Inbound Marketing: O que é e como pode ajudar o seu negócio

O Inbound Marketing, também conhecido como Marketing de Atração, consiste numa abordagem de marketing baseada na criação de conteúdos relevantes e úteis para alcançar clientes potencialmente interessados na sua empresa.

Ao contrário das estratégias de Outbond Marketing – que incluem anúncios de rádio ou na imprensa, distribuição de flyers ou participação em feiras, por exemplo -, com o Inbound Marketing não precisa de lutar pela atenção dos seus potenciais clientes, uma vez que são eles próprios quem demonstra interesse pela sua empresa ou produto.

Algumas das formas mais usadas em estratégias de Inbound Marketing são blogs, eBooks, infografias, vídeos tutoriais, questionários, fóruns, newsletters, podcasts, entre outros. Quando alguém tem interesse em algum destes conteúdos criados pela sua empresa, é muito provável que também esteja interessado no produto/serviço que tem para lhe oferecer e que esteja mais predisposto para comprar.

 

 

As quatro etapas do Inbound Marketing

1 – Atrair

A primeira fase consiste em gerar tráfego, ou seja, atrair potenciais clientes para o seu website ou para as suas plataformas digitais.

Isto pode ser feito através de artigos de blog, das redes sociais ou de anúncios pagos no Facebook ou no Google, por exemplo.

2 – Converter

Depois de atrair os seus potenciais clientes, o objetivo torna-se convertê-los em leads (uma lead é uma oportunidade de negócio). Uma vez que eles já chegaram ao seu site, agora é necessário obter os seus contactos.

Como? Através de formulários de contacto, de pedidos de reunião ou de pedidos de demonstrações, por exemplo.

3 – Vender

Em terceiro lugar, é importante avaliar quais as leads que estão propensas a realizar uma compra, ou seja, a tornarem-se clientes da empresa. Para isso, é necessário interagir com elas em função do interesse que demonstraram (quais as páginas que visitaram, por exemplo).

Essa interação pode ser feita através do e-mail marketing, por exemplo, enviando e-mails que podem deixar o potencial cliente mais perto da compra.

4 – Satisfazer

Por último, é fundamental manter uma relação com o cliente, mesmo depois de ele já ter comprado o seu produto/serviço. Preservar esta interação com os seus clientes pode levá-los a comprar novamente e até mesmo a tornarem-se embaixadores da sua empresa junto de outros clientes potenciais.

Pode manter a conversação através das redes sociais ou do e-mail marketing (comunicações no aniversário dos clientes, em épocas festivas como o Natal ou a divulgar lançamentos de novos produtos/versões, etc).

Benefícios do Inbound Marketing

Como é possível perceber, uma estratégia de Inbound Marketing traz consigo inúmeras vantagens. Algumas delas são:

  • Leads qualificadas: a probabilidade de alcançar o público certo é mais elevada, uma vez que as pessoas demonstram previamente interesse nos seus conteúdos.
  • Ciclo de vendas mais curto: leads mais qualificadas traduzem-se em leads que estão mais perto de fechar negócio, reduzindo o esforço comercial de venda.
  • Identificação com a marca: a partilha de conteúdos úteis faz com que a experiência das pessoas com a sua empresa seja positiva, aumentando a identificação e a confiança nos seus produtos/serviços.

Em suma, o Inbound Marketing permite-lhe atrair potenciais clientes de forma mais relevante para os mesmos, aumentando as hipóteses de eles se tornarem clientes efetivos da sua empresa.

Na PIS podemos ajudá-lo a criar uma estratégia de Inboud Marketing relevante para o seu negócio. Caso tenha ficado interessado em saber mais, não hesite em contactar-nos.

E-mail Marketing: 5 Dicas para comunicar por e-mail com os seus clientes

O e-mail marketing é toda a comunicação que é estabelecida entre a empresa e os seus clientes – ou potenciais clientes – via e-mail. Esta ferramenta de comunicação não é recente e continua a ser considerada como uma das mais poderosas, tanto para ganhar novos clientes como para fidelizar os já existentes.

Isto acontece porque o e-mail marketing apresenta vantagens para as empresas como o alcance e a visibilidade dos e-mails, uma vez que a generalidade das pessoas acede frequentemente ao e-mail, e a relação custo-benefício, pois as taxas de conversão costumam compensar os custos relativamente baixos de enviar e-mails.

Tendo em conta o objetivo específico da empresa, as comunicações via e-mail podem ser de diferentes tipos: newsletters, que podem ser abrangentes no que toca aos seus conteúdos e que são uma boa forma de nutrir a relação com o cliente; e-mails promocionais, quando o objetivo é promover uma oferta ou um produto/serviço e converter o cliente (levá-lo a comprar); e-mails sazonais em ocasiões específicas, como, por exemplo, no aniversário no cliente; e-mails de boas-vindas, que podem ser determinantes para o cliente dar o seu próximo passo na relação com a empresa; e e-mails de reativação, que geralmente divulgam uma oferta exclusiva a clientes que não têm comprado nenhum produto ou não têm acedido ao site da empresa, por exemplo. 

De seguida apresentamos 5 dicas fundamentais para construir uma boa estratégia de e-mail marketing para a sua empresa:

1 – Construção da lista de contactos

O primeiro passo em qualquer estratégia de e-mail marketing é ter uma lista de contactos com os quais comunicar. Esta base de dados deve ser composta por pessoas que demonstraram interesse em receber as comunicações da sua empresa, ou seja, que deram permissão para utilizar os seus e-mails. Este fator é determinante para o sucesso das suas campanhas de e-mail marketing, pois os seus contactos devem estar genuinamente envolvidos com o seu negócio e devem querer ouvir o que tem para dizer. Caso contrário, os seus e-mails serão apenas spam.

2 – Criação dos e-mails

Os e-mails devem acrescentar valor aos clientes, pelo que não deverão basear-se unicamente em comunicações promocionais. Desenvolva conteúdos relacionados com a sua área de negócio que poderão ser relevantes para os clientes e construa com eles uma relação de confiança e proximidade. Além disso, aposte numa comunicação cuidada e coerente – tanto em termos textuais como visuais -, e utilize um CTA (“call to action”, ou apelo à ação) para levar o cliente a realizar uma determinada ação (por exemplo, visitar o seu site). 

3 – Planeamento da frequência

Em primeiro lugar, é fundamental definir a frequência com a qual vai enviar e-mails aos clientes. Deve procurar um equilíbrio de modo a enviar a quantidade certa de e-mails: se enviar demasiados, irá sobrecarregar os clientes e as taxas de abertura dos e-mails irão piorar; e se enviar poucos os clientes deixarão de estar envolvidos com o seu conteúdo e, em última instância, com a sua marca. Neste sentido, é importante desenvolver uma calendarização, definindo a frequência de envio, os dias e horários nos quais pretende enviar, etc.

4 – Segmentação dos contactos

Dependendo do tamanho e da composição da sua base de dados de clientes, pode ser errado enviar os mesmos e-mails para todos os contactos. É importante que divida a sua lista em grupos – segmentos – mais pequenos em função das suas características comuns. Depois disso, deve personalizar os e-mails para cada grupo, conseguindo comunicar de forma mais relevante com cada cliente.

5 – Avaliação dos resultados

Sugerimos que vá fazendo testes de forma a conseguir aferir quais os e-mails que têm mais recetividade por parte dos clientes. Teste diferentes dias e horários de envio, diferentes assuntos para o e-mail ou diferentes conteúdos. Depois disso, avalie métricas como a taxa de abertura, o número de cliques ou o número de pessoas que cancelaram a subscrição dos seus e-mails. Com esses dados, vá reajustando os procedimentos.

Ficou interessado em saber mais? Pretende construir uma estratégia de e-mail marketing para a sua empresa? Não hesite em contactar-nos.

Estamos à Procura – Designer de Comunicação

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E-commerce: Já vende os seus produtos online?

É um fenómeno em crescimento na Internet e uma das grandes tendências atuais no que diz respeito aos negócios, sendo uma estratégia que muitas empresas estão a adotar para criarem ou rentabilizarem os seus negócios. Pois bem, estamos a falar do e-commerce.

O e-commerce, abreviatura do conceito inglês “electronic commerce” – ou seja, comércio eletrónico – é um modelo de negócio que consiste na venda de produtos e/ou serviços na internet.

As lojas online trazem consigo dois grandes benefícios para os consumidores. Em primeiro lugar, a conveniência, pois estão abertas 24 horas por dia, todos os dias do ano, permitindo que os consumidores não precisem de se deslocar às lojas físicas e fazendo com que qualquer compra esteja à distância de poucos cliques. Em segundo lugar, a diversificação da oferta, pois é possível encontrar muitos mais produtos e, muitas vezes, produtos exclusivos que não estão à venda nas lojas físicas.

O comércio eletrónico tem vindo a crescer em Portugal, sendo que 36% dos portugueses fez compras online no ano de 2017. Segundo um estudo realizado pela ACEPI, esse número deverá aumentar no futuro, prevendo-se que 59% dos portugueses façam compras online em 2025. Por esse motivo, o e-commerce é uma realidade que as empresas não devem ignorar.

Vantagens do e-commerce para as empresas

  • Permite ter uma loja aberta a qualquer hora e em qualquer dia do ano;
  • Promove a angariação de novos clientes que, de outra forma, não conheceriam o seu negócio;
  • Favorece a retenção de clientes, através da divulgação de ofertas, vales de desconto e campanhas exclusivas online;
  • Permite guardar informação sobre os clientes e as suas preferências, melhorando e facilitando a comunicação que se desenvolve com eles;
  • Permite expor os produtos e/ou serviços de forma organizada e acessível a qualquer cliente.

O que é preciso para ter a sua loja online?

Em primeiro lugar, é necessário definir o produto ou produtos que vão ser comercializados na loja online.

Depois disso, torna-se necessário construir o site no qual os produtos vão estar expostos para venda. Existem plataformas como a Shopify ou o PrestaShop que desenvolvem softwares a partir dos quais se torna bastante simples criar uma loja virtual.   

Em terceiro lugar, é importante definir como será feita a expedição dos produtos. É necessário identificar para onde será possível enviá-los (só para Portugal ou para qualquer país, por exemplo), que cuidados será necessário ter no envio, etc. 

Em quarto lugar, é preciso instalar métodos de pagamento na sua loja online (como o Paypal, por exemplo), uma vez que os clientes vão pagar pelos seus produtos diretamente no seu website. 

E, por último, mas não menos importante, é fundamental definir uma estratégia de comunicação com o objetivo de levar o máximo de clientes possível a conhecerem a sua loja e, idealmente, a comprarem os seus produtos.

Caso pretenda saber mais sobre o e-commerce e necessite de ajuda a este nível, não hesite em contactar a PIS – Consultoria de Marketing.

Conhece o seu público-alvo? A importância da segmentação de mercado para atingir os seus potenciais clientes

Tem um negócio? Se a resposta é sim, acreditamos que já tenha definido as características do seu produto, que já tenha estabelecido uma estratégia de preço para esse mesmo produto, que já tenha pensado onde irá promovê-lo… Mas e o seu público-alvo? Já pensou atentamente sobre quais serão os consumidores que irão utilizar o seu produto? Ou seja, para quem é que o seu produto poderá ser uma mais-valia?

A identificação do target – do público-alvo – é uma fase essencial na definição da estratégia de qualquer negócio. Uma vez que a grande maioria dos produtos ou serviços não se destina à totalidade dos consumidores, torna-se fundamental perceber quais são os grupos de pessoas mais propensos a comprar o nosso produto.

Assim, a segmentação de mercado consiste na divisão dos potenciais clientes de um determinado produto ou serviço em segmentos, ou seja, em grupos cujas características são semelhantes.

Pode dizer-se que existem quatro grandes tipos de segmentação: demográfica, geográfica, psicográfica e comportamental.

1 – Segmentação demográfica

É uma forma simples de segmentação de mercado baseada em variáveis como a idade, o género, os rendimentos, a ocupação profissional, a religião, a nacionalidade, etc. É fácil perceber este tipo de segmentação se pensarmos que há produtos cujo público-alvo são as mulheres e não tanto os homens (por exemplo, produtos cosméticos e maquilhagem) ou são as crianças e não tanto os adultos (por exemplo, livros infantis e brinquedos). 

2 – Segmentação geográfica

Esta forma de segmentação divide as pessoas com base no local onde se encontram: região mundial, país, cidade, etc. Por exemplo, se uma loja física de calçado está localizada na Benedita, torna-se natural que o seu público-alvo esteja igualmente localizado nesta zona e arredores.

3 – Segmentação psicográfica

Baseia-se no estilo de vida, nos interesses e opiniões dos consumidores, bem como em aspetos da sua personalidade. Por exemplo, podemos pensar em duas pessoas que têm a mesma idade e o mesmo rendimento disponível. Porém, enquanto uma delas é mais atenta às tendências tecnológicas e tem mais interesse em comprar sempre um smartphone de última geração, a outra pode estar satisfeita com um telemóvel que possua apenas as características mais básicas.

4 – Segmentação comportamental (em relação ao produto)

Por último, este tipo de segmentação divide a população com base nos seus comportamentos em relação ao produto, nos seus padrões de utilização e no seu processo de decisão de compra. Por exemplo, ao comprarmos um eletrodoméstico, podemos focar-nos mais nos seus aspetos estéticos (podemos comprá-lo por ser mais bonito do que outro) ou nos seus aspetos funcionais (podemos preferir um que tenha um melhor desempenho energético ou que seja mais económico do que os seus semelhantes). 

A segmentação de mercado é, portanto, um aspeto importante a ter em conta na construção de qualquer negócio. Na PIS podemos ajudá-lo a encontrar o seu público-alvo, tornando-se mais fácil tornar potenciais clientes em clientes efetivos.

As Potencialidades do Instagram para o seu Negócio

Quando falamos na presença das marcas nas redes sociais, parecem não existir dúvidas de que cada uma delas cumpre um propósito específico em termos de comunicação. Apesar de, em última instância, o objetivo principal ser o mesmo – a conversão – partilhar conteúdos no Facebook não tem, ou não deve ter, a mesma finalidade do que fazê-lo no Linkedin, no Twitter, no Youtube ou no Instagram.

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O Marketing de Influência: Conheça esta Realidade Emergente

Não se pode dizer que o marketing de influência seja uma realidade nova mas está a ser, inegavelmente, um fenómeno emergente. Muitos profissionais de marketing estão a perceber o seu poder, sobretudo em alternativa à publicidade tradicional, muitas vezes mais cara, mal direcionada e ineficiente.

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Novo Regulamento Geral de Proteção de Dados – RGPD

ACIMA DE TUDO A SUA PRIVACIDADE…
O Regulamento Geral sobre Proteção de Dados traz novidades no tratamento dos dados pessoais e aplica-se a partir de 25 de Maio de 2018.

As comunicações de marketing vão exigir o seu consentimento livre, informado e explícito, aumentando assim a segurança no tratamento dos seus dados.

A nova legislação visa proteger os titulares dos dados pessoais, garantindo-lhes ainda mais controlo sobre a sua informação pessoal.

Optando por não atualizar o seu contacto na base de dados na PIS – Consultoria de Marketing, deixará de usufruir de todas as campanhas, serviços e eventos exclusivos que estamos a preparar.

É essencial a actualização dos seus dados pessoais, para que possamos, através de ações de Marketing personalizadas ou de estudos de satisfação, oferecer-lhe serviços ainda mais à sua medida.

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