Marketing para Empresas: Fazer Internamente ou optar por Outsourcing?

Todas as empresas precisam de competências de marketing. Quer se trate de uma empresa nova ou já consolidada no mercado, pequena ou de grande dimensão, que vende produtos ou que presta serviços. Todas necessitam de desenvolver estratégias de marketing (para angariar clientes, aumentar as vendas, ganhar notoriedade e reputação), e, por conseguinte, de alguém que tenha know-how para acompanhar todo o processo, desde o planeamento das ações até à sua operacionalização e monitorização dos resultados. 

A dúvida com a qual muitas empresas se deparam é se, para levarem a cabo as suas estratégias e ações de marketing, deverão contratar colaboradores e formar uma equipa internamente ou se deverão delegar essas tarefas a uma agência em regime de outsourcing (subcontratação de determinados serviços a empresas externas). Esta decisão pode depender de fatores como os objetivos da empresa, a dimensão e a estrutura organizacional, os recursos disponíveis, entre outros. 

O que é indiscutível é que o marketing é uma disciplina cada vez mais abrangente. O marketing digital envolve atividades como gestão de redes sociais e publicidade online, SEO e SEM, e-mail marketing, criação e gestão de conteúdos, design e desenvolvimento web, mobile marketing, etc. Sendo que, ao marketing digital, acrescem os formatos de publicidade ditos tradicionais, como campanhas de televisão ou rádio, relações públicas, organização de eventos, marketing direto, merchandising, entre outros. 

No caso das empresas de dimensão mais reduzida, pode tornar-se difícil constituir uma equipa completa de profissionais especializados em todas estas áreas. E é igualmente improvável que uma só pessoa possua todas estas competências. 

É neste contexto que, para algumas empresas – em função dos seus objetivos e do orçamento disponível -, pode fazer sentido contratar uma empresa de consultoria que lhes possa dar o apoio necessário na definição e implementação das estratégias de marketing. Esta contratação pode acontecer apenas a um nível mais estratégico (de suporte às tomadas de decisão) ou a um nível operacional (no qual a agência concretiza as ações definidas), e pode ser por projeto/campanha ou em regime de avença mensal durante um determinado período de tempo. 

Vantagens da contratação de serviços de marketing a empresa externa: 

1 –  Equipa especializada

Este é o benefício mais evidente quando se opta por terceirizar as atividades de marketing. As empresas de consultoria são constituídas por profissionais qualificados, com experiência nas várias áreas do marketing e preparados para apresentar propostas e resultados de forma efetiva. 

Ao contrário do que acontece nas organizações cujo foco não é o marketing – nas quais muitas vezes o tempo acaba por ser dividido com outras tarefas, comprometendo a qualidade do trabalho desenvolvido -, nas agências toda a estrutura é montada em torno das atividades de marketing, o que lhes permite serem eficientes e competitivas. 

A partilha de conhecimentos e o aconselhamento profissional tornam a consultoria de marketing uma boa alternativa para as empresas que não possuem os recursos necessários para desenvolver e implementar as suas estratégias internamente.

2 –  Redução de custos

Constituir uma equipa de marketing acarreta inúmeros custos. Em primeiro lugar, os custos relacionados com os recursos humanos, como salários e todos os encargos sociais associados (impostos, subsídios, seguros, etc). Além destes, existem os gastos inerentes ao espaço físico do escritório (computadores e outros equipamentos) e a todas as ferramentas necessárias ao trabalho dos colaboradores, como softwares de e-mail marketing, licenças de programas de edição de imagem e vídeo, entre outras. 

No caso de algumas empresas, estes gastos podem ser pouco viáveis e optar por uma avença com uma agência de marketing pode representar uma redução significativa de custos.

3 –  Mais tempo para gerir o seu negócio

Esta é também umas das razões pelas quais os proprietários das empresas recorrem aos serviços de agências externas: porque têm profissionais qualificados nos quais confiam a desenvolver todos os aspetos adjacentes à estratégia de marketing definida e, como resultado, têm mais tempo para se dedicarem à gestão do seu negócio. 

Claro que, mesmo a empresa de consultoria, necessita de acompanhamento por parte dos clientes, sendo necessário marcar reuniões para definir objetivos, fornecer informações e indicações acerca da cultura organizacional, de forma a que o trabalho da agência vá ao encontro dos valores da empresa e dos objetivos dos seus gestores. Mas, ainda assim, estes têm mais disponibilidade para se ocuparem de outros aspetos relacionados com o negócio do que se tiverem de gerir uma equipa de marketing interna.

4 –  Maior garantia de resultados

O facto de uma agência de marketing já trabalhar com outras empresas e já possuir resultados demonstrados e casos de sucesso reduz o risco de decisão de quem pondera recorrer aos seus serviços. 

A experiência e a especialização dos profissionais envolvidos, focados em apresentar soluções e concretizá-las de forma efetiva, proporciona às empresas uma maior garantia de resultados do que desenvolvendo as ações de marketing internamente.

Em suma, a contratação de serviços de marketing a empresas externas apresenta diversas vantagens. No entanto, tudo depende dos objetivos de cada empresa, da sua estrutura e dos recursos disponíveis.

Para algumas empresas pode fazer sentido desenvolver estas competências internamente. Mas, para aquelas que não dispõem de conhecimentos nem de tempo para implementarem os seus esforços de marketing, vale a pena pensar no outsourcing como uma escolha estratégica. 

Remarketing: o que é e como ajuda a aumentar as conversões de uma loja online

 

Provavelmente já reparou que, depois de ter visitado um determinado website ou de ter visto um produto numa loja online, esse ou outros produtos relacionados começam a aparecer-lhe noutras pesquisas que faz e noutros websites que consulta.

Isso acontece porque a empresa do website que visitou tem configurada aquilo a que chamamos uma campanha de remarketing.

O que é o Remarketing?

O remarketing é uma estratégia de marketing aplicada em websites que vendem produtos online e que consiste em mostrar anúncios a pessoas que já visitaram previamente esse website e já demonstraram interesse nos produtos.

Sempre que entramos numa loja online e aceitamos a utilização de cookies, esse site armazena informações como os nossos dados de login, as páginas que visitámos e o nosso endereço de IP. Estas informações permitem que, mais tarde, as marcas consigam desenvolver campanhas personalizadas e específicas para cada pessoa, uma vez que podem publicitar apenas produtos semelhantes aos que nós vimos ou até aquele produto que adicionámos ao carrinho mas acabámos por não comprar.

O principal objetivo do remarketing é, então, a conversão. Uma campanha de remarketing pretende relembrar e convencer as pessoas que já demonstraram interesse no produto a voltarem ao website e a realizarem efetivamente uma compra.

O remarketing assume-se, por isso, como uma ferramenta poderosa, sobretudo se tivermos em consideração que apenas cerca de 2% das pessoas realizam uma compra logo na primeira vez que visitam um site.

Ferramentas de Remarketing

  • Motores de Busca (Google): a forma mais comum de campanhas de remarketing consiste em anúncios da rede display. Geralmente, estes anúncios exibem os produtos que vimos  anteriormente num website – ou produtos relacionados – noutra página que visitamos.
  • Redes Sociais (Facebook, Instagram): permitem também segmentar e mostrar anúncios a pessoas que visitaram um determinado site, que viram páginas de produtos mas não completaram a compra.
  • E-mail: é possível enviar e-mails personalizados a indicar, por exemplo, que o produto que a pessoa viu ainda se encontra disponível ou a oferecer um desconto especial para incentivar o cliente a realizar a compra.

Remarketing e Retargeting: Qual a diferença?

O conceito de remarketing é, muitas vezes, confundido com o conceito de retargeting, uma vez que são semelhantes e possuem o mesmo objetivo: a conversão de clientes que já interagiram previamente com a loja online.

O retargeting é usado frequentemente para descrever os anúncios online que são exibidos aos visitantes de um website em redes de terceiros, ou seja, noutros websites ou nas redes sociais como o Facebook.

Por sua vez, o remarketing refere-se a campanhas de e-mail que permitam atrair novamente os potenciais clientes para o website: por exemplo, quando um visitante adiciona um produto ao carrinho mas não termina a compra ou quando adiciona um produto aos seus favoritos. Para desenvolver campanhas de remarketing é preciso ter os e-mails dos visitantes, enquanto nas campanhas de retargeting essa não é uma condição necessária.

Tanto o retargeting como o remarketing são estratégias eficazes, sendo que uma combinação das duas pode ser uma ferramenta poderosa para aumentar as conversões de uma loja online.

O conceito de remarketing acabou por ser adotado no sentido de abranger os dois, uma vez que é a designação utilizada pelo Google para este tipo de campanhas.

Como pudemos verificar, as campanhas de remarketing podem ser um meio muito efetivo para aumentar o reconhecimento da marca junto dos potenciais clientes, para trazê-los de volta a um website e conduzi-los a uma determinada ação, nomeadamente a compra.

Na PIS podemos ajudá-lo a estruturar a sua loja online e as suas campanhas de remarketing. Não hesite em contactar-nos.

Marketing Direto: Conceito, Exemplos e Vantagens

O marketing direto consiste em promover um produto ou serviço diretamente a um potencial cliente. É uma estratégia realizada individualmente, de acordo com os interesses ou os comportamentos de compra demonstrados pelos potenciais clientes, e assume que já existe algum interesse prévio do consumidor pelo produto/serviço da empresa.

Com o marketing direto, as mensagens publicitárias são comunicadas pela empresa diretamente ao consumidor, sem existir qualquer intermediário, como um anúncio divulgado na rádio ou na imprensa, por exemplo.

Formas de marketing direto

No marketing direto são utilizados meios de comunicação que permitam apresentar a mensagem diretamente ao consumidor. Esses meios podem ser:

    • E-mail marketing: é um dos canais de marketing direto que apresenta um maior retorno do investimento. Consiste no envio de e-mails com informações, ofertas especiais ou outras mensagens aos potenciais clientes, previamente segmentados e alojados numa base de dados. Quanto mais personalizadas forem estas mensagens, mais eficazes se tornam.
    • SMS marketing: enviar mensagens de texto aos potenciais clientes também constitui uma forma de marketing direto. É um meio relevante quando se pretende comunicar alguma promoção ou campanha especial, a disponibilidade de algum produto ou o estado de envio de uma encomenda, por exemplo. Pode servir, também, para dar os parabéns aos clientes no seu aniversário.
    • Cupões de desconto: são uma forma convencional de marketing direto que consiste na entrega de cupões de desconto, pessoalmente ou por correio. Esta estratégia pode ser associada a spam, porém, se for bem segmentada e individualizada, pode ser bastante eficaz. Por exemplo, quando um cliente compra algum produto na sua loja, pode oferecer-lhe um desconto numa próxima compra.
  • Publicidade online: os canais de comunicação digitais apresentam cada vez mais soluções, sendo que o marketing direto ganha, neste contexto, uma nova dimensão. Por exemplo, se tiver uma loja online, é possível fazer publicidade apenas para as pessoas que já visitaram o seu site, que viram um determinado produto ou que adicionaram um produto ao carrinho mas não terminaram a compra.

Independentemente do meio utilizado, as mensagens de marketing direto incluem sempre um call to action, ou seja, um apelo à ação. Este call to action pode incentivar o cliente a entrar num determinado site, a visitar a empresa numa feira/evento, a usar um cupão de desconto, entre outras ações.

Vantagens do marketing direto

Ao contrário de outras estratégias de marketing mais massificadas, o marketing direto consiste na divulgação de mensagens apenas a pessoas potencialmente interessadas na sua empresa. Isso traz algumas vantagens:

    • A comunicação é mais individualizada, mais personalizada e, por isso, tendencialmente mais eficaz;
    • Há uma redução dos custos e, potencialmente, um melhor retorno do investimento, uma vez que o investimento em publicidade é mais direcionado;
    • O público-alvo está mais predisposto a receber as comunicações da empresa, aumentando as probabilidades de venda;
    • É relativamente fácil medir resultados e analisar o desempenho das campanhas;
    • No caso do marketing direto online, existe ainda a vantagem de este poder ser automatizado e não implicar um esforço elevado de operacionalização.

A chave para a eficácia de uma campanha de marketing direto baseia-se numa boa segmentação da base de dados. Comunicar com pessoas que não estejam interessadas na sua empresa nem predispostas a receber as suas mensagens publicitárias pode tornar-se caro e ineficaz.

Caso tenha interesse em desenvolver alguma estratégia de marketing direto para o seu negócio não hesite em entrar em contacto connosco!

Jantar de Natal: Workshop no Atelier do Chef Ricardo Raimundo

No passado dia 21 de dezembro a equipa da PIS Marketing realizou, no âmbito do jantar de Natal da empresa, um workshop de cozinha que teve como mentor o conceituado Chef Ricardo Raimundo e que decorreu no seu Atelier, no centro da Benedita.

Os participantes iniciaram o workshop pelas 16h30, assistindo, em primeiro lugar, a uma breve explicação teórica por parte do Chef sobre as receitas que iriam confecionar. A ementa foi pensada pelo Chef Ricardo de forma a que os aprendizes pudessem utilizar alimentos e utensílios que facilmente tivessem em casa.

 

A ementa foi a seguinte:

Entradas:

  • Ostras Gratinadas
  • Camarão à Guilho

Prato de Peixe:

  • Bacalhau Fumado com Puré de Batata Doce

Prato de Carne:

  • Lombinho de Porco com Crosta de Ervas Aromáticas e Risotto de Cogumelos

Sobremesa:

  • Trilogia de Laranja
  • Bolo de Noz

A preparação dos pratos teve início às 17h00, sendo que cada participante ficou responsável por uma parte da ementa. Durante todo o processo de confeção puderam contar com a preciosa ajuda do Chef Ricardo Raimundo.

As entradas foram compostas por ostras do Sado e do Algarve gratinadas e ainda por camarão cozido e salteado.

Relativamente ao prato de peixe, foi utilizado lombo de bacalhau fresco para ser posteriormente fumado com madeira e ervas aromáticas. Para acompanhar foi feito um puré de batata doce e tomates cherry salteados.

Em relação ao prato de carne, os lombinhos de porco foram ao forno com uma crosta de broa de milho e ervas aromáticas. E, para acompanhar, um risotto de cogumelos.

Em ambos os pratos principais, os respetivos responsáveis tiveram oportunidade de realizar um caldo, uma tarefa comum para cozinheiros profissionais mas menos usual para quem apenas cozinha de forma amadora ou ocasional.

Por fim, a sobremesa foi dividida em duas partes: uma trilogia de laranja constituída por bolo de laranja, creme mascarpone de laranja e sorvete de laranja; e um bolo de noz.

 

 

Pelas 20h30, todos os pratos estavam terminados e teve início o jantar de Natal da PIS. O resultado foi uma refeição deliciosa, na qual os participantes puderam saborear os seus próprios pratos e os dos colegas. Todos provaram algo pela primeira vez ou, pelo menos, de uma forma que nunca tinham provado antes. E todos confessaram ter adorado o jantar.

 

 

No final, o Chef Ricardo Raimundo entregou aos participantes os respetivos certificados de participação. Resta saber se apenas por cortesia ou mesmo por mérito. Por aqui achamos que foi a segunda! 😉

Recomendamos este tipo de ações para teambuilding das empresas, fortalecer ligações entre os colegas de trabalho ou mesmo eventos direcionados aos seus clientes.

Na PIS podemos ajudá-lo a organizar eventos para a sua empresa. Caso tenha interesse não hesite em contactar-nos.

Marketing-Mix: O que são os 4 P’s do Marketing?

 

No lançamento de qualquer novo negócio é necessário definir concretamente diversos aspetos relacionados com o produto/serviço que vai ser disponibilizado aos clientes.

Existem quatro aspetos, em particular, que constituem a base de qualquer estratégia de marketing e que são denominados de 4 P’s do Marketing ou Marketing-Mix. Esses quatro P’s referem-se a Product, Price, Placement e Promotion – ou, em português, Produto, Preço, Distribuição e Comunicação – e são fatores que podem influenciar em larga medida o processo de decisão de compra dos consumidores.

1 – Produto (Product)

O produto refere-se aos bens físicos ou aos serviços que a sua empresa disponibiliza, bem como à experiência que os clientes têm com esse produto ou serviço. Ao nível do produto define-se a marca, o nome, os materiais, o packaging, o seu design ou características inovadoras, por exemplo.

Ao definir os atributos do seu produto ou serviço deve procurar responder a perguntas como “qual é a necessidade que o meu produto satisfaz?”, “como é que o meu produto se diferencia dos já existentes?” ou “como é o produto e que funções/atributos deverá ter?”.

2 – Preço (Price)

O preço diz respeito ao valor que é cobrado aos clientes pelo produto/serviço. Este preço deve conter, por um lado, todos os custos inerentes ao produto (custos de produção e distribuição, custos com colaboradores, com publicidade, etc) e, por outro, a margem de lucro que pretende obter na sua venda.

O preço de um produto/serviço influencia diretamente a perceção que os consumidores desenvolvem acerca dele. Daí que seja determinante escolher um preço adequado. Se o preço for demasiado baixo, os consumidores podem questionar a qualidade do produto e, se for demasiado alto, podem achar que é excessivamente caro.

Aquando da definição do preço, deve ter uma resposta para questões como “quanto estará o cliente disposto a pagar pelo meu produto?” ou “como se comparam os nossos preços aos dos nossos concorrentes?”.

3 – Distribuição (Placement)

A distribuição baseia-se nos canais utilizados para a disponibilização do produto aos clientes. É a forma como o produto chega ao cliente e, por isso, compreende os pontos de venda, os distribuidores e transportadoras usados, o local de armazenamento, etc.

É importante definir com clareza os canais de distribuição do seu negócio, uma vez que é necessário perceber onde é que o seu público-alvo estará propenso a adquirir o seu produto/serviço e onde é que será relevante estar presente.

Ao decidir este aspeto, deverá procurar responder a perguntas como “onde é que o público procura este produto?”, “quais serão os pontos de venda?” ou “vou vender em pontos de venda físicos, online ou em ambos?”.

4 – Comunicação (Promotion)

Por último, a comunicação está relacionada com a divulgação do produto. Diz respeito às estratégias de comunicação que irá desenvolver para dar a conhecer o seu produto/serviço ao seu público-alvo.

Aqui são definidos os canais nos quais irá comunicar as vantagens e os atributos do seu produto e, por isso, deve identificar bem a sua audiência e garantir que a mensagem é clara e relevante. É a comunicação que irá transmitir aos consumidores a ideia de que o seu produto satisfaz uma determinada necessidade.

Neste sentido, questões como “onde e quando devemos comunicar o produto aos clientes?” , “em que canais de comunicação é que o nosso público-alvo está presente?” ou “como é que a concorrência faz a sua promoção?” devem procurar ser respondidas.

Gostaria de desenvolver uma estratégia de marketing e de definir o marketing-mix do seu negócio? Na PIS podemos ajudá-lo.

Marketing Digital: 5 Tendências para 2019

O marketing é uma área em constante evolução. Ainda mais se falarmos em particular do marketing digital. Todos os anos surgem novas tecnologias e as tecnologias existentes tornam-se mais inteligentes e com maiores potencialidades.

O desafio dos profissionais de marketing é manterem-se a par dessas alterações e conseguirem, neste contexto de permanente mudança, alcançar e reter a atenção do seu público-alvo.

Apresentamos, de seguida, algumas das tendências do marketing digital para este ano de 2019.

1 – Vídeos e Live Streams

O vídeo veio para ficar e assume-se como uma das principais tendências para este ano. A atenção dos consumidores é reduzida e, por isso, é natural que eles prefiram ver um vídeo do que ler um artigo, por exemplo. Além disso, redes sociais como o Facebook e Instagram privilegiam cada vez mais conteúdos em formato de vídeo.

Mais do que os vídeos, os live streams (transmissões em direto) são uma ferramenta poderosa, porque chamam imediatamente a atenção do consumidor e permitem a sua interação.

2 – Marketing de Influência

O marketing de influência consiste em fazer parcerias com bloggers e influenciadores digitais para que estes divulguem e recomendem os produtos/serviços de uma marca aos seus seguidores. Tem sido considerada uma estratégia eficiente e, por isso, continuará a ser uma tendência importante.

Não se trata apenas de fazer campanhas com celebridades, mas também com os chamados microinfluenciadores – pessoas que têm menos seguidores mas cujos níveis de envolvimento com a audiência são muito relevantes.

3 – Blogs e Marketing de Conteúdo

Também não é uma novidade e continuará a ser uma parte importante de qualquer estratégia de marketing. O marketing de conteúdo baseia-se na criação de conteúdos relevantes e consistentes para atrair a atenção do público-alvo. Esses conteúdos podem ser publicações nas redes sociais, vídeos, tutoriais, artigos, infografias, entre outros.

Neste contexto, já não basta criar conteúdos. É preciso apostar na sua qualidade e criatividade. E é fundamental que sejam personalizados e adaptados à audiência que queremos alcançar.

4 – Automação de Marketing

Marketing automation, ou automação de marketing, consiste em utilizar determinadas tecnologias que permitem tornar alguns processos de marketing automáticos. É possível segmentar o público-alvo e enviar mensagens através de diversos canais de forma personalizada e automática.

Estas ferramentas permitem simplificar procedimentos e reduzir tarefas repetitivas, aumentando a competitividade e a eficiência das empresas.

5 – Jornada do Consumidor

A definição da jornada do consumidor não é recente no âmbito do marketing. Mas, com todas as mudanças trazidas pelo digital, é um aspeto ao qual as empresas devem voltar a dar atenção.

Mapear a jornada do consumidor consiste em enunciar todos os pontos de contacto que o cliente tem com o negócio e em perceber o caminho que cada cliente percorre até chegar efetivamente à compra. Este mapa pode ser complexo, uma vez que deve englobar todas as formas através das quais o cliente pode interagir com a empresa: por exemplo, pode começar por ver um anúncio no Facebook, ver onde se situa a sua loja e depois deslocar-se lá para realizar uma compra; mas também pode pesquisar no Google, encontrar o seu site e comprar online.

É essencial ter este fluxo definido para perceber que etapas da cadeia é que podem ser melhoradas.

Na PIS podemos aconselhá-lo sobre como aplicar estas tendências, ou outras estratégias, ao seu negócio. Não hesite em contactar-nos!

SEO: Saiba como melhorar a visibilidade da sua empresa nos motores de busca

Sabia que cerca 35% das pessoas que fazem pesquisas no Google clica logo no primeiro resultado orgânico da página? E que cerca de 75% das pessoas nunca passa para a segunda página de resultados?

Estes dados revelam a importância que tem estar bem posicionado nos resultados do Google. Imagine que tem uma empresa de malas feitas em cortiça: se o site da sua empresa aparecer nos primeiros resultados do Google quando as pessoas pesquisam “malas de cortiça”, a probabilidade de estas ficarem a conhecer o seu negócio e de comprarem os seus produtos é muito mais elevada do que se não encontrarem o seu site.

É neste contexto que surge o SEO, que significa Search Engine Optimization ou, em português, Otimização para os Motores de Busca. O SEO consiste num conjunto de técnicas e estratégias de melhoria aplicadas num determinado website para que este fique melhor posicionado nos motores de busca, como o Google. Em última instância, o objetivo do SEO é colocar o seu website no primeiro lugar dos resultados do Google para as palavras-chave relacionadas com o seu negócio.

 

 

Estratégia de SEO

Qualquer estratégia de SEO, ou seja, de otimização de um site para os motores de busca, pode ser dividida em duas vertentes: o on-page SEO e o off-page SEO.

1. On-page SEO (dentro do site):

Consiste no conjunto de estratégias que são desenvolvidas diretamente nas páginas do seu website. Estas estratégias estão relacionadas com a precisão dos títulos e das descrições das páginas, com a estrutura do URL de cada página, com a clareza e a relevância do conteúdo de cada página, com a velocidade com que as páginas carregam, com o facto de o site estar otimizado para dispositivos móveis, com a existência de links internos que facilitem a navegação dos utilizadores dentro do site, entre outros.

Uma definição correta de todos estes aspetos permite que o Google identifique o seu site como relevante para os utilizadores e decida que deve mostrá-lo na página de resultados quando alguém pesquisa pela palavra-chave relacionada com o seu negócio.

Pelo contrário, se estes aspetos não estiverem bem definidos, se não for claro nas páginas do seu site qual é o seu produto, se os conteúdos das diferentes páginas não forem relevantes ou estiverem confusos, se as imagens forem demasiado pesadas e tornarem o site lento, se o site não se ajustar ao tamanho dos ecrãs dos telemóveis ou tablets, etc, o Google vai considerar que este não é suficientemente relevante para mostrá-lo nos primeiros resultados de pesquisa.

2. Off-page SEO (fora do site):

As estratégias de SEO que não estão diretamente relacionadas com a qualidade das páginas do seu site dizem respeito à obtenção de links de outros websites que direcionem para o seu.

Voltando ao exemplo da empresa de malas de cortiça: imagine que o site da Vogue menciona a sua empresa num dos seus artigos de moda e coloca um link para o seu site ou para a página de um produto. Para o Google, o seu site passa a ter uma relevância maior – por ter sido mencionado por outro que é considerado uma autoridade no setor em questão – e é provável que fique melhor posicionado nas páginas de resultados.

Assim, deve criar conteúdos exclusivos e relevantes no seu site, ou num blog, por exemplo, que sejam susceptíveis de serem partilhados por outros sites, preferencialmente sites de empresas da sua área de negócio. Pode, ao mesmo tempo, estabelecer parcerias com influenciadores que divulguem a sua marca e partilhem links para o seu site (pode ver aqui o nosso artigo sobre marketing de influência).

Quanto mais o conteúdo do seu site for partilhado noutros canais, mais provável é que o Google comece a considerá-lo como um site relevante que deve ser mostrado nos primeiros resultados quando alguém pesquisa palavras-chave relacionadas com a sua marca.

Benefícios do SEO

A maior vantagem do SEO é o alcance do qual a sua empresa pode beneficiar. Ao aparecer nas pesquisas dos seus potenciais clientes, o seu website obtém mais visitas de pessoas que estão proativamente à procura daquilo que tem para oferecer. E a existência de um maior número de visitantes é uma oportunidade para convertê-los em clientes e, consequentemente, aumentar as vendas.

Na PIS Marketing podemos ajudá-lo a otimizar o seu site para ficar melhor posicionado nos motores de busca. Caso tenha interesse em fazê-lo não hesite em contactar-nos!

Comunicação de Natal: Estratégia, Exemplos e Importância para as Empresas

É indiscutível que o Natal é uma das alturas do ano mais importantes para a generalidade dos negócios. É uma época na qual os consumidores estão mais predispostos a realizar compras e a despender mais dinheiro, pelo que é uma oportunidade que as empresas não podem desperdiçar.

No entanto, para ir ao encontro das necessidades dos clientes não basta ter aquilo que eles procuram, é necessário comunicá-lo. E, se possível, de forma criativa e envolvente!

Através da comunicação, as empresas mantêm as relações já existentes e constroem relações novas, sendo uma parte fundamental para o crescimento dos negócios. Por isso mesmo, é essencial definir como comunicar numa época tão relevante como o Natal.

 

1º – Defina uma estratégia

Comece a planear as suas ações de Natal o mais cedo possível e defina objetivos claros que pretende alcançar (por exemplo, quantos novos clientes quer que visitem a sua loja ou quanto pretende lucrar no mês de Dezembro). Depois disso defina métricas para avaliar, posteriormente, se a sua campanha de Natal teve sucesso.

 

2º – Adapte os seus canais de comunicação

O Natal é uma altura que estimula alterações nos materiais de comunicações das marcas, tanto em termos de conteúdo como na apresentação.

Em termos visuais, adapte a sua marca para que ela traduza o espírito natalício (por exemplo, coloque elementos natalícios nas fotos que publica nas redes sociais).

Em termos de conteúdos de comunicação, desenvolva aqueles que considere mais relevantes para a sua empresa e área de negócio. Apresentamos alguns exemplos:

  • Divulgação de informações sazonais: como, por exemplo, sobre alterações no horário de funcionamento da sua empresa ou sobre a disponibilidade de determinados produtos. Ao manter os clientes atualizados eles permanecem vinculados à sua empresa. Poderá fazê-lo através das redes sociais ou mandando um SMS, por exemplo.
  • Vouchers/cartões de oferta: são uma escolha de muitos consumidores para oferecerem aos seus amigos/familiares. Podem, não só, contribuir para um aumento das vendas  no Natal como também para que novos clientes conheçam os seus produtos/serviços no resto do ano.
  • E-mail Marketing: apesar de todos os novos meios que vão surgindo, o e-mail continua a ser o mais poderoso em termos de conversão. Por essa razão, desenvolva um e-mail de Natal criativo e apelativo, que pode ou não ter uma alguma oferta especial associada.
  • SMS Marketing: a grande maioria das pessoas tem o telemóvel sempre à mão e, apesar das redes sociais, as mensagens de texto continuam a ser uma forma rápida e direta de comunicarmos. Os SMS têm taxas de abertura elevadas, constituindo, por isso, uma grande oportunidade para as empresas. Assim, enviar uma mensagem de Natal aos seus clientes pode ser uma boa opção para comunicar com eles nesta época.
  • Cartões: os tradicionais cartões de boas festas podem, ainda, desempenhar um papel fundamental na comunicação de Natal das empresas. Tendo em conta que as pessoas recebem poucas cartas hoje em dia, já pensou que esta poderá ser uma forma de a sua empresa se destacar?

Não se esqueça de adaptar a sua comunicação ao seu alvo: o Natal não é só uma altura de interagir com clientes, mas também com fornecedores, parceiros e colaboradores. E é, tendencialmente, diferente comunicar com cada um deles.

 

3. Faça os seus clientes sentirem-se especiais 

O Natal é uma época de emoções e, como tal, os seus clientes vão gostar de sentir que se lembra deles. Oferecer um pequeno presente ou brinde pode ser uma boa forma de fazê-lo. Ao mesmo tempo que está a agradecer a preferência dos clientes está a fidelizá-los e a encorajá-los a voltar.

 

Na PIS Marketing podemos ajudá-lo a desenvolver as suas ideias de comunicações de Natal. Caso tenha interesse não hesite em contactar-nos!

Inbound Marketing: O que é e como pode ajudar o seu negócio

O Inbound Marketing, também conhecido como Marketing de Atração, consiste numa abordagem de marketing baseada na criação de conteúdos relevantes e úteis para alcançar clientes potencialmente interessados na sua empresa.

Ao contrário das estratégias de Outbond Marketing – que incluem anúncios de rádio ou na imprensa, distribuição de flyers ou participação em feiras, por exemplo -, com o Inbound Marketing não precisa de lutar pela atenção dos seus potenciais clientes, uma vez que são eles próprios quem demonstra interesse pela sua empresa ou produto.

Algumas das formas mais usadas em estratégias de Inbound Marketing são blogs, eBooks, infografias, vídeos tutoriais, questionários, fóruns, newsletters, podcasts, entre outros. Quando alguém tem interesse em algum destes conteúdos criados pela sua empresa, é muito provável que também esteja interessado no produto/serviço que tem para lhe oferecer e que esteja mais predisposto para comprar.

 

 

As quatro etapas do Inbound Marketing

1 – Atrair

A primeira fase consiste em gerar tráfego, ou seja, atrair potenciais clientes para o seu website ou para as suas plataformas digitais.

Isto pode ser feito através de artigos de blog, das redes sociais ou de anúncios pagos no Facebook ou no Google, por exemplo.

2 – Converter

Depois de atrair os seus potenciais clientes, o objetivo torna-se convertê-los em leads (uma lead é uma oportunidade de negócio). Uma vez que eles já chegaram ao seu site, agora é necessário obter os seus contactos.

Como? Através de formulários de contacto, de pedidos de reunião ou de pedidos de demonstrações, por exemplo.

3 – Vender

Em terceiro lugar, é importante avaliar quais as leads que estão propensas a realizar uma compra, ou seja, a tornarem-se clientes da empresa. Para isso, é necessário interagir com elas em função do interesse que demonstraram (quais as páginas que visitaram, por exemplo).

Essa interação pode ser feita através do e-mail marketing, por exemplo, enviando e-mails que podem deixar o potencial cliente mais perto da compra.

4 – Satisfazer

Por último, é fundamental manter uma relação com o cliente, mesmo depois de ele já ter comprado o seu produto/serviço. Preservar esta interação com os seus clientes pode levá-los a comprar novamente e até mesmo a tornarem-se embaixadores da sua empresa junto de outros clientes potenciais.

Pode manter a conversação através das redes sociais ou do e-mail marketing (comunicações no aniversário dos clientes, em épocas festivas como o Natal ou a divulgar lançamentos de novos produtos/versões, etc).

Benefícios do Inbound Marketing

Como é possível perceber, uma estratégia de Inbound Marketing traz consigo inúmeras vantagens. Algumas delas são:

  • Leads qualificadas: a probabilidade de alcançar o público certo é mais elevada, uma vez que as pessoas demonstram previamente interesse nos seus conteúdos.
  • Ciclo de vendas mais curto: leads mais qualificadas traduzem-se em leads que estão mais perto de fechar negócio, reduzindo o esforço comercial de venda.
  • Identificação com a marca: a partilha de conteúdos úteis faz com que a experiência das pessoas com a sua empresa seja positiva, aumentando a identificação e a confiança nos seus produtos/serviços.

Em suma, o Inbound Marketing permite-lhe atrair potenciais clientes de forma mais relevante para os mesmos, aumentando as hipóteses de eles se tornarem clientes efetivos da sua empresa.

Na PIS podemos ajudá-lo a criar uma estratégia de Inboud Marketing relevante para o seu negócio. Caso tenha ficado interessado em saber mais, não hesite em contactar-nos.

E-mail Marketing: 5 Dicas para comunicar por e-mail com os seus clientes

O e-mail marketing é toda a comunicação que é estabelecida entre a empresa e os seus clientes – ou potenciais clientes – via e-mail. Esta ferramenta de comunicação não é recente e continua a ser considerada como uma das mais poderosas, tanto para ganhar novos clientes como para fidelizar os já existentes.

Isto acontece porque o e-mail marketing apresenta vantagens para as empresas como o alcance e a visibilidade dos e-mails, uma vez que a generalidade das pessoas acede frequentemente ao e-mail, e a relação custo-benefício, pois as taxas de conversão costumam compensar os custos relativamente baixos de enviar e-mails.

Tendo em conta o objetivo específico da empresa, as comunicações via e-mail podem ser de diferentes tipos: newsletters, que podem ser abrangentes no que toca aos seus conteúdos e que são uma boa forma de nutrir a relação com o cliente; e-mails promocionais, quando o objetivo é promover uma oferta ou um produto/serviço e converter o cliente (levá-lo a comprar); e-mails sazonais em ocasiões específicas, como, por exemplo, no aniversário no cliente; e-mails de boas-vindas, que podem ser determinantes para o cliente dar o seu próximo passo na relação com a empresa; e e-mails de reativação, que geralmente divulgam uma oferta exclusiva a clientes que não têm comprado nenhum produto ou não têm acedido ao site da empresa, por exemplo. 

De seguida apresentamos 5 dicas fundamentais para construir uma boa estratégia de e-mail marketing para a sua empresa:

1 – Construção da lista de contactos

O primeiro passo em qualquer estratégia de e-mail marketing é ter uma lista de contactos com os quais comunicar. Esta base de dados deve ser composta por pessoas que demonstraram interesse em receber as comunicações da sua empresa, ou seja, que deram permissão para utilizar os seus e-mails. Este fator é determinante para o sucesso das suas campanhas de e-mail marketing, pois os seus contactos devem estar genuinamente envolvidos com o seu negócio e devem querer ouvir o que tem para dizer. Caso contrário, os seus e-mails serão apenas spam.

2 – Criação dos e-mails

Os e-mails devem acrescentar valor aos clientes, pelo que não deverão basear-se unicamente em comunicações promocionais. Desenvolva conteúdos relacionados com a sua área de negócio que poderão ser relevantes para os clientes e construa com eles uma relação de confiança e proximidade. Além disso, aposte numa comunicação cuidada e coerente – tanto em termos textuais como visuais -, e utilize um CTA (“call to action”, ou apelo à ação) para levar o cliente a realizar uma determinada ação (por exemplo, visitar o seu site). 

3 – Planeamento da frequência

Em primeiro lugar, é fundamental definir a frequência com a qual vai enviar e-mails aos clientes. Deve procurar um equilíbrio de modo a enviar a quantidade certa de e-mails: se enviar demasiados, irá sobrecarregar os clientes e as taxas de abertura dos e-mails irão piorar; e se enviar poucos os clientes deixarão de estar envolvidos com o seu conteúdo e, em última instância, com a sua marca. Neste sentido, é importante desenvolver uma calendarização, definindo a frequência de envio, os dias e horários nos quais pretende enviar, etc.

4 – Segmentação dos contactos

Dependendo do tamanho e da composição da sua base de dados de clientes, pode ser errado enviar os mesmos e-mails para todos os contactos. É importante que divida a sua lista em grupos – segmentos – mais pequenos em função das suas características comuns. Depois disso, deve personalizar os e-mails para cada grupo, conseguindo comunicar de forma mais relevante com cada cliente.

5 – Avaliação dos resultados

Sugerimos que vá fazendo testes de forma a conseguir aferir quais os e-mails que têm mais recetividade por parte dos clientes. Teste diferentes dias e horários de envio, diferentes assuntos para o e-mail ou diferentes conteúdos. Depois disso, avalie métricas como a taxa de abertura, o número de cliques ou o número de pessoas que cancelaram a subscrição dos seus e-mails. Com esses dados, vá reajustando os procedimentos.

Ficou interessado em saber mais? Pretende construir uma estratégia de e-mail marketing para a sua empresa? Não hesite em contactar-nos.