Marketplaces: O que são e como podem potenciar o seu negócio

Não se pode dizer que seja uma realidade nova mas tem, sem dúvida, registado um crescimento nos últimos meses, sobretudo se pensarmos na realidade portuguesa. Marcas como a FNAC, a Worten e o KuantoKusta apostaram neste tipo de plataformas e, mais recentemente, foi a vez da Sonae e dos CTT se juntarem à lista de marketplaces já existentes no mercado com o Dott. 

Mas o que é, então, um marketplace? Marketplace remete-nos para um conceito coletivo de vendas, sendo uma espécie de shopping online no qual é possível encontrar diversas categorias de produto e várias marcas que disponibilizam os seus produtos. No fundo, é como se fosse um centro comercial mas num universo digital, sem espaço físico. Os marketplaces colocam ao dispor dos consumidores uma grande quantidade de produtos de várias lojas num único local (neste caso, num único website). 

Um marketplace distingue-se de um site de e-commerce (pode reler aqui o nosso artigo sobre e-commerce) na medida em que, no caso dos sites de e-commerce, nós entramos na loja virtual da marca e compramos um produto que é vendido e enviado por essa mesma marca – por exemplo, vamos ao site do El Corte Inglés e compramos uns ténis. Num marketplace entramos num site que pertence a uma empresa mas o produto que compramos é vendido e enviado por outra loja – por exemplo, vamos ao KuantoKusta e compramos uns ténis que são vendidos e expedidos pelo El Corte Inglés. 

Benefícios dos Marketplaces

Para os consumidores, um marketplace significa mais comodidade, uma vez que estes têm a possibilidade de ver ofertas de várias empresas e comparar preços e produtos numa única plataforma. Além disso, ao adquirirem produtos de diferentes fornecedores, efetuam um pagamento único, ao invés de passarem por múltiplos processos de pagamento em vários sites. 

Para os vendedores, as vantagens associadas à presença num marketplace também são consideráveis: 

  • Visibilidade: as empresas obtêm maior divulgação e notoriedade, conseguindo alcançar potenciais clientes que poderiam não conhecer os seus produtos por outra via nem chegar diretamente à sua loja. Além disso, podem conseguir atingir pessoas que iam à procura de outros produtos mas que, por acaso, viram os seus e ficaram interessados (tal como acontece num shopping convencional). 
  • Diversificação dos canais de venda: um marketplace é um recurso útil para as empresas alavancarem as suas vendas na Internet, uma vez que constitui um canal adicional através do qual é possível fazer chegar os produtos aos consumidores. Este novo canal pode ter um impacto significativo no volume de vendas e de faturação. 
  • Investimento reduzido: existe uma certa facilidade de entrada nestas plataformas e, geralmente, sem custos fixos associados (são apenas cobradas comissões por cada transação). Adicionalmente, vender num marketplace afasta custos relacionados com desenvolvimentos informáticos – uma vez que a loja virtual e todos os processos inerentes já estão montados – e não exige tantos esforços com marketing e publicidade.
  • Possibilidade de internacionalização do negócio: um marketplace pode ser uma forma relativamente simples de comercializar os produtos para qualquer parte do mundo, como é o caso de vender na Amazon, por exemplo. 

Têm sido atribuídas, igualmente, algumas desvantagens aos marketplaces, que estão relacionadas com o facto de os produtos serem disponibilizados por inúmeros fornecedores. Isso faz com que, muitas vezes, a informação dos produtos não seja comparável e os prazos de entrega variem muito entre si, o que pode resultar numa má experiência para os utilizadores.

Ainda assim, as potencialidades de estar presente num marketplace são significativas e não devem ser descuradas do ponto de vista da visibilidade e lucratividade que podem representar para as empresas.

Nesse sentido, caso pretenda saber mais sobre a venda de produtos num marketplace, não hesite em contactar-nos!

Jornada do Consumidor: O que é e como mapear

Já tínhamos mencionado aqui o mapeamento da jornada do consumidor como uma das principais tendências para o ano de 2019 em termos de marketing digital. Mas o que será, então, a jornada do consumidor? E qual a sua importância para a definição de uma estratégia de marketing eficaz?

A jornada do consumidor é uma representação do caminho que um cliente, ou potencial cliente, percorre até alcançar um determinado objetivo estabelecido pela sua empresa, sendo o mais comum a compra. Trata-se de conseguir identificar todos os touchpoints (pontos de contacto) através dos quais o cliente interage com o seu negócio, desde o momento em que surge a necessidade (por exemplo, “quero trocar de carro”) até ao momento em que concretiza a compra do automóvel no seu stand.  

Atualmente, existe uma grande diversidade de pontos de contacto através dos quais os clientes ou potenciais clientes podem interagir com o nosso negócio, pelo que é fundamental percebermos se estamos a atuar de forma eficaz em cada um deles. Por exemplo, estamos a disponibilizar de forma clara e acessível os contactos da nossa empresa quando o cliente os procura na Internet? Estamos a prestar um apoio ao cliente esclarecedor quando nos faz questões no Facebook ou noutras redes sociais? Estamos a garantir um bom serviço de pós-venda depois de o cliente comprar o nosso produto/serviço?

Como mapear?

Mapear a jornada do consumidor ajuda as empresas a terem uma noção mais exata das motivações e das necessidades dos seus clientes, permitindo, se necessário, ajustar a estratégia desenvolvida em cada etapa dessa jornada no sentido de maximizar o sucesso.

E mapear significa, efetivamente, materializar estas ideias numa tabela ou num esquema. A sua estrutura pode variar em função da área de negócio da empresa ou da natureza dos produtos/serviços em questão. Não existe uma maneira certa nem errada de fazê-lo. 

Ainda assim, propomos um exemplo de mapa em tabela que pode ser um template útil. Esta tabela desdobra a jornada do consumidor em cinco fases: i) a descoberta (de que existe uma necessidade), ii) a pesquisa (de produtos/serviços que satisfaçam essa necessidade), iii) a compra, iv) a entrega e v) o pós-venda

Para cada uma dessas etapas importa clarificar os seguintes pontos: 

  1. Tarefas: O que é que o cliente pretende alcançar nesta fase? Por exemplo, saber mais informações, comprar o produto, trocar ou devolver o produto, etc.
  2. Questões: O que é que o cliente pretende saber nesta fase? Por exemplo, o preço do produto, as suas características técnicas, se tem garantia, etc.
  3. Touchpoints: Como é que o cliente interage com a empresa nesta fase? Por exemplo, através do website da empresa, das redes sociais, da loja física, dos comerciais, etc.
  4. Emoções: Como é que o cliente se sente nesta fase? Por exemplo, frustrado com o preço elevado, satisfeito com a qualidade do produto, etc.
  5. Fraquezas: Em que aspetos é que a empresa dececiona o cliente nesta fase? Por exemplo, os nossos produtos são caros, não temos informação suficiente no nosso website, não temos uma loja online, não temos um bom serviço de apoio ao cliente por telefone, etc.
  6. Influências: Quem ou o quê está a ajudar no processo de decisão do cliente nesta fase? Por exemplo, outros clientes que já compraram o produto e recomendaram, uma newsletter que receberam ou um anúncio que viram, etc. 
Fig. 1: Exemplo de mapeamento da jornada do consumidor.

Definir a jornada do consumidor significa colocar o cliente no centro do pensamento estratégico da organização. O que, no fundo, deveria acontecer sempre, uma vez que a preocupação central de cada empresa deve ser resolver os problemas/necessidades dos clientes e incentivá-los a desenvolverem uma relação relevante e duradoura com os seus produtos ou serviços.

Não hesite em contactar-nos caso tenha interesse em mapear a jornada do consumidor do seu negócio!

Google Ads: o que é e a sua Importância para as Empresas

Qualquer pessoa que já tenha acedido à Internet já efetuou, muito provavelmente, uma pesquisa no Google. O Google é o maior motor de busca do mundo e a página online mais acedida em Portugal.

Todos os dias são realizadas milhões de pesquisas. E, por detrás dessas pesquisas, estão pessoas que procuram soluções para necessidades que a sua empresa pode, eventualmente, satisfazer. Ao ajudar estas pessoas a encontrarem aquilo que procuram, é provável que estas optem pelos seus produtos/serviços em detrimento dos seus concorrentes. 

Para isso é necessário que a informação da sua empresa apareça nos primeiros resultados do Google. E, caso isso não aconteça nos resultados orgânicos (veja aqui o nosso artigo sobre SEO), então poderá começar a querer ponderar pagar para aparecer nos anúncios do topo da página de resultados.   

O que é o Google Ads?

O Google Ads é uma plataforma de publicidade paga da Google que permite a cada anunciante apresentar anúncios aos utilizadores que pesquisam por determinadas palavras-chave relacionadas com o seu negócio. 

Através desta plataforma, é possível exibir links patrocinados a clientes e potenciais clientes no exato momento em que estes pesquisam pelos seus produtos e/ou serviços, direcionando-os para o seu website. 

Por exemplo, imaginando que tem um restaurante vegetariano em Leiria, pode configurar um anúncio para gerar tráfego para o seu website quando as pessoas pesquisam “restaurantes vegetarianos em Leiria”. 

A cobrança do valor dos anúncios no Google Ads é feita através do modelo PPC (pay-per-click, ou seja, custo por clique), o que significa que paga apenas quando alguém clica no seu anúncio e não por todas as pessoas que o visualizam. 

Para que seja possível distinguir os anúncios dos resultados orgânicos que aparecem na página de resultados, o Google coloca uma etiqueta a verde a dizer “Anúncio”.

Tipos de Campanhas

No Google Ads é possível desenvolver cinco tipos de campanhas distintos: 

1 – Anúncios da Rede de Pesquisa: são os anúncios de texto que aparecem no topo da página de resultados do Google e, algumas vezes, também no final. A sua principal vantagem relaciona-se com o facto de serem exibidos apenas a pessoas que estão a pesquisar pelos seus produtos/serviços e que, por conseguinte, estão tendencialmente mais interessadas e propensas a visitar o seu site. 

2 – Anúncios da Rede de Display: a rede de Display engloba milhares de websites que fazem parte da rede de parceiros do Google e nos quais é possível divulgar anúncios de texto, imagens e vídeos. Pode escolher exibir estes anúncios em contextos específicos (em websites de saúde e bem-estar, por exemplo) ou a públicos-alvo específicos (como compradores de carros novos, por exemplo).

3 – Anúncios de Shopping: são anúncios que permitem promover os seus produtos caso tenha uma loja online. Aparecem no topo da página de resultados do Google com o nome do produto, a imagem e o preço, fomentando uma compra mais imediata. 

4 – Anúncios de Vídeo: caso queira divulgar anúncios em formato de vídeo, poderá exibi-los no YouTube. 

5 – Anúncios para a Instalação de Aplicações: este tipo de campanha é apropriado para empresas que possuem uma aplicação móvel e que pretendem que potenciais clientes a descarreguem e instalem.

Além da localização e do formato do anúncio, é possível escolher a idade, a localização geográfica e o idioma dos clientes aos quais queremos exibir os anúncios. É, igualmente, possível escolher as horas e os dias da semana nos quais os anúncios são apresentados.

O Google Ads traz inúmeras vantagens às empresas, uma vez que permite que estas tenham maior visibilidade online e consigam atrair potenciais clientes que estão à procura dos seus produtos/serviços.

Quer que o seu website tenha mais destaque nos motores de busca? Não hesite em contactar-nos.

SMS Marketing: Tire Partido das Mensagens de Texto para Aumentar as Vendas

O SMS Marketing é uma estratégia de marketing que consiste em enviar mensagens de texto através do telemóvel e que as empresas utilizam com o objetivo de promoverem o seu negócio, aumentarem as vendas e manterem contacto com os seus clientes. 

É uma estratégia que permite divulgar novos produtos e/ou serviços, criar comunicações segmentadas, aproximar-se dos clientes e reverter momentos de menor volume de vendas. O SMS Marketing pode potenciar as suas vendas através da oferta de cupões de desconto, da divulgação de promoções relâmpago e ofertas exclusivas, do envio de mensagens personalizadas de aniversário, do convite para eventos, etc.

Porquê adotar uma estratégia de SMS Marketing?

1 – Alcance: uma vez que, hoje em dia, quase toda a gente tem telemóvel, esta estratégia permite-nos alcançar o nosso público-alvo sem grandes restrições. Além disso, o envio de mensagens de texto não exige uma conexão à Internet, pelo que qualquer telemóvel pode recebê-las. 

2 – Baixo investimento: o custo de implementação de uma estratégia de SMS Marketing é relativamente baixo. Existem inúmeras soluções de softwares no mercado que permitem enviar mensagens de forma rápida e simples a um elevado número de destinatários, sendo apenas necessário escolher a mais vantajosa. 

3 – Caráter imediato: nenhuma outra estratégia se compara ao SMS Marketing em termos de rapidez. Assim que a mensagem é enviada chega instantaneamente ao seu target.

4 – Elevadas taxas de abertura: além de serem imediatos, os SMS tem excelentes taxas de abertura, que rondam praticamente os 100%. Isto significa que a probabilidade de os seus clientes verem a informação que lhes pretende transmitir é quase total (por oposição aos e-mails, por exemplo, que contam com taxas de abertura bastante mais reduzidas). 

Como iniciar uma estratégia de SMS Marketing?

1 – Defina os seus objetivos: como em qualquer outra ação de marketing, o primeiro passo deve ser clarificar os seus objetivos. Quer aumentar as vendas no geral? Quer promover um produto específico? Quer retomar o contacto com clientes que não realizam uma compra há algum tempo? É importante que os objetivos estejam claros para depois ser possível aferir a eficácia da campanha. 

2 – Construa a base de dados: tenha em consideração o Regulamento Geral da Proteção de Dados e comunique apenas com clientes que tenham autorizado expressamente ações de marketing da sua empresa. Além disso, não caia na tentação de enviar todas as mensagens a todos os seus contactos: segmente as suas comunicações em função dos interesses de cada pessoa.

3 – Escolha um software de envio: existem diversos softwares que permitem, não só, enviar as mensagens como também personalizar os remetentes, receber relatórios de entrega, etc. Opte por aquele que cumpre melhor as suas necessidades.

4 – Elabore o conteúdo da mensagem: conhecendo o seu público-alvo, deverá conseguir criar conteúdos relevantes e impactantes. As mensagens deverão estar bem escritas e apelativas, de modo a que as pessoas tenham interesse em lê-las até ao fim. Adicionalmente, deverão incluir um “call to action” (ou seja, um apelo à ação), levando os clientes a tomar a ação desejada, como visitar o seu website ou deslocar-se à sua loja física para usufruir de um desconto, por exemplo. Por último, deverão incluir a opção de opt-out, caso as pessoas queriam deixar de receber as comunicações da sua empresa.

5 – Decida os dias/horas de envio: crie um calendário de envios de acordo com os seus objetivos, tendo sempre em mente que não deverá enviar mensagens com demasiada frequência. Relativamente ao horário de envio, este deve ser apropriado e não deve ser considerado invasivo por quem recebe a mensagem (idealmente entre as 8h e as 20h).

5 – Avalie os resultados: analise os resultados da sua campanha, usando métricas como a taxa de cliques ou a taxa de conversão. Assim poderá identificar o que correu bem e mal e ajustar possíveis melhorias na sua estratégia.

Como podemos perceber, o SMS Marketing exige um baixo investimento e obtém uma receptividade elevada, pelo que poderá ser uma estratégia a considerar no plano de ações da sua empresa. Caso pretenda apoio para iniciar uma estratégia de SMS Marketing não hesite em contactar-nos.

Linkedin para Empresas: Como utilizá-lo para promover o seu negócio.

O LinkedIn é uma rede social que reúne profissionais e empresas de diversas áreas de negócio com o objetivo de aumentarem a sua visibilidade, a sua produtividade e o seu sucesso profissional. Uma vez que é uma rede social voltada para o universo empresarial, o LinkedIn pode ser uma ferramenta poderosa no sentido de ajudar as empresas a estabelecerem novas conexões, a gerarem oportunidades de negócio (leads) e a potenciarem a sua marca.

Esta rede social permite que as empresas partilhem informações sobre os seus produtos/serviços, divulguem oportunidades de emprego e, em última instância, aumentem a sua notoriedade e reputação. É uma plataforma que pode trazer benefícios substanciais para o seu negócio, uma vez que é um local onde pode alcançar potenciais clientes, potenciais parceiros e ainda potenciais colaboradores.

Passos para ter um perfil da sua empresa no LinkedIn:

1 – Crie uma conta: aceda ao LinkedIn para soluções empresariais aqui e insira o nome da sua empresa. Escolha, também, o URL que irá ser utilizado para encontrar ao seu perfil no LinkedIn. 

2 – Adicione o seu logotipo e uma imagem de capa: utilize o logotipo da sua empresa para colocar na foto de perfil e escolha uma imagem atrativa e ilustrativa do seu negócio para exibir na foto de capa. 

3 – Insira uma descrição do seu negócio: descreva o que a sua empresa faz de maneira sucinta mas envolvente. Além disso, adicione keywords relacionadas com o seu negócio e que representem a sua indústria, os seus produtos e serviços. É através destas palavras-chave que os outros utilizadores do LinkedIn irão encontrar a sua página. 

4 – Complete os detalhes da sua empresa: indique, por exemplo, o URL do seu website, a indústria na qual atua, o número de colaboradores, o ano de início de atividade, entre outras informações.

5 – Publique a página e comece a otimizá-la: uma vez criado o perfil, é altura de começar a potenciá-lo junto da sua rede. Apresentamos-lhe, de seguida, algumas ideias de como poderá fazê-lo. 

Dicas para tirar partido do LinkedIn:

  • Incentive a sua equipa a conectar-se com o perfil da empresa:encoraje os seus colaboradores a adicionarem a sua posição na empresa aos seus perfis pessoais. Dessa forma, a conta da empresa ficará ligada aos perfis dos trabalhadores, o que  lhe permitirá aumentar consideravelmente o seu alcance. 
  • Publique conteúdos relevantes: a melhor maneira de fazer crescer a sua audiência e de manter os seus seguidores é disponibilizando regularmente conteúdos valiosos e de qualidade. Partilhe conteúdos gerados na sua empresa ou mesmo de fontes externas, desde que sejam pertinentes. Isto irá ajudar a ampliar as suas conexões e, eventualmente, a estabelecer-se como uma autoridade na sua indústria. 
  • Inclua imagens e vídeos: como já vimos, por exemplo, neste artigo sobre as tendências de marketing digital para 2019, os conteúdos visuais têm cada vez mais primazia nas redes sociais, e o LinkedIn não é exceção. Os posts com imagens ou vídeos geram mais engagement (mais reações e comentários) do que publicações que contenham apenas texto. 
  • Tire partido dos grupos do LinkedIn: participe ativamente num ou mais grupos que lhe permitam estar em contacto com outros profissionais e outras empresas da sua área de atuação. Esta presença irá também atrair mais pessoas para a página da sua empresa. 
  • Pondere utilizar anúncios: o LinkedIn oferece diversas soluções de publicidade, como os conteúdos patrocinados (para que as suas publicações alcancem uma audiência mais alargada), os anúncios de texto (que aparecem na homepage, nos perfis, nos grupos, etc) e ainda as mensagens patrocinadas (que permitem enviar mensagens personalizadas para a caixa de entrada dos membros do LinkedIn).

Como pudemos perceber, o LinkedIn é uma rede profissional que permite estabelecer novas conexões, atrair clientes e colaboradores e divulgar conteúdos relevantes com o objetivo de aumentar a credibilidade e a notoriedade da empresa. Por essa razão, uma presença ativa e planeada no LinkedIn pode ser um elemento importante na estratégia de marketing da sua empresa. 

Não hesite em contactar-nos caso pretenda criar e estruturar um perfil para a sua empresa no LinkedIn.

Tem um Negócio com Espaço Físico? Saiba o que é o Google My Business.

Um dos aspetos mais importantes de qualquer negócio local é ser facilmente encontrado por novos clientes. E, atualmente, ser encontrado não se traduz apenas em termos físicos, mas também na Internet, quando esses potenciais clientes realizam uma pesquisa. 

Por essa razão, é decisivo que, quando alguém procura pelo seu negócio no Google, este apareça com a informação o mais completa, precisa e otimizada possível. É necessário garantir que as informações da sua empresa estejam disponíveis e visíveis para os consumidores antes mesmo de eles chegarem ao seu website ou às suas redes sociais. Nesse sentido, ter um perfil no Google My Business deve ser um dos primeiros passos que os proprietários de negócios locais devem dar para consolidarem a sua presença online. 

O que é o Google My Business?

O Google My Business é a ferramenta gratuita da Google que ajuda os negócios a aumentarem a sua visibilidade online, garantindo a sua listagem no motor de busca mais popular no mundo – o Google -, tanto nos resultados como no Google Maps. 

O seu perfil no Google My Business irá permitir que potenciais clientes vejam rapidamente o nome da sua empresa, uma pequena descrição daquilo que faz, a morada, o horário de funcionamento e fotos do espaço. Adicionalmente, estes podem deixar comentários ou até fazer uma reserva online, quando aplicável. 

Passos para ter um perfil no Google My Business:

1 – Criar uma conta ou assumir o seu negócio

A primeira etapa para ter um perfil no Google My Business é criando conta ou assumindo a posse de uma conta, caso ela já exista. A melhor maneira de saber já tem um perfil criado é pesquisando pelo nome da sua empresa no Google. Se o perfil do seu negócio aparecer nos resultados, o que deve fazer é reclamar o negócio como sendo seu e, depois, verificar se todos os dados estão corretos e atualizados. 

Caso o Google não devolva nenhuma informação sobre o seu negócio, então é porque ainda não existe nenhuma conta da sua empresa e deverá criá-la em https://www.google.com/business/

2 – Verificar o seu negócio

Depois de criar o seu perfil, ou de assumir a posse de um perfil já existente, o Google exige uma verificação do mesmo. Geralmente essa verificação é feita por correio, sendo uma forma de o Google garantir que a morada do negócio existe mesmo e está correta. É enviada uma carta com um código que deve ser colocado no seu perfil e que lhe permite ter, a partir daí, todo o controlo sobre a gestão da sua conta Google My Business. 

3 – Otimizar a informação

Uma vez verificada a conta, pode começar a geri-la e otimizá-la. Insira o máximo de informação possível: a categoria do seu negócio, fotos do seu estabelecimento, o horário de funcionamento, atributos (como wi-fi grátis, por exemplo), o ano de início de atividade, o URL do seu website, entre outras informações. Depois disso, pode editar esses dados a qualquer momento. 

Vantagens do Google My Business:

  • Melhora o SEO: Como já mencionámos neste artigo sobre SEO, aparecer nos primeiros resultados do Google é determinante para qualquer empresa e ter um perfil no Google My Business irá permitir-lhe aparecer mais facilmente nos resultados de pesquisa de forma orgânica, ao mesmo tempo que também aparece no Google Maps. 
  • Acrescenta valor ao cliente: O Google My Business é uma forma rápida de potenciais clientes acederem a informações úteis do seu estabelecimento, como o número de telefone ou a morada. Caso estejam a pesquisar no telemóvel, podem até ligar diretamente ou obter direções a partir do Google.
  • Permite aumentar a reputação: Uma vez que é possível deixar comentários à sua empresa, isso permite-lhe ter uma reputação positiva junto de potenciais clientes que pesquisem pelo seu negócio e vejam as opiniões de outras pessoas no seu perfil no Google. 

Quando usado corretamente, o Google My Business torna-se um meio poderoso de otimizar a presença online e alcançar novos clientes. Caso queira saber mais sobre esta ferramenta não hesite em contactar-nos! 

Youtube: Porque é que as Empresas devem usá-lo como Ferramenta de Marketing?

Quando identificámos aqui algumas das tendências do marketing digital para 2019 verificámos que os vídeos estão a assumir uma preponderância cada vez maior. Mais do que nunca, os consumidores querem interagir com as marcas através de vídeos e as empresas têm de ir ao encontro dessa oportunidade. 

Porquê o YouTube?

A parte mais fácil de desenvolver uma estratégia de vídeo é, muito provavelmente, escolher a plataforma onde publicá-los: o YouTube é a ferramenta de publicação de vídeos mais popular e torna-se uma escolha óbvia se pensarmos que: 

  • Tem mais de um bilião de utilizadores; 
  • Mais de 300 horas de vídeo são adicionadas por minuto;
  • São visualizados mais de 6 mil milhões de horas de vídeo por mês;
  • Mais de 50 milhões de criadores de conteúdos publicam conteúdos regularmente; 
  • É o segundo maior motor de busca, logo a seguir ao Google.

Com uma audiência tão grande, o mais natural é que o seu público-alvo faça parte dela, o que demonstra a importância que o YouTube tem para interagir com os consumidores,  ganhar notoriedade e, em última instância, aumentar as vendas.

Tal como noutras decisões de marketing, o importante é perceber onde está a sua audiência. Coloque a questão “será que o meu público-alvo está a ver vídeos relacionados com os meus produtos/serviços?” e, se a resposta for sim, então a sua estratégia deverá passar pelo YouTube. Por exemplo, imagine que tem uma loja de produtos alimentares saudáveis: é muito provável que o seu target esteja a ver vídeos de receitas saudáveis no Youtube.

Além disso, ter um canal no YouTube é gratuito, bem como carregar os vídeos, o que pode tornar-se uma opção barata em relação a outras ferramentas de marketing. 

Nesse sentido, apresentamos de seguida os principais passos para desenvolver uma estratégia de vídeo no YouTube.

Etapas para uma estratégia no YouTube

  1. Crie um canal da sua empresa: crie uma conta de empresa no YouTube para todos os vídeos que publica ficarem associados à sua marca e poder ir ganhando subscritores.
  2. Monitorize os seus concorrentes: procure os canais de YouTube dos seus concorrentes e veja que tipo de conteúdos estão a produzir. Perceber que vídeos têm ou não sucesso vai ajudá-lo a desenvolver a sua própria estratégia. 
  3. Crie conteúdos úteis e criativos: as pessoas interagem mais com vídeos do que com outros formatos (como blogs, por exemplo) porque estes tendem a ser mais apelativos e interativos. Por isso, crie conteúdos úteis que as pessoas sintam que vale a pena ver.
  4. Faça parcerias: procure YouTubers ou influenciadores que façam vídeos sobre o seu negócio. Esta é uma forma efetiva de alcançar uma audiência mais alargada e de aumentar a notoriedade da sua marca.
  5. Seja consistente: não apenas na regularidade com que publica vídeos, mas também na qualidade dos conteúdos que partilha. Garanta que os vídeos que vai produzindo ao longo do tempo são coerentes, em termos visuais e de conteúdo.  

É importante lembrar que a sua estratégia de vídeo deve estar integrada na sua estratégia de marketing mais global, pelo que deve existir uma sinergia entre os diferentes canais de comunicação da sua empresa: utilize blogs, as suas redes sociais ou o e-mail marketing para promover os vídeos que partilha no YouTube. 

Gostaria de criar conteúdos de vídeo para a sua empresa? Poderemos ajudá-lo a formular uma estratégia. Não hesite em contactar-nos!

O Marketing nas Redes Sociais para Negócios Locais

Para os proprietários de empresas locais – que estão geralmente sobrecarregados com todas as tarefas inerentes ao seu negócio – usar as redes sociais pode parecer trabalhoso, complicado e dispendioso.

Mas a verdade é que estas constituem uma das melhores formas que as marcas têm ao seu dispor para alcançar, interagir e fidelizar os clientes. As redes sociais são um elemento-chave para os negócios locais construirem uma relação com os seus clientes e, em última instância, aumentarem as suas receitas.

Conheça alguns dos motivos pelos quais a sua empresa deve estar presente nas redes sociais

  • Divulgação de produtos/serviços: as redes sociais são um meio simples e relevante onde é possível promover, de diversas formas, os seus produtos e/ou serviços. Além disso, também permitem comunicar outro tipo de mensagens e informações sobre a empresa que os seus clientes poderão ter interesse em saber.
  • Reviews e reputação: as pessoas vão falar da sua empresa, quer tenha uma presença ativas nas redes sociais ou não. Muitas redes sociais permitem que os utilizadores deixem reviews sobre os negócios, pelo que é melhor estar informado sobre o feedback que estes têm sobre o seu. No caso de ser negativo, estar presente e ter a possibilidade de responder pode ser uma maneira importante de gerir a sua reputação. 
  • Pesquisa e publicidade local: é cada vez mais comum as pessoas pesquisarem a morada, o número de telefone ou outras informações das empresas nas redes sociais. Se não tiver um perfil completo com estas informações, é mais difícil que as pessoas cheguem até si. Além disso, várias redes sociais têm a opção de criar anúncios com base na localização geográfica da audiência, permitindo alcançar potenciais clientes que estão perto do seu estabelecimento. 
  • Construção de uma comunidade: o marketing nas redes sociais favorece a criação de comunidades em torno das marcas. Essas comunidades são constituídas por pessoas que têm interesse em interagir com a sua marca e que, idealmente, criam com ela uma relação de longa duração e a divulgam a outras pessoas. O word of mouth (boca a boca) pode ser o melhor marketing, sobretudo no que às empresas locais diz respeito.  
  • Monitorização da concorrência: ao acompanhar a atividade dos seus concorrentes nas redes sociais pode obter ideias úteis que podem ter impacto nas suas decisões de marketing, de produto, etc. 

Como podemos perceber, a importância de estar presente nas redes sociais é indiscutível. Damos-lhe, por isso, algumas dicas de como fazê-lo: 

  1. Defina os seus objetivos: podem variar em função da área de negócio, mas os mais comuns são aumentar a notoriedade, aumentar o engagement com o público-alvo e aumentar o número de cliques para o site. 
  2. Escolha os canais certos: o importante não é estar em todas as redes sociais, mas sim naquelas que são mais relevantes em função do seu produto/serviço. 
  3. Identifique a sua audiência: este é um passo essencial para ter uma presença relevante e proveitosa nas redes sociais. O seu público-alvo são todas as pessoas que estão perto do seu negócio? São só homens ou só mulheres? São proprietários de outras empresas?
  4. Crie um calendário de publicações: planeie o que vai publicar em cada semana ou em cada mês. A interação com a audiência é mais relevante se os conteúdos tiverem qualidade e isso implica planeamento.
  5. Partilhe conteúdos atrativos: dê primazia às imagens e aos vídeos nas suas publicações. Bons conteúdos visuais são mais apelativos do que apenas texto. Isso não significa, porém, que descure da qualidade daquilo que escreve: os textos devem ser criativos e bem escritos.  
  6. Monitorize os resultados: várias redes sociais disponibilizam ferramentas de análise que permitem ir comparando, ao longo do tempo, métricas como o número de seguidores, o número de visitas à página, o alcance das publicações, entre outras. 

Usar as redes sociais não tem de ser uma dor de cabeça para os negócios locais. Caso pretenda desenvolver uma estratégia mais sólida para as redes sociais da sua empresa não hesite em contactar-nos!

Plano de Marketing: Como Fazer e a sua Importância para as Empresas

Um plano de marketing é um documento que define a estratégia de marketing de uma empresa durante um determinado período de tempo, geralmente um ano. O propósito de um plano de marketing é servir de base para todas as ações desenvolvidas pela empresa, assegurando que estas são relevantes e adequadas para atingir os objetivos estabelecidos. 

Tipicamente, um plano de marketing deve incluir aspetos como uma análise do mercado e dos segmentos-alvo, a situação atual de marketing da empresa, os objetivos que esta pretende alcançar no futuro e as ações concretas que irão permitir alcançá-los. Escrever um plano de marketing leva os gestores a refletirem sobre quais são, concretamente, os seus objetivos de negócio e quais os passos que têm de dar para atingi-los. 

Existem vários modelos a partir dos quais é possível elaborar um plano de marketing. Propomos a seguinte estrutura composta por sete secções: 

Secção 1 – Sumário Executivo

É a primeira parte a ser lida mas a última a ser escrita. Isto porque, tal como o próprio nome indica, é um resumo das secções que se seguem. Deve ser conciso – com cerca de 3-4 parágrafos – introduzindo o leitor aos objetivos da empresa.

Secção 2 – Análise da Envolvente Externa

Compreender o ambiente no qual a empresa atua é uma parte essencial do planeamento de qualquer estratégia. Por isso, nesta secção são identificados os fatores externos que podem influenciar o desenvolvimento do negócio. Para tal, é usada frequentemente a análise PEST, que consiste em enumerar os aspetos Políticos, Económicos, Sociais e Tecnológicos que podem ter impacto no negócio da empresa.

Secção 3 – Análise Interna da Empresa

Saber em que ponto a empresa está no presente irá ajudá-lo a planear o futuro. Assim, nesta parte é feita uma análise crítica do negócio, caracterizando a sua situação atual.

Neste sentido, pode começar por fazer uma análise SWOT da empresa, sumarizando, a nível interno, as suas Forças (Strenghts) e as Fraquezas (Weaknesses) e, a nível externo, as suas Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

Depois disso, deve identificar cada um dos elementos do marketing-mix da empresa, explicando qual é o produto ou serviço disponibilizado, qual é a política de preços desenvolvida, quais os canais de distribuição e, por último, os canais de comunicação (pode saber mais sobre o marketing-mix aqui).

Por fim, deve estabelecer os seus objetivos para o período de tempo ao qual o plano de marketing se aplica. Estes objetivos devem ser SMART, ou seja, específicos, mensuráveis, alcançáveis, realistas e definidos no tempo. Por exemplo, evite objetivos como “aumentar o volume de vendas” e opte por “aumentar o volume de vendas em 10% em 2019”. 

Secção 4 – Formulação da Estratégia

É nesta secção que é definida a estratégia de marketing da empresa. Aqui devem ser identificados aspetos como o público-alvo da empresa (em termos de idade, género, localização geográfica, interesses, etc), os canais de distribuição, a forma como se desenvolve a relação com os clientes, as fontes de rendimento do negócio, os recursos e parcerias chave para o negócio da empresa e ainda a estratégia de comunicação (identificando a estratégia para os vários meios de comunicação utilizados).

Secção 5 – Definição das Ações

Trata-se de detalhar as ações concretas através das quais se pretende atingir os objetivos. Deve ser enumerada cada ação, quem dentro da empresa fica responsável pela sua concretização e quando será realizada (pode ser feito um cronograma dividido por meses ou semanas).

Secção 6 – Orçamento

Nesta parte são apontados todos os custos inerentes ao negócio da empresa: desde os custos fixos com produção, distribuição e recursos humanos, por exemplo, até aos custos com publicidade. Deve ser feita uma análise precisa de quanto está previsto gastar-se com cada um desses elementos para que seja possível avaliar, posteriormente, se o orçamento fui cumprido.

Secção 7 – Avaliação e Controlo

A última secção de um plano de marketing deve incluir uma explicação de como se pretende acompanhar e medir os resultados. É fundamental avaliar os resultados das estratégias para se perceber se os objetivos estabelecidos estão ou não a ser atingidos. 

Escrever um plano de marketing pode parecer um desafio, mas é uma ferramenta determinante para auxiliar as empresas, não só nos seus esforços de marketing, mas também nas decisões de gestão, nas políticas de recursos humanos, etc.

Na PIS podemos ajudá-lo a elaborar um plano de marketing para a sua empresa. Não hesite em contactar-nos. 

O que é o Marketing de Conteúdo e quais as suas Vantagens

O marketing nunca existiu sem conteúdo. Independentemente das estratégias e ações desenvolvidas pelos profissionais de marketing, sempre foi esperado que estas assentassem em conteúdos de qualidade. No entanto, com o advento da Internet e com a proliferação das plataformas digitais e das redes sociais, a criação de conteúdos tornou-se num dos aspetos mais centrais do marketing. 

É neste contexto que surge o Content Marketing, ou Marketing de Conteúdo, que consiste na criação e divulgação de conteúdos relevantes, consistentes e com valor para um determinado público-alvo com o objetivo de atrair a sua atenção e, por fim, conduzi-lo a uma determinada ação. O elemento-chave do marketing de conteúdo está na parte do “com valor”, que é o que o distingue de outras formas de publicidade e marketing. 

O marketing de conteúdo baseia-se no pressuposto de que não basta comunicar os benefícios dos nossos produtos ou serviços: é necessário envolver os nossos potenciais clientes numa história, acrescentar-lhes valor e dar-lhes uma razão para acreditarem que esses produtos/serviços podem ser uma parte importante nas suas vidas.

Por essa razão, o marketing de conteúdo é considerado uma ferramenta poderosa quando o objetivo é promover a marca, aumentar a notoriedade junto do seu target e incrementar as vendas. 

Ferramentas de marketing de conteúdo

Existem diversos meios através dos quais pode ser desenvolvida uma estratégia de marketing de conteúdo, entre os quais: 

  • Artigos de blog: devem conter informação relevante, precisa e bem escrita, de forma a que sejam úteis para quem os lê. Por exemplo, se tem uma loja online de sapatos, poderá ser pertinente partilhar artigos sobre as tendências do calçado de cada estação, dicas de conjugação dos sapatos com determinadas peças de roupa, etc. 
  • Podcasts: são arquivos digitais de áudio difundidos na internet e que podem ser ouvidos no computador, tablet ou no telemóvel. Os podcasts podem ser sobre temas como alimentação, lifestyle ou humor e constituem uma excelente forma de criar conteúdos interessantes que criem impacto junto dos seus potenciais clientes. 
  • Vídeos: são uma ferramenta que deve estar cada vez mais presente em qualquer estratégia de marketing e uma das grandes tendências do marketing digital, tal como já referimos aqui. Especialmente se falarmos de vídeos cujo foco é o conteúdo útil para as pessoas, ao invés da simples promoção dos produtos/serviços de uma empresa. Por exemplo, é frequente vermos marcas de maquilhagem partilharem vídeos com dicas de utilização dos produtos e tutoriais de maquilhagem, pois é uma forma relevante de estas gerarem valor junto do seu público. 

O importante é que cada empresa desenvolva os seus conteúdos nos canais certos, ou seja, naqueles que fazem mais sentido em função dos seus recursos e da sua área de negócio e naqueles que irão chegar de forma mais efetiva ao seu público-alvo.

Vantagens do marketing do conteúdo

  • Melhora a visibilidade online: ao criar conteúdos relevantes que sejam consultados e partilhados por muitas pessoas, está a conferir relevância e autoridade à sua empresa, o que contribui para melhorar a posição do seu site nos motores de busca, por exemplo. Além disso, a existência desses conteúdos permite desenvolver uma estratégia mais sólida nas redes sociais, uma vez que pode partilhá-los lá. 
  • Ajuda a captar novos clientes e a fidelizá-los: é provável que muitas pessoas conheçam a sua marca devido aos conteúdos que partilhou. E se esses conteúdos forem realmente relevantes e valiosos para elas, o relacionamento com a sua marca poderá tornar-se mais próximo e duradouro.
  • Contribui para um aumento das vendas: pessoas que estão interessadas nos conteúdos que a sua marca partilha e que começaram espontaneamente a interagir com a sua empresa estão mais propensas a chegar ao final do funil de vendas, ou seja, a comprar o produto e/ou serviço que tem para lhes oferecer.
  • Permite reduzir custos: os custos podem variar dependendo da ferramenta de marketing de conteúdo utilizada, mas são tendencialmente mais reduzidos do que noutras formas de publicidade mais tradicionais.

Acha que implementar uma estratégia de marketing de conteúdo pode ser importante para a sua empresa? Não hesite em contactar-nos e dar-lhe-emos todo o apoio necessário.