Facebook & Instagram – 10 Estatísticas que Precisa de Conhecer em 2020

Parece-nos óbvio que, quando pensamos em qualquer estratégia de marketing, esta deve ser implementada nos meios mas eficazes para atingir o nosso público-alvo. Enquanto marcas temos de estar presentes onde é expectável que o nosso target também esteja. E o mais certo é a sua audiência estar, neste exato momento, a ver o feed de notícias do Facebook ou a partilhar uma story no Instagram.

O Facebook e o Instagram são duas das redes sociais mais importantes em todo o mundo, registando um crescimento permanente em termos de utilizadores. 

Por essa razão, apresentamos-lhe de seguida 10 estatísticas sobre o Facebook e o Instagram que reforçam a importância de estar presente nestas plataformas com uma estratégia relevante e bem definida.

Facebook

1 – O Facebook tem 2,41 mil milhões de utilizadores ativos por mês: é um crescimento de 8% face ao ano de 2018 e faz com que nenhuma outra rede social tenha um alcance tão elevado. 

2 – O Facebook é o terceiro site mais visitado no mundo: apenas antecedido do Google e do YouTube.

3 – O Facebook é a quinta aplicação mais descarregada na App Store: sendo que o Facebook Messenger é quarta, é fácil perceber a prevalência que esta rede social tem no dia-a-dia das pessoas, seja quando são ao computador ou no telemóvel.

4 – A faixa etária acima dos 65 anos é a que regista maior crescimento no Facebook: a utilização desta rede social por adolescentes tende a decrescer, ao mesmo tempo que tem vindo a aumentar nas pessoas com mais de 65 anos. 

5 – 74% dos utilizadores entram no Facebook diariamente: e mais de metade entram várias vezes durante o dia. Apenas 9% dos utilizadores acedem a esta rede social menos de uma vez por semana. 

Instagram:

1 – O Instagram é a segunda aplicação mais descarregada na Apple Store: apenas o YouTube registou mais downloads em 2018, o que torna evidente que o Instagram continua a atrair novos utilizadores. 

2 – 500 milhões de pessoas usam as Instastories diariamente: é incontestável a importância que esta ferramenta adquiriu junto dos utilizadores e, por conseguinte, deve também ter um papel central nas estratégias das marcas. 

3 – O utilizadores do Instagram são 52% mulheres e 48% homens: apesar de os utilizadores do Instagram serem quase igualmente homens e melhores, o mais importante é conseguir perceber se, entre os seus seguidores, existem mais homens ou mais mulheres. 

4 – 63% por utilizadores do Instagram acedem pelo menos uma vez por dia: e 42% entram várias vezes ao dia. Apenas 16% abrem esta rede social menos de uma vez por semana. 

5 – Os utilizadores do Instagram irão passar, em média, 28 minutos por dia nesta rede social em 2020: por oposição, o tempo passado no Facebook tem tendência a decrescer. 

Como podemos verificar, as estatísticas de utilização do Facebook e do Instagram são um indicador de que as marcas devem comunicar de forma consistente nestas redes sociais. Caso tenha interesse em desenvolver uma estratégia de redes sociais para a sua empresa não hesite em contactar-nos. 

Fonte: Hootsuite

Baby Boomers e Gerações X, Y e Z: Quem são e como alcançar cada uma delas

Vamos saber o que são Baby Bommers e as Gerações X, Y e Z, e como alcançá-las!

São inúmeros os fatores que influenciam o comportamento de compra dos consumidores. Esses fatores podem estar relacionados com a sua localização geográfica, com o género, o rendimento disponível, o nível de escolaridade, o estilo de vida, a personalidade, entre muitos outros. 

A idade acaba também por ser, logicamente, um elemento importante que determina as escolhas dos consumidores e a forma como eles se comportam nos diferentes mercados. Especialmente se tivermos em conta que, dependendo da idade que cada pessoa tem, ela passou por um determinado período em termos de tendências de consumo.

É neste sentido que as empresas precisam de conhecer as principais características de cada geração, de forma a poderem adaptar eficazmente os seus esforços de marketing a cada uma delas. Apresentamos, de seguida, as quatro gerações que têm vindo a ser estudadas no contexto do marketing.

Baby Bommers e Gerações XYZ

1 – Baby Boomers

É a geração composta por pessoas que nasceram entre 1947 e 1964 e são os principais consumidores dos meios de comunicação tradicionais como a televisão, a rádio e os jornais. Concentram grande parte da riqueza mundial e dão prioridade à estabilidade, especialmente em termos profissionais. 

Comportamentos de compra: privilegiam a conveniência e, apesar de também comprarem online, preferem o envolvimento pessoal das lojas físicas. São, igualmente, seletivos no que diz respeito a recomendações e opiniões sobre as marcas. 

Como alcançá-los: as marcas que adotem uma estratégia omnicanal consistente (online e offline) irão, muito provavelmente, atingir este segmento de forma mais eficiente. 

2 – Geração X

As pessoas que integram a geração X nasceram entre 1965 e 1979. Embora não tenham um poder económico tão alto quanto a sua antecessora, é uma geração com fortes hábitos de consumo.

Comportamentos de compra: é uma geração focada em comprar os melhores produtos ao melhor preço. Confiam menos na comunicação das marcas do que os Baby Boomers sendo, no entanto, a geração de consumidores mais leais.

Como alcançá-los: este grupo gosta de fazer comparações com base em dados relevantes e dá importância às opiniões de outros consumidores acerca da qualidade dos produtos. Mais do que dizer que têm valor, é preciso que as marcas o demonstrem. Por isso é importante que estes consumidores encontrem reviews sobre os seus produtos em motores de busca e nas redes sociais.

3 – Geração Y (Millenials)

Este grupo nasceu entre os anos de 1980 e 1996 e caracteriza-se por ter migrado de um universo analógico para o universo digital. São as pessoas que viram a internet nascer e tornar o mundo e a informação cada vez mais velozes. Talvez por essa razão sejam muito mais flexíveis à mudança do que as gerações anteriores. Além disso, são adeptos da tecnologia e das redes sociais, que fazem parte do seu dia-a-dia.

Comportamentos de compra: os millenials valorizam as experiências em detrimento dos bens materiais e procuram conhecer as opiniões de pessoas conhecidas ou reviews online antes de comprarem algo. 

Como alcançá-los: o primeiro passo é ter uma boa reputação online. As suas redes sociais devem ser altamente envolventes e atualizadas, em especial o Facebook e o Instagram, que são as mais utilizadas por esta geração. 

4 – Geração Z

Integram esta geração as pessoas que nasceram entre 1997 e 2015 e que, por isso, têm a internet no seu ADN. São os primeiros nativos digitais, uma vez que não se lembram da sua vida sem internet, e porque para eles não existe divisão entre o online e o offline. É uma geração altamente conectada que usa reiteradamente o YouTube e o Snapchat.

Comportamentos de compra: as redes sociais têm uma grande importância nos seus hábitos de consumo mas, uma vez que ainda são jovens, dependem da ajuda dos seus amigos e familiares para concretizarem as suas decisões de compra. 

Como alcançá-los: dê primazia a parcerias com influenciadores digitais e também aos conteúdos em vídeo para promover a sua marca. Estes são os dois elementos que mais irão chamar a atenção dos consumidores desta geração. 

Como podemos perceber, cada geração tem as suas especificidades em termos de hábitos de consumo e de relação com as marcas. Por isso, uma estratégia de marketing que funcione com uma não irá necessariamente funcionar nas outras. É fundamental que as empresas percebam como ajustar o seu discurso para atingirem cada uma delas de forma eficaz e relevante. 

Marketing Digital: Seis Tendências para 2020

Com os constantes avanços tecnológicos e a rapidez com que surgem novas atualizações, novas técnicas e novos algoritmos, os profissionais de marketing – com especial foco naqueles que desenvolvem estratégias de marketing digital – têm o desafio cada vez mais acrescido de se manterem atualizados.

Com uma nova década a aproximar-se, estas são algumas das tendências digitais que irão marcar o ano de 2020.

1 – Pesquisa de Voz

Por ser mais prática e mais conveniente, a pesquisa por voz está a ganhar cada vez mais preponderância nas pesquisas online. Por isso mesmo, é uma tendência que os marketers não vão poder ignorar. 

Há vários aspetos a ter em conta no sentido de otimizar os sites para a pesquisa por voz, mas a mais importante está relacionada com a utilização de keywords “long tail” ao invés das keywords mais reduzidas (por exemplo, “onde comprar sapatos de pele” em vez de “sapatos de pele”).

2 – Realidade Virtual e Realidade Aumentada

A realidade virtual e a realidade aumentada têm-se tornado tendências emergentes e bastante populares no seio do marketing. Por exemplo, o Ikea tem uma aplicação móvel na qual os utilizadores podem antever como ficará uma determinada peça de mobiliário na sua casa antes de a comprarem.

Até agora a realidade virtual tem sido mais utilizada mas prevê-se que a partir de 2020 a realidade aumentada a supere em termos de popularidade. 

3 – Lojas Online integradas nas Redes Sociais

As redes sociais tornaram-se uma parte integral das estratégias de marketing digital, não só pela importância que representam em termos sociais mas também porque começaram a incorporar funcionalidades do comércio eletrónico. Hoje em dia é frequente vermos publicações no Facebook ou no Instagram nas quais é possível ver informações dos produtos e comprá-los diretamente na aplicação.

Esta integração das lojas online com as plataformas de e-commerce vai ser uma grande tendência em 2020. 

4 – Conteúdos Interativos

Os consumidores atuais são cada vez mais exigentes na sua relação com as marcas e procuram experiências diferenciadoras, particularmente online. Isso significa que as marcas têm de desenvolver conteúdos mais criativos e interativos de forma a criar maior envolvimento com a sua comunidade. 

Alguns exemplos de conteúdos interativos podem ser vídeos 360º, diretos, quizzes,  passatempos, sondagens, entre outros. 

5 – Apps de Mensagens

Em 2020 muitas empresas irão focar-se em colocar plataformas de mensagens ao serviço dos seus negócios. Aplicações como o WhatsApp ou o We Chat estão a ganhar cada vez mais popularidade entre os consumidores e permitem um contacto mais rápido e instantâneo do que o e-mail, por exemplo.

Além disso, fomentam uma interação altamente personalizada e individualizada, o que acrescenta valor à experiência que  o cliente tem com a marca. 

6 – Personalização

Os consumidores tendem a desligar-se cada vez mais de anúncios com os quais não tenham grande conexão, o que faz com que as estratégias de marketing tradicionais sejam menos efetivas. A solução é apostar cada vez mais na personalização da comunicação, que será verdadeiramente o ponto-chave para o sucesso do marketing digital em 2020.

É importante que os profissionais de marketing e gestores das marcas estejam a par destas tendências e ajustem frequentemente as suas estratégias de modo a que as incorporem e tenham um impacto efetivo junto dos clientes.

Recrutamento: Designer Gráfico

Pretendes trabalhar em Design de Comunicação? Temos a oportunidade perfeita para ti!

 Estágio Profissional para Designer Gráfico e/ou de Comunicação (M/F)

Cargo: Designer Gráfico/Comunicação

Localização: Benedita, Alcobaça – Leiria


Descrição das Funções:
– Desenvolvimento criativo e estratégico de conceitos de design;
– Acompanhamento e construção da identidade visual de novas marcas;
– Desenvolvimento de materiais de comunicação para marcas de diferentes áreas de negócio, tanto para meios tradicionais (brochuras, cartões de visita, catálogos, etc) como digitais (redes sociais, banners, etc);
– Preparação e produção, tratamento digital e arte final para impressão de diversos materiais de comunicação;
– Criação de conteúdos em formato de vídeo, com tratamento e edição de imagem (valorizado).


Requisitos: 
– Habilitações académicas ao nível da licenciatura em Design Gráfico/Comunicação ou outra relevante para a função;
– Domínio de Photoshop e Illustrator;
– Criatividade e perfecionismo; 
– Proatividade e sentido crítico;
– Capacidade de trabalho em equipa e espírito de iniciativa;
– Capacidade de organização e auto-motivação;
– Conhecimentos mínimos da língua inglesa;
– Elegibilidade para estágio profissional de nível 6 ao abrigo do IEFP.

– Criatividade e perfecionismo; 
– Proatividade e sentido crítico;
– Capacidade de trabalho em equipa e espírito de iniciativa;
– Capacidade de organização e auto-motivação;
– Conhecimentos mínimos da língua inglesa;
– Elegibilidade para estágio profissional de nível 6 ao abrigo do IEFP.

O que oferecemos: 
– Integração em empresa de consultoria de marketing em crescimento no mercado;
– Possibilidade de colaborar ativamente na construção de marcas de diferentes áreas de negócio;
– Participação em projetos de âmbito nacional e internacional;
– Oportunidade de crescimento profissional e progressão na carreira. 

Candidatura:Enviar CV e portfólio para geral@pismarketing.pt com o título “PIS Marketing – Candidatura Design”

O que é uma Landing Page e como funciona?

Uma landing page, ou uma “página de destino”, é uma página web criada especificamente para um determinado propósito de marketing. É uma página tipicamente mais simples e mais sucinta do que um website comum (que possui várias páginas com diversos conteúdos e ligações), tendo menos elementos do que uma página tradicional e focando-se, apenas, num objetivo específico.

Integradas numa estratégia de marketing digital, as landing pages servem, geralmente, dois objetivos bem definidos: por um lado, a geração de leads (de novas oportunidades de negócio, de potenciais clientes) e, por outro, a conversão em vendas.  

Quando existe um desejo de que os utilizadores realizem uma determinada ação, certos textos, imagens ou menus de um website normal podem tornar-se acessórios. Assim, o facto de as landing pages conterem menos elementos faz com que os visitantes não se distraiam com informação desnecessária e executem, mais facilmente, a ação desejada.

Por vezes, as empresas direcionam as suas campanhas – de e-mail, nas redes sociais ou nos motores de busca, por exemplo – para a homepage dos seus websites, o que pode ser uma oportunidade perdida. As homepages são, normalmente, demasiado genéricas e com muita informação, podendo levar os visitantes a abandonarem o site sem sequer visitarem outras páginas. Direcionar os utilizadores para uma landing page customizada pode aumentar a probabilidade de converter o tráfego do site em clientes.

Isso acontece porque as landing pages estão focadas em conteúdos mais específicos e que devem estar em concordância com os anúncios ou publicações nos quais as pessoas clicaram para chegar até elas.

Assim, os principais elementos que devem estar presentes numa landing page são: 

1 – A Oferta: conheça o seu público-alvo e aquilo que pode ser mais relevante para ele, incluindo uma oferta que seja suficientemente atrativa ao ponto de os visitantes converterem ou deixarem os seus dados pessoais.  

2 – Um Título: deixe claro qual é o conteúdo da página de forma a que as pessoas fiquem interessadas, usando um título apelativo, simples, compreensível e suficientemente esclarecedor. 

3 – Um CTA: os call to action são aqueles botões que incitam as pessoas a realizarem uma determinada ação como subscrever uma newsletter, agendar uma reunião, aceder a produtos exclusivos, descarregar conteúdos, entre outras. 

4 – Uma Descrição: deve transmitir, de forma breve, clara e informativa, qual é a oferta e quais os benefícios que os utilizadores podem obter dela. 

5 – Conteúdos visuais: ajudam a complementar o título e a descrição da landing page de forma mais atrativa e efetiva, sendo um auxílio importante à conversão. 

6 – Um formulário: são um aspeto crucial numa landing page uma vez que é através deles que os visitantes deixam as suas informações pessoais (nome, e-mail, telefone ou outros dados) e a partir daí que se convertem em potenciais clientes.  

O que torna as landing pages tão importantes é o facto de, uma vez recolhidos os dados pessoais dos potenciais clientes, poder começar a “nutrir” a relação da sua empresa com estes através de comunicações relevantes e personalizadas. Deste modo, o desenvolvimento de landing pages revela-se uma estratégia determinante quando o objetivo é atrair novos clientes online. 

Caso pretenda saber mais sobre como funcionam as landing pages não hesite em contactar-nos! 

Google Analytics: Meça os Resultados das suas Estratégias de Marketing Digital

Utilize o Google Analytics e meça os resultados das suas estratégias de marketing digital.

Quando falamos de marketing digital, a avaliação de resultados é uma das etapas mais imprescindíveis. Uma vez que os recursos são limitados, é natural que as empresas pretendam que o seu investimento em marketing seja o mais rentável possível. E uma das vantagens de apostar no marketing digital é que este permite medir os resultados das campanhas de forma muito mais fácil e rigorosa do que colocar um outdoor ou fazer um anúncio na rádio, por exemplo. 

Neste sentido, foram surgindo inúmeras ferramentas de análise de dados no universo digital. O Google Analytics é, provavelmente, a mais conhecida e amplamente utilizada. 

O Google Analytics é uma plataforma gratuita da Google que permite analisar inúmeros dados de um determinado website, recolhe informações sobre as utilizadores e elabora relatórios com esta informação. É uma ferramenta que possibilita uma análise precisa do desempenho de um determinado site, loja online ou blog, uma vez que monitoriza o comportamento dos utilizadores nos sites e guarda alguns atributos como a sua idade, o género, a localização, etc. 

Uma vez que o website de uma empresa é nuclear na sua presença digital – ainda mais se o seu negócio se basear em vendas online – é essencial que acompanhe quem é que visita o seu site, com que frequência, quais as páginas onde navega e de que forma interage.  

Google Analytics resultados

Descubra, de seguida, algumas das métricas que o Google Analytics permite analisar: 

  1. Páginas mais vistas do site: o facto de perceber quais as páginas mais vistas permite-lhe saber quais os conteúdos que mais interessam o público. 
  2. Número de visitantes: é possível saber quantas pessoas visitam o seu site, se estão a visitá-lo pela primeira vez ou se são utilizadores recorrentes, etc. 
  3. Dados dos visitantes: informações como a idade, o género, os interesses, a localização, o dispositivo utilizado e mesmo o browser que utilizaram para aceder ao site são guardadas no Google Analytics. 
  4. Número de conversões: número de vezes que cada utilizador concretiza alguma ação desejada, como preencher um formulário de contacto, adicionar um produto aos favoritos ou, a mais óbvia, realizar uma compra na sua loja online. 
  5. Origens do tráfego: o Google Analytics permite-lhe distinguir se os visitantes chegaram ao seu site por meio de uma publicação no Facebook, se procuraram no Google ou através de um e-mail que enviou, por exemplo.
  6. Taxa de rejeição: diz respeito ao número de vezes que os utilizadores abandonam o seu site logo na primeira página que visitam.
  7. Termos de pesquisa: também é possível saber o que é que os visitantes do seu site pesquisam na barra de pesquisa (caso ela exista), o que lhe permite perceber o que é que as pessoas procuram. 
  8. Melhor horário para ações de marketing: uma vez que consegue saber em que dias e horários o seu site recebe mais visitas, pode ajustar as suas ações de marketing para que decorram nestes períodos.

Estas são apenas algumas das potencialidades do Google Analytics, que possui muitas outras vantagens. Atualmente, qualquer gestor ou profissional de marketing deve dominar esta ferramenta, uma vez que entender o comportamento dos utilizadores é essencial para adotar estratégias de marketing mais eficazes. 

Caso pretenda saber mais sobre o Google Analytics e como analisar os dados dos visitantes do seu website não hesite em contactar-nos!

Google Trends: Descubra Tendências Importantes para o seu Negócio

Estar dentro das tendências de mercado e de consumo é fundamental para quem tem um negócio e, em particular, para quem trabalha na área do marketing. Uma ferramenta importante que nos pode ajudar a esse nível é o Google Trends (https://trends.google.pt/trends/?geo=PT).

Como o próprio nome indica, trata-se de uma plataforma da Google que compara – de forma gratuita – as principais tendências de pesquisa ao longo do tempo. Esta ferramenta monitoriza e analisa os termos de pesquisa utilizados no Google nas várias línguas e localizações geográficas, conseguindo determinar quais as mais populares e fornecendo, assim, dados importantes sobre os assuntos e palavras-chave mais pesquisados pelos utilizadores.

O Google Trends permite-nos perceber com que frequência uma determinada palavra-chave é pesquisada, em que regiões/países é mais pesquisada ou ainda comparar o número de pesquisas entre várias palavras-chave diferentes. Além disso, podemos filtrar os dados por categoria – desporto, empresas, entretenimento, artes, etc. No fundo, é como se fosse um diretório de tudo o que é mais pesquisado na Internet (ou no Google, neste caso, que é o motor de busca mais utilizado em todo o mundo). 

Por exemplo, imaginando que tem uma loja de artigos em cortiça e que tem interesse em começar a exportar ou em criar uma loja online com envios internacionais. O Google Trends poderá fornecer-lhe informações sobre quais os países onde as pessoas mais procuram por esse tipo de produtos no motor de busca. 

Assim, pode utilizar o Google Trends para: 

  • Pesquisar tendências num determinado período ou altura do ano: por exemplo, ver se existem meses em que as pesquisas sobre produtos em cortiça aumentam ou diminuem; 
  • Comparar a popularidade de diferentes palavras-chave: é possível ver, por exemplo, se existem mais pesquisas de produtos em cortiça ou de produtos em pele;
  • Perceber tendências geográficas: ver em que regiões do país ou em que países existem maiores ou menores volumes de pesquisa relacionados com produtos em cortiça; 
  • Encontrar tendências relacionadas com o seu negócio: ao procurar tendências relacionadas com artigos em cortiça pode perceber que as pessoas pesquisam bastante um determinado produto do qual não tinha noção. 

Todos estes insights são preponderantes para definir ou ajustar a sua estratégia de marketing: para apostar mais num determinado produto ou serviço em detrimento de outros, para disponibilizar envios do seu produto para determinados países, para criar um blog com artigos sobre determinadas temáticas que as pessoas valorizam, para fazer campanhas promocionais numa determinada altura do ano mais favorável, para criar anúncios no Google ou nas redes sociais devidamente segmentados para as pessoas que pretendemos impactar, etc.

Neste contexto, o Google Trends pode ser uma ferramenta importante para tornar as estratégias de marketing mais focadas, precisas e eficazes.

Caso tenha alguma questão sobre como utilizar o Google Trends não hesite em contactar-nos. 

As Redes Sociais como um canal de Serviço ao Cliente

As redes sociais foram criadas sob a premissa do diálogo. E, ao mesmo tempo que se foram tornando armas poderosas da publicidade e do marketing, afirmaram-se como um importante canal de serviço de apoio ao cliente.

Muitos consumidores recorrem às redes sociais das marcas para colocarem uma questão, esclarecerem uma dúvida ou darem feedback sobre algum produto/serviço. Nesse sentido, a questão já não é se a sua empresa deve ou não dar atenção ao que os consumidores têm a dizer, mas sim como dá atenção e, ainda mais importante, como responde. 

Apresentamos, por isso, algumas das boas práticas para proporcionar um bom serviço ao cliente nas redes sociais: 

  1. Responda o mais rápido possível:

Enquanto no apoio ao cliente por e-mail, por telefone ou presencialmente pode não ser um fator tão importante, nas redes sociais a rapidez supera tudo. A própria natureza “acelerada” das redes sociais cria nos utilizadores a expetativa de uma resposta rápida, quase instantânea. Por isso faça um esforço no sentido de responder assim que possível. Um tempo de resposta demasiado longo pode levar as pessoas a partilharem a experiência negativa com amigos e familiares, a não recomendarem os seus produtos ou serviços, a comprarem menos no futuro ou até a reclamarem publicamente nas redes sociais. 

  1. Perceba o que deve dizer em público e em privado:

Nem todos os assuntos podem ser respondidos ou resolvidos numa esfera pública. Nos casos em que uma resposta tenha de ser mais longa, exija alguma pesquisa prévia ou envolva um determinado assunto mais sensível, por exemplo, poderá optar por fazê-lo usando outro meio. É perfeitamente legítimo que peça o e-mail ou o telefone do cliente em questão e que transfira o assunto da rede social na qual ele teve início para um canal de comunicação mais privado. 

  1. Responda a todas as questões e comentários:

Esta é uma das regras mais básicas mas que nem todas as empresas cumprem. Ao fazerem um comentário, uma questão ou uma recomendação, os consumidores pretendem ser ouvidos. E, da mesma maneira que não iria ignorar um cliente na sua loja física ou no seu escritório, também não deve fazê-lo nos seus canais de comunicação digitais. 

  1. Inclua uma saudação e a sua identificação:

Caso consiga perceber o nome da pessoa que está do outro lado (através do seu perfil), não hesite em usar esse nome para se dirigir a ela. O facto de dizer “Olá [nome]” irá conferir um tom mais próximo e pessoal à sua resposta. Além disso, humanize as suas mensagens terminando-as com a identificação do seu próprio nome ou das suas iniciais -Joana ou -JS. Estes dois aspetos irão fazer com que o utilizador sinta que foi ouvido por uma pessoa real. 

  1. Defina o seu tom de voz:

O tom com o qual se dirige aos clientes é crucial para que eles tenham uma experiência positiva com a sua empresa. Tente adotar um discurso que gere empatia, que seja suficientemente esclarecedor e informativo ao mesmo tempo que pode ter algum sentido de humor. Tente, igualmente, responder num tom positivo, mesmo quando o contexto é negativo. Por último, e caso existam vários colaboradores responsáveis pelo suporte ao cliente nas redes sociais, garanta que a linguagem utilizada por todos é coerente. 

  1. Monitorize o serviço ao cliente:

Uma vez que as redes sociais nunca fecham – mas o mais provável é que a sua empresa não tenha recursos humanos disponíveis para responder 24/7 -, existem algumas ferramentas que podem notificá-lo quando alguém mencionou a sua marca ou mesmo responder de forma automática a determinadas questões colocadas frequentemente. 

Em resumo, ter um bom serviço de suporte nas redes sociais é um fator essencial para construir relações mais sólidas e duradouras com os clientes e potenciais clientes, aumentando a sua retenção e lealdade em relação à marca. 

Caso necessite de algum apoio na gestão das suas comunidades nas redes sociais não hesite em contactar-nos!

Redes Sociais: quais as que melhor se adaptam ao seu negócio?

As redes sociais são uma das melhores, mais eficazes e mais baratas ferramentas de marketing que as empresas têm ao seu dispor. Elas contribuem para aumentar a visibilidade e a notoriedade das empresas, para aproximá-las dos clientes, para comunicar e partilhar informações de forma fácil e rápida, para criar publicidade direcionada para um determinado público-alvo, entre outras finalidades.

Ao longo dos últimos anos foram surgindo várias redes sociais e, com tantas opções, pode ser difícil avaliar quais as mais importantes para o seu negócio (ao mesmo tempo que pode ser tentador pensar que tem de estar em todas). Então a grande questão é: quais as redes sociais que deve prioritizar e quais trarão mais retorno para o seu negócio?

Antes de escolher, existem três elementos que deve conhecer bem:

  • O seu negócio: as características da sua empresa e da sua área de negócio, os seus objetivos, o posicionamento da marca, etc.
  • O seu público-alvo: dependendo das características das pessoas que constituem o seu target (sexo, idade, localização, profissão, interesses), elas podem utilizar mais determinadas redes sociais ao invés de outras.  
  • As redes sociais: cada plataforma tem as suas particularidades (partilha de texto, de imagem ou de vídeo, recomendações, sistema de reservas, compras online, etc) e tem de entendê-las bem para que possa tirar partido delas.

Neste sentido, apresentamos algumas características das principais redes sociais e as áreas de negócio para as quais podem ser mais adequadas: 

1 – Facebook: é a rede social com mais utilizadores ativos em todo o mundo, sendo que é tendencialmente mais usada por pessoas mais velhas (o número de utilizadores jovens tem decrescido nos últimos anos). No Facebook é possível segmentar as suas comunicações por idade, género, profissão, interesses, comportamentos de compra, etc, o que lhe permite alcançar exatamente a audiência que pretende com as suas publicações.

Para quem: é mais vantajosa para empresas B2C, isto é, que disponibilizam produtos diretamente ao consumidor final. Ao mesmo tempo, pode ser útil para empresas cujo target sejam pessoas mais velhas, para atingir mercados internacionais ou pequenos nichos de mercado (através dos grupos do Facebook). 

2 – Instagram: é uma plataforma que dá primazia às imagens e aos vídeos, pelo que é importante produzir conteúdos de qualidade para se destacar nesta rede social. Ao contrário do Facebook, é maioritariamente composta por utilizadores mais jovens.

Para quem: pode ser especialmente importante para negócios que vendem produtos físicos e que vivem muito do poder da imagem (por exemplo, indústria da moda, restauração, turismo). É a rede social onde deve estar caso o seu target sejam jovens (adolescentes e millenials – pessoas nascidas entre 1981 e 1996) ou especificamente mulheres, que são estatisticamente mais ativas no Instagram do que os homens. 

3 – LinkedIn: é uma rede social voltada para o universo profissional na qual os utilizadores partilham o seu percurso académico e profissional e as empresas promovem os seus serviços, a sua cultura organizacional e oportunidades de emprego, por exemplo. É uma excelente ferramenta para alcançar uma audiência mais especializada. 

Para quem: é ideal para empresas de recrutamento ou para todas as empresas que atuem num mercado B2B (ou seja, cujo público-alvo seja empresarial e não o consumidor final).

4 – Twitter: ao contrário do Instagram, no Twitter são os conteúdos de texto que predominam, sendo possível encontrar consumidores que estão à procura de algo que a sua empresa pode oferecer (através da utilização de hashtags, por exemplo).

Para quem: tal como o Instagram, é uma rede social mais popular entre os jovens e com maior expressão em países como os EUA ou o Brasil, por exemplo. 

5 – Pinterest: o Pinterest é uma rede social na qual os utilizadores (ou utilizadoras, já que a maioria de utilizadores ativos são mulheres) procuram ideias de receitas, de conjugações de roupa e acessórios, de decoração para casa, etc. Essa procura de inspirações pode resultar, muitas vezes, numa compra efetiva.

Para quem: se o seu negócio está relacionado com alguma indústria criativa (moda, artes, alimentação, decoração, etc) ou se está mais direcionado para mulheres, então o Pinterest é uma rede social onde vai querer estar presente. 

Como vimos, cada rede social tem a sua identidade e características próprias. É fundamental perceber aquela ou aquelas que nos podem ajudar a comunicar melhor com o nosso público-alvo e a alcançar os objetivos do nosso negócio.

Contacte-nos caso pretenda desenvolver uma estratégia de Social Media Marketing para a sua empresa!

Responsabilidade Social Corporativa: mais do que uma Estratégia de Marketing

Parece indiscutível que a opinião que o público desenvolve sobre uma empresa é um fator determinante para o seu sucesso. Um dos elementos que contribui, geralmente, para a formação de uma opinião positiva sobre uma determinada organização é o seu envolvimento em ações de responsabilidade social.

A responsabilidade social corporativa (RSC) consiste em adotar um conjunto de práticas que tenham um impacto positivo na comunidade envolvente em termos sociais, económicos ou ambientais. Trata-se de procurar que a conduta da empresa demonstre, de maneira geral e concertada, alguma preocupação com o impacto que a sua atividade tem nos clientes, nos colaboradores, nos restantes stakeholders, nas comunidades locais, no ambiente e na sociedade em geral.

Exemplos de ações de RSC: 

A responsabilidade social corporativa pode ser levada a cabo de diferentes formas:

  • Redução do impacto ambiental: independentemente da dimensão das empresas, estas têm sempre algum impacto no meio ambiente. Qualquer esforço no sentido de reduzir este impacto (a chamada pegada de carbono) será considerado positivo tanto para a organização como para a sociedade. 
  • Filantropia: consiste em doar dinheiro, bens ou serviços que possam ser úteis a determinadas causas sociais, humanitárias ou associações sem fins lucrativos, por exemplo. 
  • Ética laboral: as empresas também demonstram a sua responsabilidade social ao tratarem os seus colaboradores com justiça, ética e equidade.
  • Voluntariado: participar em ações de voluntariado que tenham um impacto positivo junto da comunidade revela um compromisso da organização com o meio envolvente. 

Benefícios: 

Como é possível perceber, a responsabilidade social corporativa traz consigo vantagens  relevantes para as empresas. A principal prende-se com o facto de contribuir para uma melhoria da imagem, notoriedade e reputação organizacionais. As práticas de responsabilidade social acabam, eventualmente, por ser uma forma de divulgação da empresa sem existir um investimento direto em publicidade. 

Paralelamente, podem ter um contributo importante para o aumento da motivação dos colaboradores e para uma maior capacidade de atrair profissionais, parceiros, etc. 

Mais do que uma estratégia de Marketing: 

Embora se possa entender que a responsabilidade social corporativa anda de mãos dadas com o marketing, classificá-la simplesmente como uma estratégia de marketing seria demasiado redutor. Apesar de estas ações contribuirem para melhorar a imagem da empresa e aumentar o envolvimento de todos os stakeholders com a organização, estes não devem ser os objetivos pelos quais se assume um compromisso com uma política de responsabilidade social.

As práticas de responsabilidade social corporativa devem ser genuínas e autênticas. Se o motivo para a sua execução for apenas uma questão de marketing estas acabarão por ficar aquém do seu verdadeiro potencial. Trata-se de fazer o que está certo, não apenas pelos resultados que daí podem advir, mas porque esses valores estão efetivamente enraizados na cultural organizacional. Apenas dessa forma a empresa irá transmitir credibilidade e confiança.

Um programa consistente de responsabilidade social corporativa é uma oportunidade para as empresas se destacarem, não só junto do seu público-alvo como de toda a comunidade. Podemos ajudá-lo a desenvolver uma estratégia relevante de responsabilidade social para a sua empresa. Não hesite em contactar-nos!