenvolverem uma relação relevante e duradoura com os seus produtos ou serviços.

Não hesite em contactar-nos caso tenha interesse em mapear a jornada do consumidor do seu negócio!