O Algoritmo do Facebook

A rede social criada por Mark Zuckerberg, com mais de dois biliões de utilizadores, altera com frequência o seu algoritmo.

A verdade é que tudo o que acontece nesta rede tem um porquê, e o Facebook trabalha incansavelmente para entregar a todos conteúdos relevantes e relacionados com o seu estilo de vida.

As principais características da ultima revisão do algoritmo são relativas à forma como o conteúdo é apresentado no feed de notícias de cada utilizador. Essencialmente, as publicações de amigos e familiares são privilegiadas em detrimento de conteúdos partilhados por páginas de marcas e organizações.

Segundo o fundador, num comunicado oficial, o objetivo desta alteração é garantir que “o tempo que se despende no Facebook tem qualidade. (…) o foco passa a ser ajudar o utilizador a encontrar conteúdo relevante, que o leve a ter interações sociais com mais significado”.

Como funciona o algoritmo do Facebook?

Chama-se EdgeRank e é ele quem determina tudo aquilo que é mostrado aos utilizadores a partir de factores como:

Aquilo onde coloca “gosto”;

Aquilo com que interage mais;

Aquilo que partilha;

Em que páginas deixa os seus comentários;

Os perfis e páginas que segue.

É precisamente por este algoritmo que a experiência no Facebook é sempre tão agradável. Por exemplo, se costuma gostar de determinados perfis, o EdgeRank entende que deve priorizar essas publicações para si.

É fundamental para as empresas entenderem esta dinâmica. As empresas dependem destes algoritmos para que as suas publicações atinjam o maior número de pessoas possível e é preciso que essas publicações apareçam em primeiro no feed das pessoas certas.

COVID-19: Como devem as empresas gerir o marketing num momento de crise?

Durante os últimos tempos, fomos confrontados com uma situação para a qual nenhum de nós estava preparado. As mudanças repentinas que o surto de COVID-19 nos obrigou a fazer nas nossas empresas, nas equipas e nas rotinas, transformaram a nossa gestão de vida pessoal e profissional.

Esta mudança refletiu-se também nas estratégias de comunicação das empresas. As empresas tiveram de se focar na “comunicação de crise”. 

Num momento de crise, mas igualmente de oportunidades, as agências são as aliadas das marcas no combate ao COVID-19 e é dessa forma que se devem posicionar. A experiência diz-nos que, tal como aconteceu em crises económicas anteriores, as empresas tendem a “cortar” em tudo, sobretudo no marketing. No entanto, está provado que as marcas que mantiveram o seu investimento em marketing e em comunicação saíram reforçadas destas mesmas crises. Mais do que nunca, é hora de transmitir confiança e tranquilidade, de reforçar os laços com os clientes atuais e potenciais!

Neste cenário, as empresas enfrentam 3 grandes desafios de comunicação:

  1. Devemos continuar a investir na comunicação da marca?

    As marcas devem continuar a investir na sua comunicação, mas ajustando a estratégia, ou seja, a atuação deve sustentar-se na criação / reforço da confiança com os atuais e potenciais clientes através de uma comunicação proativa, transparente, rigorosa e relevante nos canais da empresa.
    Uma comunicação eficaz e eficiente é a chave para manter a relação com os clientes neste momento de crise – mais do que nunca, a prioridade das marcas deve ser manter os clientes próximos e, assim, saírem reforçadas desta crise!

  2. Devemos continuar a investir no digital?

    Sim, mais do que nunca é importante continuar a estar presente nos resultados das pesquisas, no entanto, o desafio é a aplicação de uma nova abordagem das marcas no mundo digital, explorando novas plataformas, apps, etc.
    Para as empresas com lojas online, é uma excelente oportunidade para apostar nas entregas em casa, para oferecer mais flexibilidade, contudo, devem certificar-se que os stocks apresentados estão disponíveis e que a informação relativa às expedições de encomendas esteja clara e rigorosamente atualizada para evitar uma má experiência de compra do cliente. Por outro lado, esta crise pode significar uma oportunidade para os negócios que não têm loja online, por exemplo, restaurantes com serviço de entrega ao domicílio, lojas de vestuário com vendas online, entre outros.
    Uma das ações importantes é manter sempre atualizados os dados da empresa nos canais online, tais como a atualização dos Horários no Google Business ou ter especial atenção aos anúncios ativos com extensões de chamada, caso a empresa esteja encerrada e não houver atendimento telefónico.

  3. Como devemos comunicar nas redes sociais?

    Em período de distanciamento social, as redes sociais são o maior aliado das pessoas e, consequentemente, aproximam as marcas dos clientes e seguidores das suas páginas.
    No entanto, as marcas devem ajustar a estratégia de conteúdos ao consumidor e ao momento que estamos a viver, seja na mudança do tom de voz das mensagens, passar definitivamente de uma comunicação focada no “eu” para o “nós”. Os formatos dos conteúdos devem também ser repensados, uma vez que as pessoas estão isoladas e, por isso, têm mais necessidade de consumir conteúdos, desde a informação ao entretenimento, nomeadamente na produção de vídeos que geram mais “engagement”.
    O contexto – individual e global – é o fator que mais importa considerar na gestão das redes sociais neste período. De facto, ignorar o contexto levará a marca a uma desconexão emocional, e “o marketing que não é humano está condenado à morte”.

Como será o Consumidor Após a Covid-19?

2020 trouxe-nos novas formas de olhar para o mundo e para a vida. A pandemia do novo Coronavírus abalou o mundo e as previsões para o futuro não são animadoras no que diz respeito à economia. Que impacto terá a crise global gerada pela COVID-19 na evolução das marcas e dos consumidores? A crise vai acelerar algumas tendências e algo vai mudar no comportamento dos consumidores daqui em diante.

  1. Incerteza e Procura de Segurança

    O isolamento vai ficar marcado na mente dos consumidores e isso vai influenciar as suas preferências. Tal como aconteceu após a crise de 2008, o consumo após o coronavírus vai ser permeado de incertezas e procura pela segurança.
  2. Consciência Pessoal

    Os consumidores estão mais conscientes do que os rodeia e do seu bem estar individual. As marcas terão de se adaptar às expectativas dos consumidores. Já estamos a testemunhar um “boom” de conteúdos à volta do mindfulness e do fitness.
  3. Consumo Digital e Criatividade

    O acesso às entregas, as compras online, o lazer virtual e as plataformas de videoconferência estão a reeducar os hábitos do consumidor e estão a provocar uma mudança para o mundo digital mais rápida que o esperado. Por outro lado, a interação entre pessoas está a reduzir. O isolamento está a promover a criatividade das pessoas nas redes sociais, uma vez que estas não estão apenas a consumir, mas estão também a produzir o seu próprio entretenimento.
  4. A sustentabilidade ambiental

    O debate sobre a sustentabilidade ambiental, que recentemente teve tanta importância, será provavelmente ofuscado por outras prioridades relacionadas com segurança e saúde pessoal.
  5. Consumidores mais exigentes

    Os consumidores aprendem cada vez mais depressa e procuram marcas mais significativas, mais úteis, que tornam a vida mais fácil e mais simples. A transparência das marcas, também passa a ser um fator prioritário, devido à situação da pandemia, o consumidor sente necessidade de informações constantes.


Esta crise veio criar novas formas de entretenimento familiar, aprendizagem e gestão de emoções. Veio reforçar o papel dos relacionamentos afectivos e da construção de valores de equipa nas empresas. O trabalho conjunto supera adversidades. 

O consumo desenfreado em consonância com a possível estagnação do crescimento económico irá afectar o bem estar pessoal e relacional. É importante adoptar novas estratégias para chegar ao consumidor. Conte com a PIS – Consultoria de Marketing.

Instagram: Conheça as 10 contas com mais seguidores em todo o mundo

Com mais de 500 milhões de utilizadores diariamente em todo o mundo, o Instagram está, atualmente, no topo das redes sociais mais usadas. Seja para partilhar conteúdos com amigos e familiares, para interagir com marcas ou para seguir celebridades ou influenciadores, o Instagram é uma plataforma altamente popular à escala global. 

Descubra quais são as dez contas com mais seguidores a nível mundial.

10 – Neymar (131 milhões de seguidores) 

É o primeiro dos três futebolistas que integram esta lista. Como tal, grande parte das suas partilhas estão relacionadas com jogos, treinos e outros momentos ligados ao futebol. Além disso, partilha conteúdos das marcas pelas quais é patrocinado e também momentos com a família e os amigos.

9 – Beyoncé (137 milhões de seguidores)

A cantora aposta bastante no aspeto visual da sua conta de Instagram, partilhando conteúdos de forma estruturada e cuidada. As suas publicações incluem as suas performances, sessões fotográficas e também momentos mais pessoais. 

8 – Lionel Messi (140 milhões de seguidores) 

Depois de Neymar, o segundo jogador de futebol mais seguido no Instagram é o argentino Messi. Como seria expectável, as suas publicações exibem os jogos e treinos, mas também eventos nos quais participa e momentos de lazer. 

7 – Kim Kardashian (156 milhões de seguidores)

Já foi considerada uma das pessoas mais influentes do mundo, pelo que é natural que se encontre na lista das contas de Instagram com mais seguidores. Kim Kardashian partilha inúmeros momentos em família e aproveita, igualmente, para promover a sua marca de produtos de beleza KKW. 

6 – Kylie Jenner (157 milhões de seguidores) 

A irmã mais nova do clã Kardashian-Jenner é, também, uma das pessoas com mais seguidores no Instagram. Utiliza a sua plataforma para promover a sua marca de cosméticos mas também para partilhar vários momentos do seu dia-a-dia com amigos, familiares e, especialmente, a sua filha. 

5 – Selena Gomez (165 milhões de seguidores) 

Tendo iniciado a sua carreira artística muito cedo, Selena Gomez é agora uma das celebridades mais seguidas no Instagram. Além de publicações relacionadas com o seu trabalho e com o seu dia-a-dia, a cantora aproveita para sensibilizar os seus seguidores para diversas questões humanitárias.

4 – Dwayne Johnson – The Rock (167 milhões de seguidores) 

O ator e produtor, cujo passado está também ligado ao wrestling, possui uma das mais populares contas de Instagram do mundo. Como tal, o seu perfil é composto por conteúdos relacionados com as gravações, com os treinos no ginásio, mas também por momentos em família.

3 – Ariana Grande (171 milhões de seguidores) 

Entrando no pódio, o terceiro lugar é ocupado pela cantora Ariana Grande que se torna, também, na mulher com mais seguidores no Instagram no mundo. Estes podem encontrar partilhas das suas atuações, dos seus novos trabalhos, mas também de momentos mais pessoais.

2 – Cristiano Ronaldo (197 milhões de seguidores) 

Em segundo lugar encontramos o português Cristiano Ronaldo, que é uma das maiores estrelas desportivas mundiais e tornou-se, por consequência, uma celebridade em termos globais. A sua conta no Instagram inclui um misto de conteúdos relacionados com o futebol mas também muitos momentos de lazer em família.

1 – Instagram (326 milhões de seguidores) 

Com mais de 300 milhões de seguidores chegamos ao primeiro lugar das contas de Instagram mais populares, que é ocupado, precisamente, pela conta oficial do próprio Instagram. Aqui são compilados os perfis, hashatgs, posts e tendências mais relevantes para os utilizadores, pelo que é uma conta interessante de acompanhar.

Estas são as contas de Instagram com maior popularidade a nível mundial. Segue alguma?

Gostaria de ter mais seguidores na sua? Contacte-nos e podemos ajudá-lo a implementar uma estratégia de crescimento para esta rede social. 

Customer Experience: Como Proporcionar a Melhor Experiência Possível aos seus Clientes

A experiência do cliente pode ser definida como o conjunto de perceções que um cliente tem   em relação a uma empresa em resultado da sua interação com ela.

Como referimos neste artigo sobre a Jornada do Consumidor, existem diversos touchpoints através dos quais clientes ou potenciais clientes podem interagir com o seu negócio (como navegar no seu website, comprar um produto na sua loja física, ligar para o seu serviço de apoio ao cliente, etc). E cada um deles pode resultar numa determinada experiência para o cliente, que pode ser mais ou menos positiva.

Neste sentido, as empresas devem ter a preocupação constante de proporcionar a melhor experiência possível aos seus clientes em todas as fases da sua interação: antes, durante e após a compra.

A lógica é simples: quanto mais satisfeitos e agradados com a sua empresa os clientes estiverem, maior a probabilidade de se fidelizarem e de recomendarem os seus produtos e/ou serviços a familiares e amigos. Por essa razão, uma boa customer experience pode ser a sua maior vantagem competitiva.

Vantagens de uma boa customer experience

  • Maior credibilidade: o facto de os clientes terem boas experiências com a sua empresa reforça a perceção de que esta é de confiança;
  • Fidelização: a taxa de retenção de clientes aumenta quando estes têm experiências positivas, uma vez que ficam mais propensos a comprar novamente (lembre-se que adquirir um novo cliente é sempre mais caro do que manter um atual); 
  • Embaixadores da marca: clientes satisfeitos tendem a partilhar as suas experiências positivas, aumentando o word of mouth em torno da sua empresa;
  • Diferenciação: se as empresas conduzirem a sua estratégia com foco na experiência do cliente – e não apenas com foco nos atributos do produtos -, conseguem proporcionar-lhe uma experiência mais valiosa; 
  • Receita: como já vimos, clientes satisfeitos permitem às empresas aumentarem as suas receitas, não só porque se tornam clientes recorrentes mas também porque ajudam a angariar novos clientes.

Como proporcionar uma boa experiência aos clientes?

1 – Ouvindo o que estes têm a dizer: peça feedback sobre os seus produtos e/ou serviços, procurando perceber o que está bem e o que pode ser melhorado. 

2 – Criando uma ligação emocional: estabeleça uma relação de confiança e, acima de tudo, personalizada.

3 – Honrando os compromissos: não se comprometa com coisas que não pode fazer.

4 – Sendo criativo e diferenciado: procure conhecer bem os seus clientes para que consiga surpreendê-los e proporcionar-lhes algo diferente. 

Quando se trata da experiência do cliente, cada detalhe conta. Desde o momento em que um potencial cliente pesquisa pelo seu produto no Google e encontra o seu website, ou entra na sua loja, ou compra um produto que pode ou não corresponder às expetativas. Existem muitos aspetos a ter em consideração em cada etapa do funil de vendas. 

Não hesite em contactar-nos caso pretenda identificar e implementar uma estratégia para melhorar a experiência dos seus clientes. 

Pinterest: O que é e como funciona esta rede social

Inspirar a vida das pessoas. É este o objetivo do Pinterest. Com mais de 250 milhões de utilizadores todos os meses, o Pinterest pode não ser um motor de busca mas é, definitivamente, uma plataforma na qual as pessoas procuram ideias, inspirações e soluções para algo na sua vida. 

O que é, exatamente, o Pinterest?

O Pinterest é uma rede social que permite aos seus utilizadores descobrirem, partilharem e salvarem ideias sobre as mais variadas áreas como moda, beleza, decoração, receitas, do it yourself, entre muitas outras. Esta rede social tem um caráter altamente visual, uma vez que os conteúdos publicados são maioritariamente imagens, vídeos e infografias.

Em alguns casos os utilizadores do Pinterest podem estar à procura de produtos e/ou serviços que são exatamente aqueles que a sua empresa disponibiliza. Daí que, em determinadas áreas de negócio, seja importante ter uma estratégia nesta rede social. 

Como funciona o Pinterest?

Pins: No Pinterest, as publicações chamam-se pins. Os pins são as ideias que os utilizadores desta rede social publicam e/ou guardam de outras páginas/utilizadores. Ao clicarmos num pin, somos direcionados para o site ou blog que publicou esse conteúdo, o que torna o Pinterest um meio relevante para gerar mais visitas no seu website.

Boards: À medida que os utilizadores vão guardando vários pins, estes podem ser organizados em álbuns. Imaginando que estamos no Pinterest à procura de ideias de decoração para a nossa sala, podemos criar um board no nosso perfil chamado “Decoração” onde incluímos todas as ideias que queremos guardar desse tema.

Feed: O feed do Pinterest é muito semelhante ao do Facebook ou do Instagram. É uma página inicial na qual vão aparecendo os pins publicados por páginas/pessoas/categorias que seguimos e onde podemos pesquisar ideias concretas na barra de pesquisa (por exemplo, “decoração sala de estar”). 

Porquê estar presente no Pinterest?

  • Visibilidade: especialmente para empresas que tenham uma loja online, o Pinterest pode ser uma ferramenta determinante para dar visibilidade a esses produtos e para aumentar as visitas ao site (de pessoas que estão, efetivamente, à procura daquilo que a sua empresa oferece).
  • SEO: o Pinterest é considerado uma das melhores redes sociais no que diz respeito a melhorar o posicionamento dos sites nos motores de busca. Caso os conteúdos publicados estejam bem otimizados (com bons títulos, descrições, etc), a presença nesta rede social pode aumentar consideravelmente o seu tráfego orgânico. 
  • Segmentação de mercado: estar presente no Pinterest irá ajudá-lo a perceber os gostos e as preferências dos consumidores, o que poderá dar indicadores importantes para o desenvolvimento da sua estratégia comercial. 

Talvez o Pinterest seja uma rede social ligeiramente desconhecida para si, mas pode dar um contributo importante para a visibilidade do seu negócio. Sobretudo se este depender de vendas online. 

Caso tenha interesse em criar uma estratégia no Pinterest para a sua empresa não hesite em contactar-nos. 

Facebook & Instagram – 10 Estatísticas que Precisa de Conhecer em 2020

Parece-nos óbvio que, quando pensamos em qualquer estratégia de marketing, esta deve ser implementada nos meios mas eficazes para atingir o nosso público-alvo. Enquanto marcas temos de estar presentes onde é expectável que o nosso target também esteja. E o mais certo é a sua audiência estar, neste exato momento, a ver o feed de notícias do Facebook ou a partilhar uma story no Instagram.

O Facebook e o Instagram são duas das redes sociais mais importantes em todo o mundo, registando um crescimento permanente em termos de utilizadores. 

Por essa razão, apresentamos-lhe de seguida 10 estatísticas sobre o Facebook e o Instagram que reforçam a importância de estar presente nestas plataformas com uma estratégia relevante e bem definida.

Facebook

1 – O Facebook tem 2,41 mil milhões de utilizadores ativos por mês: é um crescimento de 8% face ao ano de 2018 e faz com que nenhuma outra rede social tenha um alcance tão elevado. 

2 – O Facebook é o terceiro site mais visitado no mundo: apenas antecedido do Google e do YouTube.

3 – O Facebook é a quinta aplicação mais descarregada na App Store: sendo que o Facebook Messenger é quarta, é fácil perceber a prevalência que esta rede social tem no dia-a-dia das pessoas, seja quando são ao computador ou no telemóvel.

4 – A faixa etária acima dos 65 anos é a que regista maior crescimento no Facebook: a utilização desta rede social por adolescentes tende a decrescer, ao mesmo tempo que tem vindo a aumentar nas pessoas com mais de 65 anos. 

5 – 74% dos utilizadores entram no Facebook diariamente: e mais de metade entram várias vezes durante o dia. Apenas 9% dos utilizadores acedem a esta rede social menos de uma vez por semana. 

Instagram:

1 – O Instagram é a segunda aplicação mais descarregada na Apple Store: apenas o YouTube registou mais downloads em 2018, o que torna evidente que o Instagram continua a atrair novos utilizadores. 

2 – 500 milhões de pessoas usam as Instastories diariamente: é incontestável a importância que esta ferramenta adquiriu junto dos utilizadores e, por conseguinte, deve também ter um papel central nas estratégias das marcas. 

3 – O utilizadores do Instagram são 52% mulheres e 48% homens: apesar de os utilizadores do Instagram serem quase igualmente homens e melhores, o mais importante é conseguir perceber se, entre os seus seguidores, existem mais homens ou mais mulheres. 

4 – 63% por utilizadores do Instagram acedem pelo menos uma vez por dia: e 42% entram várias vezes ao dia. Apenas 16% abrem esta rede social menos de uma vez por semana. 

5 – Os utilizadores do Instagram irão passar, em média, 28 minutos por dia nesta rede social em 2020: por oposição, o tempo passado no Facebook tem tendência a decrescer. 

Como podemos verificar, as estatísticas de utilização do Facebook e do Instagram são um indicador de que as marcas devem comunicar de forma consistente nestas redes sociais. Caso tenha interesse em desenvolver uma estratégia de redes sociais para a sua empresa não hesite em contactar-nos. 

Fonte: Hootsuite

Baby Boomers e Gerações X, Y e Z: Quem são e como alcançar cada uma delas

São inúmeros os fatores que influenciam o comportamento de compra dos consumidores. Esses fatores podem estar relacionados com a sua localização geográfica, com o género, o rendimento disponível, o nível de escolaridade, o estilo de vida, a personalidade, entre muitos outros. 

A idade acaba também por ser, logicamente, um elemento importante que determina as escolhas dos consumidores e a forma como eles se comportam nos diferentes mercados. Especialmente se tivermos em conta que, dependendo da idade que cada pessoa tem, ela passou por um determinado período em termos de tendências de consumo.

É neste sentido que as empresas precisam de conhecer as principais características de cada geração, de forma a poderem adaptar eficazmente os seus esforços de marketing a cada uma delas. Apresentamos, de seguida, as quatro gerações que têm vindo a ser estudadas no contexto do marketing.

1 – Baby Boomers

É a geração composta por pessoas que nasceram entre 1947 e 1964 e são os principais consumidores dos meios de comunicação tradicionais como a televisão, a rádio e os jornais. Concentram grande parte da riqueza mundial e dão prioridade à estabilidade, especialmente em termos profissionais. 

Comportamentos de compra: privilegiam a conveniência e, apesar de também comprarem online, preferem o envolvimento pessoal das lojas físicas. São, igualmente, seletivos no que diz respeito a recomendações e opiniões sobre as marcas. 

Como alcançá-los: as marcas que adotem uma estratégia omnicanal consistente (online e offline) irão, muito provavelmente, atingir este segmento de forma mais eficiente. 

2 – Geração X

As pessoas que integram a geração X nasceram entre 1965 e 1979. Embora não tenham um poder económico tão alto quanto a sua antecessora, é uma geração com fortes hábitos de consumo.

Comportamentos de compra: é uma geração focada em comprar os melhores produtos ao melhor preço. Confiam menos na comunicação das marcas do que os Baby Boomers sendo, no entanto, a geração de consumidores mais leais.

Como alcançá-los: este grupo gosta de fazer comparações com base em dados relevantes e dá importância às opiniões de outros consumidores acerca da qualidade dos produtos. Mais do que dizer que têm valor, é preciso que as marcas o demonstrem. Por isso é importante que estes consumidores encontrem reviews sobre os seus produtos em motores de busca e nas redes sociais.

3 – Geração Y (Millenials)

Este grupo nasceu entre os anos de 1980 e 1996 e caracteriza-se por ter migrado de um universo analógico para o universo digital. São as pessoas que viram a internet nascer e tornar o mundo e a informação cada vez mais velozes. Talvez por essa razão sejam muito mais flexíveis à mudança do que as gerações anteriores. Além disso, são adeptos da tecnologia e das redes sociais, que fazem parte do seu dia-a-dia.

Comportamentos de compra: os millenials valorizam as experiências em detrimento dos bens materiais e procuram conhecer as opiniões de pessoas conhecidas ou reviews online antes de comprarem algo. 

Como alcançá-los: o primeiro passo é ter uma boa reputação online. As suas redes sociais devem ser altamente envolventes e atualizadas, em especial o Facebook e o Instagram, que são as mais utilizadas por esta geração. 

4 – Geração Z

Integram esta geração as pessoas que nasceram entre 1997 e 2015 e que, por isso, têm a internet no seu ADN. São os primeiros nativos digitais, uma vez que não se lembram da sua vida sem internet, e porque para eles não existe divisão entre o online e o offline. É uma geração altamente conectada que usa reiteradamente o YouTube e o Snapchat.

Comportamentos de compra: as redes sociais têm uma grande importância nos seus hábitos de consumo mas, uma vez que ainda são jovens, dependem da ajuda dos seus amigos e familiares para concretizarem as suas decisões de compra. 

Como alcançá-los: dê primazia a parcerias com influenciadores digitais e também aos conteúdos em vídeo para promover a sua marca. Estes são os dois elementos que mais irão chamar a atenção dos consumidores desta geração. 

Como podemos perceber, cada geração tem as suas especificidades em termos de hábitos de consumo e de relação com as marcas. Por isso, uma estratégia de marketing que funcione com uma não irá necessariamente funcionar nas outras. É fundamental que as empresas percebam como ajustar o seu discurso para atingirem cada uma delas de forma eficaz e relevante. 

Marketing Digital: Seis Tendências para 2020

Com os constantes avanços tecnológicos e a rapidez com que surgem novas atualizações, novas técnicas e novos algoritmos, os profissionais de marketing – com especial foco naqueles que desenvolvem estratégias de marketing digital – têm o desafio cada vez mais acrescido de se manterem atualizados.

Com uma nova década a aproximar-se, estas são algumas das tendências digitais que irão marcar o ano de 2020.

1 – Pesquisa de Voz

Por ser mais prática e mais conveniente, a pesquisa por voz está a ganhar cada vez mais preponderância nas pesquisas online. Por isso mesmo, é uma tendência que os marketers não vão poder ignorar. 

Há vários aspetos a ter em conta no sentido de otimizar os sites para a pesquisa por voz, mas a mais importante está relacionada com a utilização de keywords “long tail” ao invés das keywords mais reduzidas (por exemplo, “onde comprar sapatos de pele” em vez de “sapatos de pele”).

2 – Realidade Virtual e Realidade Aumentada

A realidade virtual e a realidade aumentada têm-se tornado tendências emergentes e bastante populares no seio do marketing. Por exemplo, o Ikea tem uma aplicação móvel na qual os utilizadores podem antever como ficará uma determinada peça de mobiliário na sua casa antes de a comprarem.

Até agora a realidade virtual tem sido mais utilizada mas prevê-se que a partir de 2020 a realidade aumentada a supere em termos de popularidade. 

3 – Lojas Online integradas nas Redes Sociais

As redes sociais tornaram-se uma parte integral das estratégias de marketing digital, não só pela importância que representam em termos sociais mas também porque começaram a incorporar funcionalidades do comércio eletrónico. Hoje em dia é frequente vermos publicações no Facebook ou no Instagram nas quais é possível ver informações dos produtos e comprá-los diretamente na aplicação.

Esta integração das lojas online com as plataformas de e-commerce vai ser uma grande tendência em 2020. 

4 – Conteúdos Interativos

Os consumidores atuais são cada vez mais exigentes na sua relação com as marcas e procuram experiências diferenciadoras, particularmente online. Isso significa que as marcas têm de desenvolver conteúdos mais criativos e interativos de forma a criar maior envolvimento com a sua comunidade. 

Alguns exemplos de conteúdos interativos podem ser vídeos 360º, diretos, quizzes,  passatempos, sondagens, entre outros. 

5 – Apps de Mensagens

Em 2020 muitas empresas irão focar-se em colocar plataformas de mensagens ao serviço dos seus negócios. Aplicações como o WhatsApp ou o We Chat estão a ganhar cada vez mais popularidade entre os consumidores e permitem um contacto mais rápido e instantâneo do que o e-mail, por exemplo.

Além disso, fomentam uma interação altamente personalizada e individualizada, o que acrescenta valor à experiência que  o cliente tem com a marca. 

6 – Personalização

Os consumidores tendem a desligar-se cada vez mais de anúncios com os quais não tenham grande conexão, o que faz com que as estratégias de marketing tradicionais sejam menos efetivas. A solução é apostar cada vez mais na personalização da comunicação, que será verdadeiramente o ponto-chave para o sucesso do marketing digital em 2020.

É importante que os profissionais de marketing e gestores das marcas estejam a par destas tendências e ajustem frequentemente as suas estratégias de modo a que as incorporem e tenham um impacto efetivo junto dos clientes.

Recrutamento: Designer Gráfico

Pretendes trabalhar em Design de Comunicação? Temos a oportunidade perfeita para ti!

 Estágio Profissional para Designer Gráfico e/ou de Comunicação (M/F)

Cargo: Designer Gráfico/Comunicação

Localização: Benedita, Alcobaça – Leiria


Descrição das Funções:
– Desenvolvimento criativo e estratégico de conceitos de design;
– Acompanhamento e construção da identidade visual de novas marcas;
– Desenvolvimento de materiais de comunicação para marcas de diferentes áreas de negócio, tanto para meios tradicionais (brochuras, cartões de visita, catálogos, etc) como digitais (redes sociais, banners, etc);
– Preparação e produção, tratamento digital e arte final para impressão de diversos materiais de comunicação;
– Criação de conteúdos em formato de vídeo, com tratamento e edição de imagem (valorizado).


Requisitos: 
– Habilitações académicas ao nível da licenciatura em Design Gráfico/Comunicação ou outra relevante para a função;
– Domínio de Photoshop e Illustrator;
– Criatividade e perfecionismo; 
– Proatividade e sentido crítico;
– Capacidade de trabalho em equipa e espírito de iniciativa;
– Capacidade de organização e auto-motivação;
– Conhecimentos mínimos da língua inglesa;
– Elegibilidade para estágio profissional de nível 6 ao abrigo do IEFP.

– Criatividade e perfecionismo; 
– Proatividade e sentido crítico;
– Capacidade de trabalho em equipa e espírito de iniciativa;
– Capacidade de organização e auto-motivação;
– Conhecimentos mínimos da língua inglesa;
– Elegibilidade para estágio profissional de nível 6 ao abrigo do IEFP.

O que oferecemos: 
– Integração em empresa de consultoria de marketing em crescimento no mercado;
– Possibilidade de colaborar ativamente na construção de marcas de diferentes áreas de negócio;
– Participação em projetos de âmbito nacional e internacional;
– Oportunidade de crescimento profissional e progressão na carreira. 

Candidatura:Enviar CV e portfólio para geral@pismarketing.pt com o título “PIS Marketing – Candidatura Design”